Orçamentômetro (Crédito: Magno Borges/Agência Mural)
A Agência Mural lançou o Orçamentômetro, ferramenta que permite que os usuários acompanhem, em tempo real, se o orçamento prometido para sua região está sendo executado pela Prefeitura de São Paulo. O projeto, realizado com o apoio do Pulitzer Center, permite a consulta por CEP, facilitando o acesso à informação pública de uma forma mais direta.
A plataforma monitora diariamente a execução orçamentária das 32 subprefeituras, secretarias municipais, outros órgãos públicos e emendas dos 55 vereadores da capital paulista, com base nas informações do Portal de Orçamento da Prefeitura de São Paulo. Com os dados obtidos pelo projeto, a Mural vai produzir reportagens e análises para mostrar os impactos das escolhas de uso de orçamento, principalmente nas periferias.
A ferramenta funciona com quatro indicadores principais: o valor previsto para 2025 no orçamento anual, o orçamento atualizado após os ajustes realizados ao longo do ano, o montante efetivamente gasto (valor realizado ou liquidado) e o percentual de execução que indica quanto do valor prometido foi de fato cumprido. Para facilitar o entendimento por parte dos usuários, a plataforma disponibiliza um mapa interativo que permite visualizar as diferenças entre as subprefeituras.
“A informação sobre orçamento público sempre existiu, mas costuma estar escondida em portais complexos, com linguagem técnica e pouco acessível”, explicou Paulo Talarico, coordenador do projeto. “Muitas vezes sabemos quanto foi prometido para uma subprefeitura, mas não quanto desse valor realmente foi executado. O Orçamentômetro nasce para responder a essa lacuna”.
Flávio Moreira, especializado em conteúdo, inovação e estratégias digitais, anunciou sua saída do InfoMoney após quase um ano e meio de casa. Desde agosto do ano passado, ele atuava como diretor de conteúdo do veículo. Antes, foi coordenador de inovação, trabalhando na intersecção entre tecnologia, jornalismo e estratégia de negócios.
“Saio com segundo recorde histórico seguido de audiência, algo tão raro em um cenário de declínio de tráfego para publishers, um feito que consolidou a maior fatia de market share do segmento”, escreveu Moreira, no LinkedIn. “Mas o sucesso de métricas assim não pode ofuscar o longo prazo e senti que posso contribuir e me desenvolver mais desempenhando outros papéis. E também genuinamente acho que a cadeira que eu ocupei merece alguém com outro perfil”.
Antes do InfoMoney, Moreira atuou como editor-chefe de novos projetos no UOL. Trabalhou ainda na equipe de mídias sociais do portal. Foi também Head de Conteúdo no Torcedores.com e Gestor de Comunidades FIFA na Electronic Arts.
Há algo profundamente simbólico – e perturbador – na ideia de entrar em um marketplace e escolher a voz de Judy Garland como quem escolhe um filtro de TikTok. Ou solicitar a de Alan Turing para narrar uma campanha de tecnologia. Ou encomendar a voz de Mark Twain para vender seguros, aplicativos ou cursos de escrita criativa.
A ElevenLabs, talvez a empresa mais influente no avanço das vozes sintéticas, acaba de lançar o Iconic Marketplace, uma plataforma global que transforma vozes históricas em ativos licenciáveis, prontos para uso em publicidade, documentários, filmes, podcasts, audiolivros e experiências imersivas. Um gesto que marca o início de uma era inédita: o mercado da imortalidade vocal.
Não é exagero dizer que estamos entrando em um tempo em que até o que já morreu pode voltar a trabalhar.
A ElevenLabs afirma que o marketplace é ético, transparente e controlado pelos detentores de direitos de imagem e voz – herdeiros, fundações, editoras, agentes. Tudo amparado por contratos formais. Mas por trás da burocracia está uma mudança cultural muito mais profunda: a tecnologia agora permite reconstruir performances inteiras, com entonações, pausas, ritmos e até falhas características.
A morte deixa de ser um limite: você não apenas lembra de uma voz – você a atualiza. É como se Hollywood tivesse encontrado a pedra filosofal da dublagem.
E a indústria correu para esse novo ouro: em 2024-2025, o uso de vozes sintéticas em publicidade cresceu mais de 350%, segundo a Kantar Creative Trends. Plataformas como Respeecher, Metaphysic, DeepZen e a própria ElevenLabs tornaram-se ferramentas constantes para trailers, pré-visualizações, dublagens temporárias e até diálogos completos.
Ouvir John Wayne novamente – firme, monocórdico, herói de um passado que nunca existiu – produz um estranhamento peculiar. Não é nostalgia: é simulação. É nostalgia assistida por IA. A plataforma oferece demonstrações que soam tão reais quanto as gravações originais, ainda que produzidas inteiramente por algoritmos.
Segundo a CBS/AFP (2025), em pesquisa com 9.000 pessoas:
97% não conseguem distinguir uma voz gerada por IA de uma humana;
a maioria expressa desconforto diante dessa indistinguibilidade;
80% exigem rotulagem clara.
Mas a indústria avança mais rápido que nossos incômodos.
Se antes já vivíamos um excesso de remakes, reboots e continuações, agora vivemos a era dos revivals vocais – não para contar histórias, mas para vender. O que era aura artística transmuta-se em “recurso criativo licenciado”.
Esse movimento inaugura um novo tipo de memória coletiva: aquela que se compra. Aquela que se usa sob demanda. Aquela que deixa de ser comum – patrimônio afetivo – e se torna ativo comercial.
O impacto disso é gigantesco:
Desloca o valor da performance humana para a replicação técnica.
Cria dependência tecnológica para recriar contextos culturais passados.
Estimula usos controversos, como aplicar a voz de figuras históricas em narrativas que jamais defenderiam.
Reabre debates sobre propriedade de voz, persona e legado que nem o direito autoral, nem o direito de imagem, nem a ética contemporânea conseguem acompanhar.
Não é coincidência que, em paralelo, estados norte-americanos correm para aprovar leis como o No Fakes Act, que regula o uso de vozes e imagens sintéticas de celebridades. A disputa não é apenas tecnológica: é identitária.
(Crédito: attorneyatlawmagazine)
Afinal, quem define o que Mark Twain deveria dizer? Ou Judy Garland aprovaria? Ou Alan Turing defenderia?
A IA não revive biografias – revive projeções.
O Iconic Marketplace também sinaliza algo inevitável: a profissionalização da indústria da voz sintética. Para produtoras, plataformas e marcas, a tentação é irresistível:
acesso rápido;
custos reduzidos;
facilidade de adaptação;
impacto emocional garantido;
licenciamento centralizado.
A lógica econômica da indústria cultural muda radicalmente – e silenciosamente.
Enquanto isso, atores de voz alertam para a redução de oportunidades e para práticas de substituição disfarçada. Em 2024, o SAG-AFTRA incluiu cláusulas específicas sobre “proteção de performances vocais” em seus acordos justamente para evitar que estúdios armazenassem vozes e as reutilizassem por décadas.
Mas o mercado global, menos regulado e movido por startups agressivas, vai muito além do escopo sindical.
A pergunta que permanece pairando é: o que acontece com a criatividade quando o passado se torna mais rentável do que o presente?
O Iconic Marketplace é fascinante, tecnicamente brilhante e narrativamente poderoso. Mas também abre portas difíceis de fechar:
Quem decide se Alan Turing pode narrar um game distópico?
Quem veta o uso da voz de Judy Garland em comerciais polêmicos?
Até que ponto reconstruções vocais perpetuam representações históricas distorcidas?
Como garantir que essas vozes não alimentem deepfakes ou usos políticos indevidos?
A ElevenLabs promete controle rígido.
Mas a história da tecnologia ensina que controle é promessa, não destino.
Ao transformar vozes em objetos licenciáveis, criamos um futuro em que a memória cultural deixa de ser espaço de homenagem e passa a ser indústria de consumo. Não preservamos o passado – empacotamos. Não reverenciamos – monetizamos. Não interpretamos – editamos.
E, aos poucos, nos acostumamos com a ideia de que nenhuma voz desaparece – desde que gere receita.
Talvez a grande questão não seja “podemos usar a voz dos mortos?”, mas “por que queremos tanto fazê-lo?”.
Porque, no vazio deixado pela sobrecarga de estímulos, buscamos ícones familiares.
Porque a era digital transformou a ausência em oportunidade.
Porque o mercado descobriu que a imortalidade, enfim, é um bom negócio.
Fontes de pesquisa
Fonte primária
ElevenLabs (2025). Iconic Marketplace – Official Announcement.
Fontes complementares e correlatas
CBS News / AFP (2025). Pesquisa global sobre percepção de vozes e músicas geradas por IA.
Kantar Insights (2024–2025). Relatórios sobre uso de IA em publicidade e produção audiovisual.
The Verge / Wired / TechCrunch (2024–2025). Cobertura sobre IA generativa em áudio e deepfakes vocais.
SAG-AFTRA (2024). Acordo coletivo e cláusulas sobre IA e proteção de vozes.
Music Business Worldwide (2024–2025). Reportagens sobre ética e licenciamento de vozes sintéticas.
MIT Technology Review (2024–2025). Artigos sobre identidade digital e IA.
Harvard Law Review (2025). Debates sobre direitos de personalidade e voz no contexto da IA.
Respeecher, Metaphysic, DeepZen – Documentações e políticas de uso publicadas (2024–2025).
Álvaro Bufarah
Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.
Em 1968, quando França, Vietnã e EUA pegavam fogo e mudavam até o modo de pensar e agir de muita gente ao redor do mundo, países emblemáticos e poderosos como os aqui já citados tinham representantes sentados à mesa de discussões para assinar o que passou a ser chamado TratadodeNãoProliferaçãodeArmasNucleares(TNP).
(Crédito: vermelho.org.br)
Depois de muita polêmica, o TNP foi assinado. Porém, só passou a vigorar no dia 5 de março de 1970.
Desde os turbulentos anos da década de 70, muita água barrenta e podre passou por debaixo da ponte. Das pontes de canto a canto do mundo. Mortos, cegos, aleijados e desgraças tantas foi o saldo.
Os EUA perderam o embate com o Vietnã. E tal e tal.
Hoje a China já tem condições de bater de frente com os EUA, que não param de nos ameaçar de tudo quanto é jeito.
Pois é, já passou da hora de rezarmos por nossas próprias almas.
O embate entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, leia-se Palestina, resultou em milhares de civis cegados por armas das forças israelenses.
Também mirados nos olhos, muitos civis iranianos tombaram mortos ou ficaram cegos de um ou dos dois olhos para sempre, por protestarem contra o regime violento de que são vítimas.
Parece absurdo, mas o que é a guerra senão um absurdo completo?
Durante muito tempo, Israel tem ensinado a atirar nos olhos dos inimigos. Esse lamentável ensinamento tem sido passado adiante por grana definida em contrato.
O Chile chegou a contratar tais préstimos dos trogloditas fardados de Israel. O Brasil também, mas essa é outra história.
No dia 5 de fevereiro de 2026, o NovoTratadodeReduçãodeArmasEstratégicas(NewStart) foi encerrado.
O arsenal nuclear dos EUA conta com ao menos 5.177 ogivas e a Rússia, de 5.459 a 5.580, segundo estimativas publicadas pela imprensa internacional.
Informação merecedora de algum crédito dá conta de que há nove países sabe-se lá com quantas ogivas nucleares guardadas: além da Rússia e dos EUA, China, França, Reino Unido, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte.
A Globo lançará ainda no primeiro semestre de 2026 um reality show, comandado por Caco Barcellos, para encontrar um novo talento para o jornalismo da emissora. O quadro será exibido dentro do Fantástico, nas noites de domingo. As informações são de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo).
As seleções serão feitas em todo o Brasil, com as fases finais acontecendo dentro do Fantástico. Além de Caco, outros nomes do jornalismo da Globo participarão do reality, acompanhando o desenvolvimento dos participantes em temas como apuração, reportagem e narrativa.
Vale lembrar que, além do reality, Caco Barcellos segue no comando do Profissão Repórter que, a partir deste ano, volta a ser um quadro do Fantástico, exibido dentro do programa, também nas noites de domingo. O Profissão Repórter seguirá com a mesma linha editorial, mas terá uma temporada mais curta em 2026, devido às eleições, à Copa do Mundo e à temporada de realities shows da Globo.
O apresentador e repórter André Azeredo deixará o SBT no final desta semana. Ele havia sido contratado pela emissora em julho do ano passado e retornará à Record TV. As informações são de Flávio Ricco.
Segundo Ricco, André, que estava atuando na apresentação do Alô Você, em substituição a Luiz Bacci nas manhãs da programação do SBT, recebeu uma “proposta irrecusável” da Record. Em conversa com a direção do canal do Grupo Silvio Santos, André acertou sua saída da emissora a próxima sexta-feira (13/2).
Com mais de 20 anos de experiência no jornalismo, André passou anteriormente em veículos como Globo, Band e RedeTV. Natural do Rio de Janeiro, formou-se pela PUC-RS e iniciou a carreira em 2006, no Grupo RBS. Em 2015, mudou-se para São Paulo e se tornou repórter na capital paulista. Na Record, atuou como âncora do SP no Ar e repórter investigativo do Domingo Espetacular. Comandou também algumas edições do Balanço Geral SP.
Soraya Lauand (Crédito: Divulgação/Times Brasil CNBC)
O Times brasil/CNBC anunciou a contratação de Soraya Lauand, que estreia na emissora nesta segunda-feira (9/2). No canal, ela atuará como repórter e apresentadora e vai integrar novos projetos editoriais que ainda estão em desenvolvimento.
Soraya tem mais de 14 anos de experiência em televisão. Ela trabalhou anteriormente como apresentadora, repórter e produtora de conteúdo em TV Globo, Record TV, CNN Brasil e Jovem Pan News. Atuou na apresentação de telejornais diários, mediação de entrevistas e como analista de temas como política, economia e relações internacionais.
Assim como na edição 2024 do Ranking, os grupos Globo e Folha ocuparam novamente as duas primeiras colocações entre os +Premiados Grupos de Comunicação do Ano. A novidade neste ano ficou por conta do Grupo RBS, que terminou em terceiro lugar.
A última vez que os três haviam dividido o pódio foi em 2023, porém com RBS e Folha invertendo suas posições.
Confira a lista com os 15 grupos mais premiados do ano:
No ano em que celebrou 100 anos de O Globo, jornal que deu início ao que mais tarde viria a ser o maior conglomerado de Comunicação do Brasil, o Grupo Globo seguiu ampliando sua distância na liderança entre os +Premiados Grupos de Comunicação da História.
Os números impressionam: são 58.685 pontos – mais que o dobro do segundo colocado, O Grupo RBS, afiliado no Rio Grande do Sul –, somados a partir de 1.439 prêmios, conquistados por 32 diferentes publicações.
Dos 11.732 jornalistas que já conquistaram algum prêmio ao longo da história, e que integram a base da pesquisa do Ranking, 1.934 (16,5%) conquistaram parte, ou a totalidade de seus pontos, atuando por veículos do Grupo Globo.
Na terceira posição aparecem os Diários Associados, que por décadas carregaram a fama de serem o maior conglomerado de comunicação do Brasil, mas que mesmo com o encerramento das atividades de boa parte dos veículos que o consagraram segue mantendo posição de destaque, especialmente por causa dos bons desempenhos de Correio Braziliense, Diário de Pernambuco e Estado de Minas.
Sai Editora Três, entra IstoÉ Publicações
Em um ano com apenas uma mudança de posição registrada entre os TOP 20 +Premiados Grupos da História, que foi a ascensão do GRPCOM ao 13º lugar, antes ocupado pelo Jornal do Brasil, a grande novidade ficou por uma mudança na 18ª posição.
Com a falência da Editora Três decretada em fevereiro de 2025, a IstoÉ Publicações, que havia adquirido os títulos da empresa em 2022, inicialmente para cuidar de sua operação digital, assumiu completamente o espólio do grupo fundado por Domingo Alzugaray.
Antiga sede da Editora Três, em São Paulo; a empresa encerrou encerrou suas atividades em fevereiro de 2025
Dessa maneira, os pontos de IstoÉ, Dinheiro, Planeta e Dinheiro Rural, que até o ano passado eram somados pela Editora Três, foram todos transferidos para a nova operação, que gradativamente vem fazendo testes para retomar a veiculação impressa de alguns desses títulos.
Confira os 20 grupos de comunicação mais premiados da história:
Rafael Coimbra (Crédito: Divulgação/MIT Technology Review Brasil
O MIT Technology Review Brasil (MIT TR), plataforma focada em notícias sobre tecnologia e inovação, anunciou Rafael Coimbra como seu novo editor-chefe. Até então editor-executivo, ele fez parte do time fundador da publicação no Brasil. Além disso, Roberto Carneiro assume como CEO da publicação.
As mudanças fazem parte de um processo de reformulação da empresa, com o objetivo de garantir informação de qualidade e reafirmar seu compromisso com o setor de tecnologia e inovação. Coimbra e Carneiro assumem as funções que eram exercidas por André Miceli, que faleceu no mês passado. Outras mudanças incluem Rodrigo Ferreira, que passa a ser vice-presidente executivo; e Iago Ribeiro, que assume a posição de Diretor de Produtos e Negócios. Carlos Aros segue como editor-executivo.
“À frente da publicação desde 2020, André Miceli foi responsável por consolidar a MIT Technology Review Brasil como uma das principais referências nacionais em inovação, tecnologia e pensamento estratégico. Seu trabalho foi marcado pela excelência editorial, visão de longo prazo, compromisso com a qualidade jornalística e fortalecimento do ecossistema de inovação brasileiro. Agora temos a missão e a responsabilidade de continuar o seu legado”, afirmou Rafael Coimbra.
Com quase três décadas de carreira, Coimbra atuou por 23 anos como repórter especial, apresentador e comentarista de tecnologia na GloboNews. É também mestre em Engenharia de Produção (UFRJ), além de MBA em Marketing Digital (FGV). Já Carneiro fundou, ao lado de André Miceli, a Infobase, uma das maiores integradoras do Brasil. Os dois atuaram em conjunto no desenvolvimento da operação brasileira da MIT TR desde o início do projeto.