A editoria de Esportes da RBS TV SC acaba de ganhar dois reforços: o radialista da Atlântida FM e repórter Helton Luiz, que vez por outra fazia participações especiais na tevê, entrou de vez para o time. Junto com ele chegou Marcelo Siqueira, que antes cobria Geral. O repórter Alisson Francisco, os produtores Denyris Rodrigues e Rafael Souza, a apresentadora e editora Suyanne Quevedo e o apresentador e narrador Giovani Martinello continuam na equipe, agora coordenada por Juliana Bolson. Ela está há 15 anos no Grupo RBS, sete deles como repórter esportiva e quatro como coordenadora de Jornalismo. O trabalho da equipe vai ao ar no Bom Dia Santa Catarina, Jornal do Almoço, RBS Notícias e no Globo Esporte SC.
Abraji é condecorada com Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa
Em sua quinta edição, o Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa homenageou neste ano a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo pela constante atuação na qualificação dos jornalistas e em prol da aprovação da Lei de Acesso a Informações Públicas.O prêmio foi entregue ao repórter especial da Folha de S.Paulo e diretor da Abraji Fernando Rodrigues, que lembrou os dez anos de fundação da entidade criada, segundo ele, “em um momento trágico do jornalismo brasileiro”, referindo-se ao assassinato de Tim Lopes.Rodrigues ressaltou ainda a importância de nomes como Marcelo Beraba, Angelina Nunes, Fernando Molica e Rosental Calmon Alves para a consolidação da Abraji.Criado em 2008, como um reconhecimento a jornalistas, jornais e outras personalidades que atuam na luta pela defesa da liberdade de imprensa, o prêmio já reconheceu nomes como do ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto e do deputado fluminense Miro Teixeira, além de instituições como a Sociedade Interamericana de Imprensa e o jornal argentino Clarín.
Carlos Fernando Lindemberg Neto assume Presidência da ANJ
Após quatro anos sob o comando de Judith Brito, a Associação Nacional de Jornais anunciou na noite desta 2ª.feira (20/8) sua nova diretoria para o biênio 2012-2014, que terá como presidente Carlos Fernando Monteiro Lindemberg Neto, o Café Neto. Presidente do Conselho de Administração e diretor Geral da Rede Gazeta, do Espírito Santo, proprietária dos jornais A Gazeta e Notícia Agora, em seu discurso de posse Café ressaltou a importância dos jornais regionais para o fortalecimento da entidade em todo o País. ?Com 33 anos de história, a ANJ sempre foi dirigida por representantes dos grandes jornais brasileiros, mas boa parte da força dessa entidade vem também dos jornais regionais e a escolha do meu nome ressalta a importância desse nicho de mercado?, afirmou. Já sua antecessora, em seu último discurso como presidente, ressaltou as vitórias obtidas nos últimos anos, como o fim da Lei de Imprensa e a criação da Lei de Acesso à Informação, como as principais conquistas ocorridas durante seus quatro anos de mandato. A entidade, que conta atualmente com 154 jornais associados, confirmou ainda como membros de sua nova diretoria o vice-presidente Secretário Álvaro Teixeira da Costa (Correio Braziliense), o vice-presidente Financeiro Jaime Câmara Júnior (O Popular/GO), os vice-presidentes Francisco Mesquita Neto (Estadão), João Roberto Marinho (O Globo), Luciana de Alcântara Dummar (O Povo/CE), Maria Judith de Brito (Folha de S.Paulo), Mário Alberto de Paula Gusmão (NH/RS), Nelson Pacheco Sirotsky (Zero Hora), Sylvino de Godoy Neto (Correio Popular/SP) e Walter de Mattos Jr. (Lance). Estiveram presentes à cerimônia autoridades como os governadores de São Paulo e Espírito Santo, respectivamente Geraldo Alckmin e Renato Casagrande, o presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia, o senador capixaba Ricardo Ferraço e o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
Modelo paywall conduz debates em congresso da ANJ
Começou nesta 2ª.feira (20/8) em São Paulo o 9ª Congresso Brasileiro de Jornais, evento promovido pela ANJ que este ano traz como tema Jornalismo e Inovação ? Construindo novos modelos de negócios. Durante a palestra geral de abertura, a presidente da entidade Judith Brito, explicou a importância do tema, ressaltando que a convergência entre digital e impresso é inevitável, e que o grande desafio dos jornais nesse momento será estabelecer a melhor maneira dessas plataformas atuarem simultânea e paralelamente. Implantado inicialmente pelo The New York Times, e mais recentemente por Folha de S.Paulo e Zero Hora, o modelo paywall de cobrança de notícias pela internet norteou o debate dessa primeira apresentação, que contou com a presença do gerente-geral da divisão de News Service do The New York Times Michael Greenspoon e moderação do ex-presidente Executivo do Grupo Estado Silvio Genesini. Para o executivo brasileiro, 2012 será conhecido como o ano em que o mundo começa a ficar melhor para os jornais, com a implantação de modelos integrativos entre impresso e digital. ?Essa transição é inevitável; então é melhor enfrentá-la do que a evitar, e a preferência nacional e internacional do momento é pelo modelo paywall do The New York Times. Com ele, pela primeira vez nós estamos experimentando a multiplicação dos pães e o jornalismo de qualidade será pago por aquele que valoriza?, afirmou Genesini. Ameaçado pela crise econômica norte-americana, e precisando reduzir custos para aumentar seu faturamento, o The New York Times viu na criação do paywall uma possibilidade de fazer isso sem reduzir a qualidade de seu conteúdo. Foram dois anos de estudos, até sua implantação em março de 2011. ?Apesar das inúmeras críticas recebidas no começo, em algum tempo as pessoas começaram a perceber que o sistema era viável e hoje, mesmo com ele em prática, continuamos obtendo os mesmos números de visitação que antes e conseguimos inclusive um aumento de 10% em publicidade?, explicou Greenspoon.
Insi e Abraji promovem curso de segurança para jornalistas
Começa no final do mês o curso Segurança para Jornalistas em Área de Conflito, treinamento realizado pelo Insi (International News Safety Institute) em parceria com a Abraji, com apoio do Sindicato dos Jornalistas do Município. Destina-se a repórteres, produtores, motoristas, fotógrafos, cinegrafistas e editores que orientam os profissionais durantes as coberturas de risco. Na pauta, a importância de se planejar a reportagem com antecedência, os procedimentos durante um tiroteio e o estresse de quem trabalha em locais perigosos, entre outros temas. As empresas de mídia financiam o curso e indicam os funcionários que dele vão participar. O Sindicato incluiu esta proposta no acordo coletivo de 2012. Realizado pela primeira vez em 2007, este é o terceiro treinamento ministrado pelo Insi, organização internacional sem fins lucrativos que reúne especialistas em segurança da imprensa e que se associou à Abraji no ano passado para criar o Insi América Latina, com o objetivo de ampliar a segurança dos jornalistas na região. Marcelo Moreira, presidente da Abraji, é o representante no Brasil, e atua no aconselhamento e orientação para os jornalistas, sempre que precisarem. A pedido do Sindicato, os especialistas se comprometeram a fazer um relatório sobre protocolos de segurança para jornalistas no município do Rio, depois de terminado o curso, para sugerir medidas a serem tomadas pelas empresas para a proteção de seus funcionários.
Ricardo Vasconcelos estreia CBN Automóvel em Salvador
A CBN Salvador estreou na última semana o programa CBN Automóvel, com Ricardo Vasconcelos, que estava na Rádio Metrópole havia 11 anos, mais recentemente no Programa do Automóvel. Agora, vai ao ar de 2ª a 6ª.feira, das 14h às 15h, e aos sábados, das 9h às 10h, na FM 100,7, sempre ao vivo, com pautas dedicadas a novidades e lançamentos do setor, além de tirar dúvidas de ouvintes e enfatizar a educação no trânsito. Impresso ? Às 6as, participa do programa Antônio Meira Jr., editor do caderno Autos do jornal Correio ? integrante da Rede Bahia, grupo que também controla a CBN na cidade. Entre outras coisas, Antônio antecipa parte do conteúdo a ser publicado no sábado no impresso. Neste 18/8, por exemplo, o caderno traz uma avaliação do Land Rover Freelander 2 HSE a diesel, um teste do Chevrolet Sonic LTZ e a quinta reportagem da série especial sobre a Rota 66.
Vaivém das redações!
Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia e Ceará. São Paulo: Mariana Poli começou recentemente na Abril como editora da revista Viva Mais. Ela estava em sua segunda passagem pelo Agora São Paulo, em Cidades, como repórter de Comportamento, e antes ficou por um ano e meio no R7, como editora de Moda e Beleza.A repórter e editora Maiá Prado assume a edição nacional do Bandnews TV no lugar de Ulda Toledo, que deixou o canal para fazer campanha política. Glenda Andrade comanda a editoria de Inter no lugar de Nathalia Watkins.Guilherme Yoshida é o novo repórter de Imóveis do ZAP. Com passagem pelo Esporte da Folha de S.Paulo, ele integra a equipe da editora Verônica Lima, ao lado das repórteres Olivia Caires e Thalita Real. Seus novos contatos são [email protected] e 3365-3900, ramal 829.Denise Carvalho, ex-colunista do Brasil Econômico, é a nova sócia da agência Fato Relevante, ao lado de Adriana Souza Silva (ex-Bovespa, Veja, IstoÉ e outros) e Cristiane Piatto (ex-Toyota e Bovespa). Em mais de 15 anos de carreira, Denise teve passagens por Exame, Valor Econômico, Veja, TV Cultura e Agência Estado. A agência também comemora a conquista da conta do evento de finanças pessoais Expo Money-São Paulo. Minas Gerais: Na BH News, Marnês Costa deixou a Produção de Jornalismo da emissora, mas continua se dedicando à agência Na Comunicação.Liza Chalub é a mais nova repórter do Diário do Comércio.Guilherme Reis chega à editoria de Política de O Tempo.Natália Vieira deixou a Produção do Emprego e Renda da Rede Minas e começou como produtora de Jornalismo da casa. No lugar dela ficou Gabriela Cosa Sousa.Washington Luís e Camila Kifer deixaram a redação da BandNews FM e foram para a Rádio Esportes FM, do mesmo grupo. Distrito Federal: A repórter Cibele Maciel chegou à redação do Destak Brasília na vaga de Carolina Oliveira, que deixou o jornal há algumas semanas. Anteriormente também havia deixado a redação a editora-adjunta Isabel Freitas, substituída por Renata Meliga, da reportagem. Bahia: Valeria Íbalo e Manuela Matos deixam a equipe do online da Tribuna da Bahia; a primeira passa para o impresso, enquanto a segunda segue para a equipe de jornalismo do candidato à Prefeitura ACM Neto (DEM). Rosiane Pinheiro começou como repórter do programa Universo Axé da TV Aratu (SBT). E Eder Luis Santana ([email protected]), ex- A Tarde, está na sucursal da Folha de S.Paulo em Salvador. Ceará: Na TV Jangadeiro, Katiúza Rios foi recontratada após temporada na TV Cidade. Outro que chega é Ilam Gurgel, vindo da TV União, para apresentar o Gente na TV no lugar de Weberte Lemos, que volta para a reportagem. Nilson Fragata deixou a emissora para assumir uma campanha eleitoral.Maísa Vasconcelos deixou a TV Diário e foi confirmada no quadro da NordesTV.Manuella Nobre passou a integrar a equipe de jornalistas da Prefeitura de Sobral.
Memórias da Redação – Spaghetti e a Central de Polícia
A história desta semana é novamente uma colaboração de Renato Lombardi ([email protected]), comentarista para os assuntos de segurança e Justiça da TV Record. Spaghetti e a Central de Polícia Outro dia fui ao centro velho de São Paulo encontrar um promotor de Justiça e decidi, depois da nossa conversa, dar uma volta por aquelas ruas onde andei quando comecei minha carreira de jornalista cobrindo os assuntos policiais. Claro que o centro mudou. Do restaurante Gouveia do famoso churrasquinho a vinagrete das madrugadas, nem sombra. Do restaurante Papai da Sé, também. A chegada do metrô mudou aquela região da cidade. E para pior. Fui até o Pátio do Colégio e parei em frente ao prédio onde morou a Marquesa de Santos e por anos funcionou o plantão da Central de Polícia onde comecei a dar meus primeiros passos como repórter e a escrever minhas primeiras reportagens. Casarão antigo que hoje está restaurado. Tinha no térreo o plantão com delegado e demais policiais. A sala da Guarda Civil. Nos fundos do corredor, ao lado dos banheiros, a sala da imprensa, território dos repórteres de polícia que aguardavam os acontecimentos e, como na música, rolavam dadinhos. Só não jogavam bilhar. Foram muitos os jornalistas que por ali passaram. Um deles, Maurício de Sousa, tornou-se o principal criador de revistas infantis do País com Mônica, Cascão e companhia. Quando cheguei, Maurício tinha voltado para a redação alguns meses antes. Mas havia ainda nas paredes desenhos e caricaturas feitas por ele. Entre os repórteres veteranos, havia um com quem aprendi a lidar com delegados, escrivães e investigadores. Ele tinha um jeito todo especial quando telefonava para os plantões das delegacias dos bairros. As ocorrências da região central eram trazidas para onde nós estávamos: o Plantão da Central de Polícia. – Caro, caríssimo! – dizia ele. Alguma coisa boa por ai? Eu ficava pensando todas as vezes que o ouvia falar daquela maneira como poderia ser coisa boa os assassinatos, acidentes com feridos e mortos, incêndios, tragédias do cotidiano que a polícia passava. Um dia criei coragem e perguntei porque ele usava aquela expressão, “coisa boa”. – A gente vai atrás dos grandes casos. Então, tem que ser coisa muito boa para que possamos ir com fotógrafo e voltarmos com uma bela reportagem. O nome era Silvio Nunes. Mas todos – policiais e jornalistas – o conheciam por Spaghetti. Era magro, um pouco surdo. O apelido fora dado por um amigo de infância: adorava macarrão. Eu trabalhava no Notícias Populares. Ele no Diário da Noite. Meu plantão era das 7 da noite à uma da madrugada. Os jornais mantinham repórteres durante 24 horas. Numa noite de muita chuva, Spaghetti estava na porta do plantão quando um rapaz se aproximou e falando baixo perguntou onde estava o delegado, porque queria confessar a morte do pai. A surdez fez com que Spaghetti entendesse que o rapaz estava procurando o pai, um delegado. O plantão naquela noite era de Ortega Granado, que além de solteiro tinha outras preferências. Eu estava perto e ao ver a dificuldade em Spaghetti entender o rapaz perguntei o que queria. – Ele está procurando o pai, que é delegado. O jovem, pouco mais de 25 anos, virou-se para mim e falou que queria conversar com o delegado porque matara o pai. Achei que estava bêbado mas decidi levá-lo até o delegado, que não acreditou no rapaz, mandando que voltasse para casa ou iria fazer com que dormisse no xadrez. Quando soube da verdadeira história do jovem, Spaghetti me perguntou se eu acreditava. Fomos atrás do rapaz, que, parado no Pátio do Colégio, olhava para a Igreja de Anchieta. Estudante de Direito, contou que morava com o pai na Bela Vista, discutira com ele e o matara, para em seguida cortar a cabeça com uma faca. Decidimos levar o jovem de volta ao plantão e convencer o delegado a verificar a história. – Não é possível que até vocês acreditaram nesse xarope!, exclamou Granado. Um investigador e um motorista foram até a casa. E nós fomos juntos. E era verdade. O corpo do homem morto pelo filho, um advogado aposentado, estava na sala. A cabeça ao lado de um sofá. O rapaz foi levado para a Central e autuado. Uma tia, irmã do pai, chegou de madrugada e disse que ele tinha problemas psiquiátricos que se acentuaram depois da morte da mãe. Meses depois de autuado, o rapaz foi internado no Hospital de Franco da Rocha, o Juqueri Desde esse dia, quando chegava alguém fazendo perguntas, Spaghetti mandava repetir e se eu estava por perto me chamava. Ele trabalhava no Diário da Noite. Morreu faz alguns anos. Naquela época, início dos anos 70, São Paulo tinha vários jornais: Diário da Noite, primeira e segunda edição, Diário de São Paulo, Última Hora, primeira e segunda edição, Estadão, Folha, Folha da Tarde, Notícias Populares, Diário Popular, A Hora, O Esporte, A Gazeta Esportiva, A Gazeta, O Dia, Correio Paulistano. A sala da imprensa da Central fechou quando a polícia mudou para o Palácio das Indústrias, no Parque Dom Pedro II, prédio projetado pelo escritório de Ramos de Azevedo em 1920. Em 1992, virou sede da Prefeitura. Hoje é um museu.
Dança das cadeiras prossegue no R7
Além das contratações noticiadas semana passada, seguem as movimentações no R7. A área de Entretenimento do portal passou por reestruturação, tendo os editores sido divididos por área de atuação com o objetivo de ganhar mais agilidade. Assim, Marco Bezzi é o editor responsável por Música, Jovem e Cinema; Beatriz Cioffi passa a editar Moda e Beleza, Receitas e Dietas, e Bichos; Paula Morales assume a coordenação de Famosos e TV, que é editado por Renata Sakai, vinda do Ego; Odair Braz Jr. fica com blogs e redes sociais, além de Humor e Jogos; e a editora Juliana Damasceno Vasquez cuida da pauta do canal. Com a reestruturação, Miguel Arcanjo Prado passa a editor de Cultura do R7, além de continuar à frente do blog Atores & Bastidores, sobre teatro (www.r7.com/teatro). A edição dos sites da Rede Record está sob a responsabilidade do gerente Claudio Melqui. A edição de Brasil está a cargo de Rafael Hakime. Interinamente, Ligia Braslauskas, gerente de Notícias do R7, passou a coordenar a cobertura eleitoral, no lugar de Elson Liper, que deixou o portal. Quem também saiu foi a repórter Letícia Mendes.
André Blumberg assume Direção Geral de A Tarde
André Blumberg assumiu na última 4ª.feira (15/8) a direção geral do grupo baiano A Tarde, em substituição a Edivaldo Boaventura, que ficou 16 anos no cargo e passa a integrar o Conselho Editorial do grupo, além de participar das comemorações do centenário do jornal como co-organizador de um livro. Psicólogo pós-graduado em Política e Estratégia, Blumberg foi gerente geral da filial Nordeste da Gazeta Mercantil, gerente geral Comercial na Folha de S.Paulo e diretor geral do Alô Negócios. Atuou ainda como CEO do Grupo Planeta e diretor da Editora Escala. Recentemente foi sócio-diretor da Editora Casa Nova, onde permaneceu até 2011. Atualmente, como sócio-diretor da BD Editora, desenvolve um projeto de revistas customizadas, como as de Abimaq e Pais e Filhos.







