O projeto 1000 em 1, pelo qual 100 duplas de estudantes de Jornalismo de todo o País vão entrevistar jornalistas de diversas regiões e veículos durante um ano para fazer em vídeo o making of de 1.000 matérias premiadas, terá largada oficial durante a cerimônia do 34° Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, que ocorre em 23/10 no auditório do Tuca, em São Paulo. Desde o Congresso da Abraji, em julho, quando foi pela primeira vez apresentado, o projeto vem sendo desenvolvido em caráter experimental. A proposta é reunir duplas de estudantes de jornalismo para entrevistarem jornalistas premiados sobre o processo de realização de suas reportagens mais célebres, tendo como meta o registro de mil depoimentos em vídeo, no prazo de 12 meses. Os idealizadores são a editora-assistente de O Globo Angelina Nunes, o repórter da Folha de S.Paulo e sócio-fundador da Abraji Marcelo Soares e o diretor da Oboré Sérgio Gomes, que esperam, por meio da iniciativa, construir uma ponte entre os mais renomados profissionais do mercado e as universidades. Os jornalistas a serem sabatinados serão definidos a partir do ranking Os Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos, realizado por este Jornalistas&Cia, com apoio metodológico do Instituto Corda. Para o projeto, o cartunista Laerte desenvolveu a marca: um cisne que, enquanto plana suavemente sobre a água, pedala intensamente sob ela ? uma analogia ao grande esforço necessário para atingir a meta, que resultará sutil na tela. Cada vídeo terá dez minutos e deverá ser apresentado em 15/10/2013, durante o 8° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, evento que ocorrerá na PUC-RJ. Duplas interessadas em participar devem enviar mensagem para [email protected] com nome completo e idade dos estudantes; município(s) e estado(s) de residência; nome da(s) universidade(s) em que estudam e sua(s) respectiva(s) localidade(s); curso, ano e semestre de cada integrante da dupla; e endereços eletrônicos e telefones para contato. Os organizadores do projeto procuram mais apoiadores e patrocinadores entre empresas responsáveis por prêmios jornalísticos, faculdades de comunicação e instituições de promoção e pesquisa de jornalismo. Mais informações em www.obore.com.br ou com a equipe comercial deste J&Cia (Silvio Ribeiro ? [email protected]; e Oswaldo Braglia ? [email protected]).
Estadão e O Globo estreiam parceria em cadernos especiais
O Estado de S.Paulo e O Globo lançaram nessa 2ª.feira (15/10), o primeiro de quatro cadernos especiais de economia com temas de impacto sobre o futuro do País, que juntos integram a série Desafios brasileiros. As duas redações vão trabalhar em conjunto nas pautas e levar entrevistas, análises e opiniões. Os cadernos terão o mesmo conteúdo e a mesma distribuição de pautas. A única diferença será o projeto gráfico, peculiar a cada empresa, que seguirá respeitado. Em São Paulo, o projeto é coordenado por Ricardo Grinbaum, editor de Economia & Negócios, e Cley Scholz, chefe de Reportagem, com participação de repórteres desse caderno e de outras editorias, acrescido de análises de colunistas como Celso Ming, José Paulo Kupfer, Rolf Kuntz, Suely Caldas e Ethevaldo Siqueira. No Rio, a coordenação da equipe está a cargo de Silvia Fonseca, editora-executiva de produção de O Globo, com a editora de Economia Cristina Alves e a editora-assistente Lucila de Beaurepaire. Os repórteres vão se revezar conforme a especialidade de cada um e o tema de cada caderno. Entre os colunistas estão confirmados Miriam Leitão e George Vidor. O primeiro caderno chegou às bancas com o tema A competitividade da economia brasileira. Em 22/10 a pauta será Mercado de trabalho e educação; em 5/11, Energia e economia verde; terminando em 12/11 com Infraestrutura e Logística. Para o anunciante, o acordo oferece uma tiragem de 500 mil exemplares por semana, com publicação e circulação simultânea nos dois veículos, o que representa mais de 2,5 milhões de leitores.
Memórias da Redação – O sorriso da discórdia
No terceiro de quatro textos sobre Matías Molina, extraídos do livro Matías M. ? O ofício da informação, Nora Gonzalez traz a relação entre o exigente editor-chefe e o trabalho dos famosos desenhos em bico de pena da Gazeta Mercantil. Ex-editor-chefe da GZM, Molina completou 75 anos no final de julho e, para homenageá-lo, seu filho caçula e também jornalista Maurício Martínez fez as vezes de editor e convidou no ano passado 28 profissionais que conviveram com o pai em algum momento de sua vida a escrever um capítulo sobre como era o chefe. Nora ([email protected]), PR Manager Latin America da Fico, está entre esses autores. Ela fez algumas contextualizações para a republicação. Os títulos são de J&Cia. O sorriso da discórdia Trabalhar na Gazeta Mercantil, nas suas boas épocas, entre os anos 1980 e 1990, era sempre muito emocionante. A constante cobrança do editor chefe Matías Molina era ao mesmo tempo a melhor e a pior parte. A melhor, porque se aprendia muito. A pior, porque havia que aguentar um monte de perguntas e responder aquilo que achávamos que ninguém questionaria. Precisão e atenção aos mínimos detalhes eram uma verdadeira obsessão dele. Quando se trabalhava na edição, como era o meu caso, pior ainda. E não adiantava argumentar que havia coisas que não estavam no nosso controle. Bico de pena, aquele artístico precursor da fotografia, era um desses casos. Ao diagramar uma matéria, pedíamos o bico de pena do entrevistado, mas ele não subia para a redação, ia direto para a composição, sem que o editor o visse. Enquanto Ozires Silva foi presidente da Embraer, tudo ótimo. Tínhamos um bico de pena dele muito bom, feito pela Conceição Cahu, perfeito, com um ligeiro sorriso, discreto, a cara do Ozires. Mas eis que um dia ele foi convidado para ser ministro de Minas e Energia. Eram épocas de inflação à solta. Mês sim, mês também, os combustíveis subiam uma barbaridade, coisa de 20 ou 30% de cada vez. No primeiro mês, pedi o bico do ministro. No dia seguinte, lá estava minha página de Energia escancarada na mesa do Molina e o retratinho circundado por uma implacável caneta vermelha. ?Nora, como é que pode? Aumento de 25% nos combustíveis e o ministro sorrindo? Isso é um absurdo. Troque já esse bico de pena?, ouvi com aquele sotaque inconfundível. Sai da sala e pedi que a Arte fizesse um novo bico de pena e expliquei meus argumentos. Bem, como todos estávamos sempre supercarregados, meu pedido caiu naquele buraco negro que surgia com frequência entre os andares do prédio da Major Quedinho. Mas eu não sabia disso. Dai a 15 ou 20 dias, novo aumento, da mesma magnitude. Novamente pedi o bico de pena, fechei a página e ingenuamente fui para casa achando que entraria o novo bico, mais sério. Ledo engano. Ninguém havia feito um novo. No dia seguinte, novo puxão de orelhas. E eu era louca de dizer que isso não passava por mim? De jeito nenhum. Encarei valentemente a bronca e decidi que não haveria uma terceira vez. Pedi a pasta com as fotos e os bicos de pena do Ozires Silva. Sim, era em papel, mesmo. Bons tempos em que não havia protocolos nem coisas ao alcance de um clique. Era tudo na base da confiança. Discretamente, tirei da pasta o único bico de pena com aquele sorriso que já me dava nos nervos e todas as fotos em que o simpático Ozires esboçava uma cara cordial. Fui ao banheiro e picotei tudo bem, bem pequeninho. Devolvi a pasta para o Centro de Informações e dois dias depois, pedi o bico de pena do ministro, que, misteriosamente, não estava mais dentro da pasta. Mas como pode acontecer isso? Preciso dele para hoje! Vão anunciar aumento de combustíveis! Rapidamente, o pessoal fez outro bico de pena. Levei uns cinco anos para contar isso para o Molina e a própria Cahu, o que na época rendeu boas risadas.
Anunciados os vencedores do J&Cia/HSBC de Imprensa
Divulgados os vencedores da edição 2012 do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade. 1.023 trabalhos de 572 jornalistas de todo o Brasil concorreram às 13 premiações, que distribuirão R$ 102 mil, em valores líquidos. As premiações especiais foram para o Valor Econômico (Veículo do Ano em Sustentabilidade), Portal Planeta Sustentável (Veículo do Ano Especializado em Sustentabilidade) e professor Ricardo Abramovay (Personalidade do Ano em Sustentabilidade). A festa de premiação está marcada para 30/10, no espaço EcoHouse (rua Amaro Cavalheiro, 158, Pinheiros), em São Paulo. A edição especial de Jornalistas&Cia que traz a relação de trabalhos vencedores você confere aqui.
De papo pro ar ? Cara de um, cara do outro
Essa aconteceu em Belém, do Pará.
O misto de cantor e humorista Falcão cantarolava suas besteiras para uma multidão quando uma dezena ou mais de sujeitos vestidos e parecidos com ele invadiu o palco. Confusão formada, a segurança interveio descendo o braço em todo mundo. Todos foram expulsos do palco, inclusive o verdadeiro Falcão; que também apanhou.- E só não fui levado pra delegacia porque meu empresário apareceu para me identificar.
Call Center anuncia a leitores fim do JT
A redação do Jornal da Tarde se surpreendeu na tarde desta 4ª.feira (10/10) com o contato de leitores preocupados com o futuro do jornal. O departamento de assinaturas, por meio de seu Call Center, começou a informar aos que ligavam para assinar ou renovar assinaturas que isso não seria possível pois o jornal seria descontinuado, conforme a empresa havia orientado. Num teste a que este J&Cia teve acesso, a atendente assegurou que o JT encerraria suas atividades até o final do ano e que seu conteúdo, incluindo cadernos como Esportes e Jornal do Carro, mudariam integralmente para dentro do Estadão. A redação, surpresa com a norma ? que teria sido baixada há duas semanas ?, mobilizou-se imediatamente para exigir uma explicação da direção da empresa sobre a situação real do JT e chegou a paralisar o trabalho por um período. O diretor de Conteúdo do Grupo Estado Ricardo Gandour afirmou que não é verdade que o Jornal da Tarde vá acabar e atribuiu a um erro do Call Center a confusão, o que estava sendo reparado. Gandour disse que a empresa tem vários planos para o JT e está estudando as melhores alternativas dentro do portfólio do Grupo Estado para fortalecer e alavancar a marca.
Movimento Landell de Moura – Landell vai virar filme
A produtora paulista Videográfica acaba de receber autorização para captar recursos para a realização do filme Landell de Moura, o brasileiro que inventou o rádio, primeiro documentário longa-metragem sobre a vida e obra de Roberto Landell de Moura, padre-cientista pioneiro das telecomunicações, que não foi devidamente reconhecido em sua época e até hoje é relativamente pouco conhecido dos brasileiros. O filme é uma iniciativa de Rogério Garcia, profissional de televisão que dirige a produtora. Com aprovação no Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (ICMS/SP) e pela Lei do Audiovisual, Garcia produzirá a obra baseado no livro Padre Landell de Moura, um herói sem glória (Record), de Hamilton Almeida. O ProAC foi criado em 2006 e concede benefícios fiscais aos patrocinadores de projetos previamente aprovados, como é o caso desse filme. A materialização do inédito filme entra, agora, portanto, na etapa de busca de patrocinadores. Mais informações no www.videografica.com.br. O legado do Padre Landell de Moura, 100 anos depois será o tema de mesa-redonda na Feira do Livro de Porto Alegre, em 6/11, às 16h, na Sala dos Jacarandás do Memorial do RS. Alexandre Gadret, Rualdo Menegat, Sergio Zambiasi e Deborah Pilla Villela debatem o desenvolvimento e o papel da ciência, da tecnologia e da inovação em nossos dias a partir do legado do padre-cientista.
Jornal do Commercio (RJ) anuncia mudança de sede
Tão logo terminou a festa de aniversário, o Jornal do Commercio começou a arrumar as malas para a mudança de sede. O presidente Maurício Dinepi comunicou aos funcionários, em 4/10, que o edifício na rua do Livramento havia sido vendido após dois anos de negociações. Os Diários Associados compraram então um conjunto de prédios que pertencia à Carioca Engenharia, na rua Fonseca Teles, em São Cristóvão. Ali vão funcionar a redação do JC, a administração geral, e servirão ainda para ampliar a parte industrial, com mais unidades impressoras, e para a modernização da área de pré-impressão, com o apoio de Brasília. Um prédio se destina exclusivamente às rádios Tupi e Nativa. A direção estima em um ano o prazo para as obras de adaptação e a mudança.
Censura judicial e ameaças de morte ferem imprensa livre
O Blog do Noblat foi obrigado a tirar da rede fotos que publicara da senadora Vanessa Grazziotin (PC do B), candidata à Prefeitura de Manaus, contra Arthur Virgilio (PSDB). A decisão liminar proferida pela juíza Naira Neila Batista de Oliveira Norte tem relação com uma cusparada que a política recebeu ao chegar a um debate em Manaus. Após o episódio, Vanessa relatou, durante discurso no Senado, que foi atingida por um ovo. Imagens circularam nas redes sociais atestando que ela foi vítima de um cuspe. Até mesmo um assessor da candidata a teria desmentido. O blog relatou os fatos e os ligou a uma suposta capitalização da ovada em prol da campanha eleitoral. Em 6/10 foi notificado e, no lugar das fotos, colocou uma tarja em que se lia ?CENSURADO?. O caso envolvendo o blog de Ricardo Noblat acontece poucos dias depois de Fábio Pannunzio, repórter e âncora da Band, anunciar o fim de seu próprio endereço digital. No post derradeiro do Blog do Pannunzio, de 26/9, ele enumera alguns processos que recebeu por causa das críticas publicadas na internet nos últimos anos, e conclui: ?A gota d`água foi uma carta que recebi do escritório de advocacia que representa [o secretário de Estado da Segurança Pública de SP, Antônio] Ferreira Pinto num processo civil, que ainda não conheço, comunicando decisão liminar de uma juíza de primeiro grau que determinou a retirada do ar de um post cujo título é A indolência de Alckmin e o caos na segurança pública?. Em artigo publicado no Estado de S. Paulo em 4/10, Eugênio Bucci relembrou outro episódio recente de marretada judicial desferida por político sobre a liberdade de expressão de um desafeto. Intitulada A liberdade do Google é a nossa liberdade, o professor da USP faz um retrospecto de casos de pressão política sobre jornalistas por vieses jurídicos desde a proibição imposta pela família Sarney ao próprio jornal, em julho de 2009, chegando à decisão de um juiz eleitoral do MS para que o Google retirasse do youtube um vídeo com críticas ao candidato à Prefeitura de Campo Grande Alcides Bernal (PP). O diretor-geral da multinacional no Brasil, Fabio Coelho, chegou a ser preso por descumprimento da ordem. Em argumentação irretocável, Bucci escreve: ?Essa nova irracionalidade traz um potencial destrutivo considerável. Podemos resumi-la numa frase curta: ?A defesa da liberdade de imprensa é coisa da direita, é uma agenda patronal?. Trata-se de uma proposição absurda, irrefutavelmente absurda, tanto quanto esta outra, muito difundida na seara da direita, segundo a qual ?essa conversa de direitos humanos só serve para proteger bandidos?. Mesmo assim, esse absurdo comove pequenas multidões?. E encerra: ?Cabe às lideranças políticas a tarefa de sepultar a crença obscurantista de que a liberdade só interessa à burguesia. Já é tempo de saber que a nossa liberdade somente encontra espaço para prosperar quando a gente se empenha em expandir a liberdade do outro. A liberdade de imprensa não é um privilégio de jornalistas ou dos meios de comunicação: é um direito de todos nós?. A escalada de ataques políticos contra a imprensa tomou forma mais assustadora no isolamento recente do repórter André Caramante, da Folha de S.Paulo, e de sua família em país desconhecido, por causa de ameaças de morte. Não é resultado direto de decisão judicial, mas relaciona-se à mentalidade ?conversa-de-direitos-humanos-só-protege-bandidos? ilustrada por Bucci. O repórter vinha sendo ameaçado desde que publicara, em 14/7, a matéria Ex-chefe da Rota vira político e prega a violência no Facebook. O texto se referia ao coronel reformado da PM Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada, que soltou uma faísca de perseguição contra Caramante. A turba de entusiastas ganhou vida própria, cresceu, tornou-se temerosa. E levou o repórter e a diretoria da Folha a optarem pelo seu isolamento, repercutido em diversos veículos ? leia aqui http://bit.ly/epoca0910 uma longa entrevista de André a Eliane Brum. A Abraji lamentou o afastamento de André por meio de nota pública e exigiu célere investigação das ameaças, assim como o Sindicato de Jornalistas de São Paulo. Outras entidades também se manifestaram contra esse e outros casos ? a ANJ acusou a censura a Noblat como ?afronta à Constituição?. Muitos comentaristas e articulistas se manifestaram sobre os abusos recentes, tanto em pequenos blogs como em mídia de amplo alcance. Infelizmente, surtiu pouco efeito. Com 89.053 votos, o coronel Telhada foi o 5º vereador mais votado de São Paulo.
Feira do Livro de Frankfurt movimenta autores jornalistas
Começa nesta 4ª.feira (10/10) na Alemanha a 64ª edição da Feira Internacional do Livro de Frankfurt, maior mostra editorial do mundo. Para o dia 11, 5ª.feira, está marcada coletiva de imprensa que vai anunciar o Brasil como país homenageado na edição do ano que vem. O presidente da feira Juergen Boos, o presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) Galeno Amorim e a presidente da Câmara Brasileira do Livro Karine Pansa apresentam a logomarca oficial, a programação cultural e dados sobre o estande brasileiro. A participação do Brasil conta com o reforço do programa de tradução de nossos autores no exterior, iniciado em 2011, e que oferece bolsas a editoras estrangeiras para os publicar. A FBN lança em Frankfurt o primeiro número de Machado de Assis ? Literatura brasileira em tradução, revista bilíngue criada com apoio do Instituto Itaú Cultural, da Imprensa Oficial de São Paulo e do Itamaraty para apresentar a literatura brasileira ao mercado editorial internacional. A publicação será trimestral, em formato digital, com duas edições impressas anuais. Dela fazem parte nove autores, que o Ministério da Cultura leva como convidados para a Feira, entre eles Cristovão Tezza (mantém colunas em Folha de S.Paulo e Gazeta do Povo), Luiz Ruffato (formado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, exerceu o jornalismo em São Paulo), J.P. Cuenca (ex-Tribuna da Imprensa, JB, revista TPM, suplemento Megazine de O Globo, comentarista do Estúdio i da Globo News), Michel Laub (ex-editor da revista Bravo, coordenador das publicações do Instituto Moreira Salles, atualmente colaborador de Contigo e Folha de S.Paulo, entre outras publicações). Quem tiver interesse na cobertura em Frankfurt ou no noticiário gerado de lá pode entrar em contato com a assessoria de Comunicação e Imprensa da FBN, no Rio, a cargo de Alice Watson ([email protected] e 21-3095-3848 / 7154-4830).







