Criado para reconhecer o trabalho de excelência de jornalistas, veículos e grupos de comunicação brasileiros, a partir dos prêmios por eles conquistados, o Ranking +Premiados da Imprensa Brasileira chega à sua 15ª edição com números impressionantes. São 214 prêmios analisados, entre iniciativas internas de veículos, locais, regionais, nacionais e internacionais. Desde 1941, ano em que se tem conhecimento do primeiro prêmio conquistado por um jornalista brasileiro, já foram 11.732 profissionais reconhecidos pelos seus trabalhos. Juntos, eles representam 1.325 veículos, que integram algumas centenas de grupos de comunicação por todo o País.
Mas como chegamos a estes números?
Pela metodologia aplicada desde a primeira edição do Ranking, em 2011, as premiações analisadas são categorizadas de acordo com suas amplitudes temáticas e geográficas. Quanto mais ampla e abrangente for a possibilidade de participar de uma iniciativa, mais pontos ela renderá ao jornalista premiado. “O sistema de pontos, se não é perfeito, é extremamente justo e orientado pelo desafio de dar objetividade a algo tão subjetivo como o valor intrínseco que a conquista de um prêmio tem para alguém”, explica o coordenador da pesquisa Fernando Soares.
No formato adotado, o Ranking atribui de 10 a 100 pontos para cada prêmio vencido por jornalistas e seus veículos. Como não há um critério padrão de reconhecimento a ser seguido pelas premiações, menções honrosas e eventuais prêmios para 2º e 3º colocados não são considerados pela pesquisa.
No caso dos profissionais, esses pontos são computados na totalidade para conquistas individuais, e pela metade para trabalhos em equipe. Já para veículos e grupos cada conquista é única e integral, independentemente da quantidade de profissionais da equipe que conquistaram o prêmio.
Ao ser cadastrada na pesquisa, uma premiação é classificada levando em consideração os seguintes aspectos:
Geográfico
Global: Concorrem com profissionais de todo o mundo;
Continental: Iniciativas destinadas ao jornalismo nas Américas;
Nacional: Concorrem profissionais de todo o País;
Regional: Destinada a premiações divididas por regiões brasileiras;
Local: Iniciativas estaduais, municipais ou microrregionais dentro de um único estado;
Interno: Premiações de veículos ou grupos de Comunicação.
Temático:
Geral: Premiações e homenagens que não fazem distinção de tema;
Específica: Premiações e homenagens direcionadas a determinadas editorias (Economia, Meio Ambiente, Política etc.);
Institucional: Premiações e homenagens com foco em temas pré-determinados por entidades e empresas organizadoras, que se beneficiam diretamente do assunto abordado;
Por seu valor histórico para o jornalismo brasileiro, os prêmios Esso e Embratel são os únicos que contam com pontuações específicas e próprias, mas que também levam em consideração as divisões geográficas e temáticas.
A pontuação é definida a partir do cruzamento das subdivisões em que cada categoria de um prêmio se encaixa, como mostra a tabela abaixo. Vale destacar que um mesmo prêmio pode ter categorias em mais de uma classe de pontos. Um exemplo é o próprio Prêmio Esso, que se notabilizou por reconhecer, além de reportagens nacionais de temática geral, trabalhos divididos por temáticas, como o prêmio de Informação Econômica (Nacional/Específica) ou pelas regiões do Brasil (Regional/Geral).
+Premiada Jornalista de 2025, Mariama Correia tornou-se a nona mulher a liderar uma edição do Ranking. Nas 14 edições anteriores, elas foram as +Premiadas do Ano em oito oportunidades, inclusive dividindo a liderança em duas edições: 2011, com Cátia Toffoletto e Mônica Bergamo, e em 2016, com Eliane Brum e Natália Viana. Já os homens estiveram à frente em seis oportunidades, também com um empate em uma edição, em 2015, com Dida Sampaio e Domingos Peixoto.
No total, 16 jornalistas já lideraram o levantamento anual, sendo que apenas duas jornalistas conseguiram alcançar esse feito em mais de uma oportunidade: Eliane Brum, em 2016 e 2021, e Patrícia Campos Mello, única a conseguir o bicampeonato consecutivo, em 2019 e 2020.
Ao liderar esta edição da pesquisa, Mariama também se tornou a segunda representante da Agência Pública a atingir tal feito. A primeira havia sido justamente Natalia Viana, cofundadora e diretora executiva da publicação, em 2016.
Confira a relação completa dos +Premiados Jornalistas do Ano na tabela a seguir:
Cena de 2001 – Uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick (1988)
Por Assis Ângelo
Pois é, o filho do Homem dá um beijo no Inquisidor e vai-se embora depois que a porta da prisão lhe é aberta. E vai-se com a expressa recomendação de que nunca mais retorne à Terra. Nossa Terra, nosso planetinha, que parece a tudo sobreviver engolindo seus entes. Algo como a mitológica Fênix, aquela que renasce com mais vigor das próprias cinzas.
É mais ou menos assim que finda o texto O Grande Inquisidor, contido nas páginas do extraordinário romance Os Irmãos Karamázov.
O texto aqui referido foi obra do punho mágico do escritor russo Dostoiévski, exposto pelo personagem Ivã a seu irmão religioso Aliócha.
Aliócha Karamázov é a representação cândida do Bem.
Ivã e Aliócha eram filhos imaginários da segunda mulher de Pávlovitch Karamázov.
O terceiro irmão de Ivã e Aliócha, na verdade meio-irmão, era Dmitri.
O quarto irmão, um bastardo, era Pável Smierdiakóv
Pável foi resultado de um estupro praticado pelo pai de Dmitri, Ivã e Aliócha contra uma jovem portadora de deficiência intelectual.
Curioso na obra de Fiódor Dostoiévski é que nela aparece o cotidiano russo, inclusive nomes de pessoas da sociedade do seu tempo.
No realismo explícito de Dostoiévski se acham a Injustiça, a Liberdade, o Amor, o Bem e o Mal. Já no seu primeiro livro, Gente Pobre (1846), o autor expõe as mazelas que seus olhos viam e a mente classificava.
O autor de Os Irmãos Karamázov comeu o pão que o diabo amassou. Perdeu a mãe Maria, vítima de tuberculose, quando tinha 16 anos de idade. Dois anos depois o pai, médico, Mikhail, foi assassinado por colonos que moravam na pequena fazenda da família, no interior da Rússia.
Quando o furioso inquisidor solta Jesus da prisão onde se achava, nosso mundinho já estava em pandarecos.
Não custa dizer ou lembrar a quem ainda não leu a velha Bíblia hebraica que nela se acha o anúncio do fim dos tempos, especialmente no livro Apocalipse.
Nele é narrada a vinda de guerreiros do bem e do mal. Nesse encontro terrível, o mundo acaba com o Bem, saindo vencedores as forças representadas pelo Mal.
Jesus nasceu ali pelas bandas de Belém, no tempo de Herodes e outros salafrários.
Foi ainda naquelas bandas que Jesus livrou da morte e da cegueira muita gente que nele acreditava.
A guerra do fim do mundo deverá ocorrer, segundo os crentes e estudiosos da Bíblia, ali onde ainda hoje se acha o Egito.
Armagedom é como se denomina a guerra do fim do mundo.
O Egito já foi chamado de Terra dos Cegos.
Analisando bem o que há tempos ocorre no mundo, facilmente se chegará à conclusão de que o nosso mundinho está por um fio. Na dúvida, é só olhar para Europa, África e Oriente Médio.
O físico e matemático alemão Albert Einstein (1879-1955) foi-se embora e deixou uma frase para se pensar: “Não sei com que armas a Terceira Guerra Mundial será travada, mas a Quarta Guerra Mundial será travada com paus e pedras”.
Cena de 2001 – Uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick (1988)
Durante muito tempo, o podcast foi tratado como irmão menor do rádio – um espaço artesanal, experimental, íntimo, ocupado por amadores passionais e profissionais inquietos. Mas o relatório recém-divulgado pela Market.US desmonta esse imaginário com a força de um meteoro: em dez anos, o mercado global de podcasts deve saltar de US$ 2,92 bilhões para US$ 30,4 bilhões. Um crescimento de 1.040%, impulsionado por uma engrenagem que mistura tecnologia, economia da atenção e uma fome mundial por companhia sonora personalizada.
Aos poucos, e quase silenciosamente, o podcast deixou de ser um formato. Tornou-se uma indústria – e agora se aproxima de um ecossistema completo, em que plataformas, IA, anunciantes, veículos de mídia e criadores disputam terreno em um mercado que amadurece a olhos vistos.
Com 42% de participação global, a América do Norte continua liderando o setor. É o epicentro de um consumo que se espalha pelos smartphones, alto-falantes inteligentes e carros conectados. Mas o relatório enfatiza algo importante: a curva de crescimento agora é global.
Brasil, Índia, Indonésia e México aparecem como mercados de expansão acelerada, impulsionados por:
maior acesso à banda larga e 5G;
ascensão de creators regionais;
aumento do consumo por vídeo-podcasts;
plataformas como YouTube Music, Spotify e Amazon Music investindo em modelos híbridos de monetização.
Segundo o Reuters Institute (2025), o Brasil já é um dos cinco maiores mercados de podcast do mundo, com crescimento anual superior a 25% – ritmo similar ao projetado globalmente pela Market.US.
Um dos dados mais reveladores do relatório é que os serviços de curadoria representam a maior fatia do mercado, com mais de 50%. Ou seja: plataformas que conseguem dizer o que ouvir – e quando ouvir – valem mais do que as produtoras de conteúdo em si.
Para o ouvinte moderno, perdido em milhões de episódios, playlists e canais, a curadoria já não é luxo: é sobrevivência cognitiva. E é aí que a IA deixa de ser bastidor para se tornar protagonista.
O relatório confirma algo que quem estuda o mercado já percebe: a experiência do áudio está se tornando radicalmente personalizada.
A IA passou a operar como:
motor de recomendação,
editor invisível,
programador automático,
cartógrafo dos hábitos de escuta,
engenheiro de retenção.
Não se trata apenas de sugerir programas. Trata-se de entender o humor do usuário, prever quando ele vai abandonar um episódio, reconhecer padrões de interesse e reconstruir playlists de forma dinâmica – às vezes, em tempo real.
Spotify, Apple Podcasts, YouTube Music e Amazon Music já investem em:
modelagem preditiva de consumo;
segmentação por contexto (localização, atividade, horário, clima);
recomendações cross-formato (áudio + vídeo);
enriquecimento automático de metadados;
sistemas capazes de sugerir conteúdos antes que o usuário saiba o que quer.
Em outras palavras: o podcast está se tornando algorítmico.
O relatório revela que quase dois terços da receita mundial de podcasts vêm de assinaturas. O dado acompanha a tendência de estúdios e plataformas que apostam em:
episódios exclusivos,
temporadas fechadas,
early access,
experiências sem anúncios.
Mas a publicidade continua gigante: 58,3% da receita final ainda dependem de anunciantes.
E a tendência é clara: publicidade altamente segmentada, baseada em dados comportamentais.
Nos EUA, a indústria de programmatic audio cresce mais rápido do que o display advertising. No Brasil, segundo a IAB Brasil (2025), anúncios em áudio cresceram 46% em um ano, impulsionados por podcasts nativos e pela entrada de grandes marcas no formato.
(Crédito: postmediasolutions.com)
O relatório destaca três vetores essenciais para o crescimento até 2034:
alto-falantes inteligentes (Alexa, Google Nest);
carros conectados e dashboards que integram streaming;
escuta multidispositivo guiada por IA.
Esses ambientes não são apenas plataformas: são portas de entrada para novos comportamentos, que transformam o podcast em trilha do cotidiano – da cozinha ao trânsito, da academia ao banho, do trabalho ao descanso.
Segundo a Edison Research (2025):
51% dos ouvintes semanais de podcasts nos EUA já os escutam no carro;
32% usam smart speakers;
69% escutam em múltiplos dispositivos ao longo do dia.
O áudio deixou de ser apenas um “programa”. Tornou-se um companheiro ubíquo.
Mas nem tudo é euforia. A Market.US aponta desafios que podem frear o crescimento:
privacidade de dados – especialmente em recomendações por contexto;
direitos autorais – IA gerando resumos, cortes, versões alternativas;
competição extrema – milhares de novos podcasts por dia;
fadiga do ouvinte diante da infinidade de opções.
A pergunta que paira sobre o setor é: em uma indústria em que tudo é personalizável, há limite para a personalização?
Durante anos, o sucesso dos podcasts apoiou-se na sensação de intimidade – uma voz, um microfone, uma conversa honesta. Agora, a escalabilidade algorítmica desafia essa lógica: como preservar autenticidade em meio a tantas predições automatizadas?
Se a projeção se confirmar, em 2034 o podcast será:
parte essencial da economia global do áudio,
motor estratégico para gigantes de mídia,
instrumento de personalização radical,
ambiente rico para anunciantes,
e, acima de tudo, um território híbrido entre criatividade humana e automação inteligente.
A próxima década não irá apenas expandir o mercado. Ela irá redefinir o que chamamos de escutar.
Fontes de pesquisa
Fonte primária
Market.US (2025). Global Podcast Market Forecast 2024–2034.
Fontes adicionais verificadas
Edison Research. The Infinite Dial 2024–2025.
Reuters Institute for the Study of Journalism. Digital News Report 2024–2025.
Deloitte Insights. Digital Media Trends 2024–2025.
IAB Brasil. Relatório de investimentos em publicidade digital 2024–2025.
Spotify for Podcasters. Global consumption and monetization trends (2024–2025).
Apple Podcasts Analytics. Creator Metrics Reports (2024–2025).
PwC. Global Entertainment & Media Outlook 2024–2028.
YouTube Official Blog. Podcast expansion and monetization tools (2024–2025).
Amazon Music Reports. Growth of subscription audio (2025).
Álvaro Bufarah
Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.
Foram anunciados os 30 finalistas do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Federação Nacional de Seguros (Fenacor) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que valoriza e premia trabalhos jornalísticos sobre o setor de seguros.
Os vencedores serão anunciados em cerimônia marcada para o dia 3 de março, às 19h, no Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP). No evento, será anunciado também o o vencedor geral do Prêmio, que ganhará o título Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros.
Confira a seguir lista completa dos vencedores:
Allianz – Seguro Rural
Adriana Marinelli (Coautora Ludymila Siqueira) – Seguro rural atua para mitigar riscos da crise climática no campo (Jornal A Redação);
Cristian Delosantos – Seguro Rural: a solução para evitar perdas no campo, mas burocracia ainda é obstáculo para os produtores de SC (CBN Floripa);
João Carlos Labruna – Seguro no campo (Revista Segurador Brasil);
Lorenzo Dornelles – Com R$ 16 bilhões em perdas na última década, seguro rural vira pilar de sobrevivência no campo (Portal ND Mais);
Rafael Walendorff – Falta de subvenção a seguro rural ameaça a proteção da soja (Jornal Valor Econômico).
Capemisa – Previdência e Vida
Gilson Monteiro – Mulheres seguras: câncer de mama e outras doenças graves aumentam busca por seguro de vida entre público feminino (Portal TNH1);
Maria Lúcia D’Urso – Longevidade e mudança no clima desafiam planejamento financeiro (Jornal Valor Econômico);
Patrícia Maria Alves – Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura (Folha de Londrina);
Vanessa da Rocha – Quando a segurança vira produto: boom de PJs impulsiona mercado de seguros em SC (Portal ND Mais);
Verena Veloso – Mercado Segurador: o crescimento da previdência privada no Brasil (BandNews Salvador).
FenaCap – Capitalização
Adriana Aguilar – Fôlego renovado (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);
Ana Mello – Capitalização ganha força como garantia locatícia e vira solução de segurança e liquidez no mercado imobiliário (Portal CQCS);
Cristiane Noberto – Títulos de capitalização entram no radar de concessões e mineração (CNN Brasil);
Fernanda Torres – Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas (Portal JRS);
Thais Ruco – A vez da capitalização (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS).
Mapfre – Sustentabilidade & Seguros
André Felipe de Lima – Daqui pra frente, tudo vai ser diferente (Revista Apólice);
André Tomazela – Quanto custa uma catástrofe? (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);
Antonio Carlos Teixeira (Coautora Sônia Araripe) – Seguro: O Agente Estratégico do Financiamento Climático Global (Revista Plurale);
Carol Kossling – Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade (Jornal O Povo);
Danilo Moliterno – Mudança climática deixa perda anual de R$ 30 bi no campo e desafia seguros (CNN Brasil).
Unimed – Seguros Gerais
Arthur Moraes – Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras (Portal Seguro Gaúcho);
Cinthya Oliveira (Coautora Tatiana Lagôa) – Supervivência (Jornal O Tempo);
Jaqueline Fonseca – Fim do DPVAT prejudica milhares de pessoas e DPU busca reparação (Portal Metrópoles);
Marcelo Bruzzi – Golpe do seguro: quadrilhas inventam crimes para ter acesso a indenizações milionárias (Rede Globo/GloboNews);
Raphael Guerra – Aumento de golpes virtuais contra idosos acende alerta e aquece mercado de seguros (Jornal do Commercio).
Saúde Suplementar
Carol Rodrigues – Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população (Revista Cobertura);
Edis Henrique Peres – Queixas sobre cobertura para autistas em planos de saúde aumentam 10 vezes em 5 anos (Portal R7);
Ingrid Coelho – Custo dos planos de saúde para jovens dobra em cinco anos no Ceará e supera alta entre idosos (Diário do Nordeste);
João Pedro Polido – Seguro-viagem: proteção além das fronteiras do seguro saúde regional (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS);
Leticia Lopes – IA ganha ainda mais espaço na medicina privada (Jornal O Globo).