Aumenta o burburinho em torno da 11ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, que ocorre entre 3 e 7 de julho. Apresentam-se 41 autores contemporâneos, entre poesia e prosa, ensaios e microrrelatos em obras de ficção. Miguel Conde, o diretor de programação, ressalta o que aparece na mostra em termos da relação da literatura com cinema, música e arquitetura, quebrando a linha divisória entre as artes. Graciliano Ramos, no ano em que se comemoram 120 de seu nascimento, é o homenageado desta edição. Serão lembrados, além do privilegiado autor de Vidas secas, entre tantos livros, sua face de encarcerado, o administrador que foi prefeito no interior, diretor da Imprensa Oficial em Alagoas e inspetor federal de ensino no Rio de Janeiro. Desde os primeiros trabalhos a aparecerem na revista carioca O Malho, passando pelo ofício de revisor do jornal Correio da Manhã, e as inúmeras publicações em revistas, o lado jornalista de Graça também se destaca. O jornal O Globo monta exposição na Casa da Cultura sobre a vida e obra do homenageado, a partir de uma viagem do repórter André Miranda e do fotógrafo Custódio Coimbra a Alagoas, terra natal de Graciliano, mostrando a aridez do Nordeste integrada à obra do autor. E ainda um estudo dos manuscritos deixados por ele como revisor de textos. A exposição Graciliano – A ética da escrita tem curadoria de Miguel Conde; Mànya Millen, editora do caderno Prosa do jornal; e Hugo Sukman, da Fundação Roberto Marinho. Na primeira mesa temática, o repórter Guilherme Freitas conversa com a autora americana Lydia Davis e o tradutor Samuel Titan. Na segunda, André Miranda recebe o argentino Eduardo Sacheri. Uma aula-show em parceria com a editora Companhia das Letras homenageia Vinicius de Moraes e traz músicos. Depois da Flip, parte da mostra estará na Casa do Saber, no Rio, quando Miranda e Coimbra vão contar os bastidores da sua viagem.
Vaivém das redações!
Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco e Ceará: Rio de Janeiro: Sérgio Spagnuolo deixou a reportagem da Reuters, onde estava havia dois anos, primeiro em São Paulo, depois no Rio. Passou anteriormente, entre outros, por IstoÉ Dinheiro, Mergermarket, Estadão e iG. Seus contatos são sergio_assf@yahoo.com.br e 21-9778-1844. Distrito Federal: Depois de três anos no cargo e 21 anos de casa, a editora-chefe do Jornal de Brasília Maria Eugênia deixou no final de maio a empresa. Desde 5/6, quem responde pelo cargo é Paulo Gusmão, que retorna ao jornal depois de atuar em assessoria. Maria Eugênia continuará, no entanto, a colaborar com a publicação na coluna diária Ponto do Servidor. Patrícia Cordeiro, com passagens pelo SBT em Natal e TV Tropical, afiliada local da TV Record, está cobrindo o período de férias do repórter Carlos Balbino no SBT Brasília. Minas Gerais: O repórter e apresentador Richard Furst tirou férias na CBN e logo em seguida entrará de licença até o início de 2014 para se dedicar a um projeto no Egito. Foi selecionado para integrar o mini-Academs, instituto cultural ligado à Universidade do Cairo, para trabalhar como um dos supervisores do programa, apresentando a cultura ibero-americana a crianças e adolescentes do Oriente Médio. Na ausência dele as sugestões de pauta devem ser enviadas para jornalismobh@cbn.com.br ou claudia.giuza@radioglobo.com.br. A repórter Shirley Souza (shirley.souza@cbn.com.br) assumirá as funções de Richard nos programas Bom Programa no Fim de Semana, Entrevista de Cultura e Cultura em Cartaz. Luiz Fernando Rocha deixou a BandNews FM para assumir a chefia do jornal Metro BH, do mesmo Grupo Bandeirantes. Na rádio, as sugestões devem seguir para pautabh@band.com.br ou Flávia Ivo (fpereira@band.com.br), que segue na Chefia de Reportagem. No Metro, Luiz Fernando pode ser contatado pelo 31-3349-5342. Com as férias de Luciana Leite no Diário do Comércio, quem recebe as pautas de Economia e Negócios na ausência dela é o chefe de Reportagem Eric Gonçalves (pauta@diariodocomercio.com.br). Já no caderno Infocom do Hoje em Dia quem está de férias é a repórter Franciele Xavier. Nesse período, as pautas devem ser enviadas para Homero Lopes (hlopes@hojeemdia.com.br). Pernambuco: A Folha de Pernambuco cortou dez profissionais, inclusive o diretor de Redação Henrique Barbosa. No lugar dele assumiu Patrícia Raposo, que foi repórter da Veja Recife, editora de Economia do Jornal do Commercio e correspondente-editora da Gazeta Mercantil para o Nordeste. Há expectativas de quatro desligamentos na Rádio Folha, do mesmo grupo. Rumores dão conta de que o Grupo Schincariol teria interesse na compra do sistema de comunicação. No Jornal do Commercio, Flávia de Gusmão, que já passou pelas editorias de Moda e Gastronomia, assumiu a coluna social Dia a Dia no lugar de Roberta Jungmann. A ONG Diaconia abriu processo seletivo para a contratação de assessor de comunicação no Recife. Interessados devem enviar currículos para higor@diaconia.org.br. Mais informações pelos 81-3221-0508 / 9646-1569. Ceará: Carla Soraya, ex-TV Verdes Mares e TV Diário, estreia na TV Assembleia com o Almanaque Cultural. Paulo Sérgio Cordeiro se fixa como apresentador do Jornal da Câmara na TV Fortaleza. Lúcio Filho estreou como narrador esportivo na Rádio O Povo-CBN.
Memórias da Redação ? Chapéu no dr. Ruy
Temos esta semana um estreante no espaço: Paulo Camargos (paulo.camargos@fsb.com.br), que gerencia o atendimento a clientes do setor público pela FSB de Belo Horizonte, onde está desde 2006, e assessora o ex-ministro Walfrido Mares Guia. Formado pela UFMG, integrou a equipe do Jornal dos Bairros e foi um dos fundadores dos Cadernos do CET, de educação popular. Colaborou com o jornal Em Tempo e trabalhou nas sucursais de Folha de S.Paulo, Estadão e O Globo em BH. Também foi repórter e pauteiro do Hoje em Dia, editor de Primeira Página e de Política de O Tempo e prestou serviços às agências Setembro e DNA. Participou das campanhas eleitorais de Aécio Neves (1992), Amilcar Martins (1996), do ex-presidente Lula (2006), de Itamar Franco (2010) e coordenou a assessoria de imprensa da campanha do prefeito Marcio Lacerda em 2012. Diz ele: “Resolvi rabiscar um ‘causo’ de redação que não vivi pessoalmente, mas que me foi relatado por um colega já falecido. A explicação está no final do texto e faz parte dele”. Chapéu no dr. Ruy (*) Na década de 1970, alguns jornalistas do Jornal da Tarde tinham o hábito de fazer uma rodinha na redação da rua Major Quedinho para bater bola depois do fechamento. A esfera era feita com as laudas de papel que ficavam espalhadas pelo chão. A brincadeira acontecia num corredor largo, delimitado pelas mesas repletas de Remingtons e Olivettis. Redação antiga era barulhenta e enfumaçada. Muitos coleguinhas não conseguiam produzir um texto razoável sem dar umas tragadas enquanto escreviam. Alguns, inclusive, costumavam tomar uns tragos nos bares da vizinhança, para dar mais inspiração. Os cinzeiros ficavam repletos de guimbas e o ar, naturalmente, era denso e fedorento. Naquele horário em que os repórteres escreviam e os editores fechavam, a conversa corria solta e os chefes tinham que gritar para serem ouvidos. As principais vítimas eram os diagramadores, profissionais que encontravam soluções gráficas na ponta do lápis, desenhando página por página. Quando o repórter começava a escrever, o lide tinha que estar claro na cabeça. Se cometesse algum erro ou decidisse mudar uma frase, o jeito era embolar a lauda e começar de novo. Se já estivesse lá pela 15ª linha, o melhor era fazer uma emenda em outra lauda e colar por cima com goma arábica. Ou rabiscar o texto para fazer a correção. Tudo era muito difícil. Não existia Google para sanar dúvida de última hora. A alternativa era recorrer ao arquivo para procurar um dado histórico nas edições mais antigas ou mesmo na Barsa. Os arquivos fotográficos eram físicos. Se o editor quisesse uma fotografia de um ex-ministro, por exemplo, precisava da boa vontade do arquivista para procurar nas prateleiras (mal) organizadas por ordem alfabética. Fotografia, só existia uma cópia de cada, impressa em papel e marcada a lápis-cera vermelho para os cortes dos usos anteriores. Assessor de imprensa tinha que ir de redação em redação para levar o release e a fotografia, anexados por clip de arame. Transmissão de texto ou foto era um caso a parte. O fotógrafo carregava uma mala gigantesca com o equipamento de telefoto da AP e um minilaboratório de revelação. Depois da cobertura, espalhava o equipamento no banheiro do hotel, fazia a revelação no escuro, copiava, secava e, finalmente, transmitia. O equipamento barulhento ficava rodando por um tempo que parecia interminável, enquanto o chefe de Fotografia, na redação, ficava cobrando rapidez pelo telefone analógico. As imagens coloridas chegavam em três vias (magenta, amarelo e cyan) e, juntas, formavam o resultado final. Se elas não fossem cuidadosamente sobrepostas, a impressão saía de registro e todo o trabalho ia por água abaixo. Já o texto do repórter, depois de copidescado, resultando num emaranhado de marcações, setas e inversões, ia para o operador de telex, que também era digitador. Rapidamente, ele produzia uma fita amarela cheia de furos que seria a matriz da transmissão. O texto chegava do outro lado num formato de telegrama que muito se assemelha à linguagem das redes sociais ou de SMS: a craseado virava aa, o é ia escrito como eh e assim por diante. Depois de novo copidesque, ia para a diagramação e a composição, até o jornal sair da gráfica, lá pelas 3 da madrugada. Era muito complicado, mas também muito divertido. Trabalho concluído, era hora da happy hour de jornalista, que se estendia até 6 ou 7 da manhã. Mas, voltando à pelada na redação do JT, a turma estava lá, batendo sua bolinha. O mineiro descendente de espanhóis Ramón García y García era tido como um cara bom de bola. Tinha bom controle e, nas peladas regulares, costumava marcar seus golzinhos. Era um dos primeiros do par ou ímpar. A roda estava animada, quando a bola procurou o craque. Ramón levantou a pelota com a ponta do pé direito e começou a fazer embaixadinhas. De repente, os colegas começaram a acenar discretamente, apontando para trás. Alguns saíram da roda e foram para suas mesas. Sem medo de ser feliz, Ramón fez três embaixadas e, quando a bola subiu, quase fugindo do controle, deu um lençol sobre si mesmo, girou 180° graus e ficou frente a frente com ninguém menos que o dr. Ruy Mesquita, o todo-poderoso do JT. Sem perder a fleuma, dr. Ruy balançou a cabeça, deu dois tapinhas no ombro de Ramón e comentou: “Muito bem, meu rapaz”. Quando a porta se fechou, a turma deitou no chão para rir. Naquela noite, a roda de cerveja teve um tema principal: o chapéu de Ramón no dr. Ruy. (*) Esse caso me foi contado pelo próprio Ramón, muitos anos depois, quando trabalhávamos no Hoje em Dia, em Belo Horizonte. Eu, um jovem foca de Polícia; Ramón, editor de Opinião, já apoiado numa bengala por causa de lesão no colo do fêmur. Passei pela sucursal do Estadão em Belo Horizonte, mas não trabalhei no JT nem conheço a redação onde funcionou. Portanto, o texto certamente contém dados ilustrativos que soarão estranhos para aqueles que passaram por lá. Não sei se usavam Remington, Olivetti ou as duas. Mas acho essa história tão boa que decidi passá-la para a frente. É, muito mais, uma homenagem póstuma ao saudoso Ramón, uma figura humana sensacional, de sangue basco efervescente.
Lígia Mesquita será correspondente da Folha em Buenos Aires
A Folha de S.Paulo anunciou na última semana que reabrirá o posto de correspondente-bolsista em Buenos Aires. Como não se trata de substituição, mas sim de uma primeira ocupação do posto, o jornal tem a política de indicar um nome em vez de abrir concurso interno. E o nome indicado para ocupar o posto foi o de Lígia Mesquita, atual repórter da coluna de Mônica Bergamo, na Ilustrada. Lígia assumirá em 1º/8 e a previsão é de que fique por nove meses na capital argentina.
Diego Ortiz é o novo editor do caderno Máquina, do Agora São Paulo
Diego Ortiz começa na próxima 2ª.feira (17/6) como editor do caderno Máquina, do Agora São Paulo, na vaga que era de Eduardo Hiroshi, morto em 6/5. Ele se despede nesta 6ª.feira (14/6) da reportagem do Jornal do Carro (Estadão), onde estava desde o começo de 2012 na equipe do editor Tião Oliveira.
Natural do Rio de Janeiro, Diego passou pelas redações de Auto Press, O Dia e foi diretor de Redação da Revista Torque, antes de se mudar para São Paulo e começar no JC, quando este ainda integrava o Jornal da Tarde. No Agora, terá o apoio dos repórteres Anamaria Rinaldi e Fernando Pedroso. Seus novos contatos ainda não foram definidos, mas o celular continuará 11-99743-4911.
Mauro Tagliaferri deixa Record para atuar em comunicação corporativa
O correspondente da Record em Portugal Mauro Tagliaferri deixa a emissora e volta ao Brasil para se dedicar à comunicação corporativa. Segundo o Comunique-se, o jornalista não descarta a possibilidade de atuar em redação, mas neste momento está focado em cuidar de sua empresa, a MT2 Comunicações, agência que já tem como clientes a Cerveja Store e o endocrinologista Alfredo Halpern. “Meu contrato com a Record iria até o final deste ano e eu sabia que na hora em que voltasse [de Portugal] buscaria outro desafio, outra área para trabalhar. Tenho 20 anos de reportagem e achei que depois dessa experiência como correspondente – fiquei quatro anos e meio fora – seria muito difícil voltar e me encaixar na rotina da redação, não representaria algo que me acrescentasse e que me fizesse crescer como profissional”, disse ao Comunique-se. Com passagens por Globo e SBT, Tagliaferri ressaltou a importância do trabalho fora do País, onde pôde ter contato com o rigor europeu de produção jornalística, em que “a notícia é tratada com seriedade” e “assuntos relevantes realmente são tratados de forma importante e os não relevantes são ignorados, uma coisa que no Brasil a gente não faz”. Tagliaferri também opina sobre a questão da privacidade, que julga ser mais respeitada pelos europeus: “Nem todo mundo está disposto a ser famoso. Não é só porque você trabalha em uma televisão que pode invadir. A imprensa europeia também está cheia de colunas de fofoca, mas me parece que temas realmente relevantes estão mais presentes de forma mais profunda do que na imprensa brasileira”.
De papo pro ar ? Bêbado folgado
As mineirinhas Celia e Celma cantavam num fim de tarde no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Uma multidão as acompanhava, aplaudindo e dando vivas. Elas interpretavam uma cantiga folclórica, cujos versos iniciais diziam: “Lua bonita/Que clareia o meu sertão/Diga pra mim/Pra onde foi o meu amor…”. E um bêbado, que nessas horas sabe lá Deus de onde surge, gritou com voz enrolada: – Foi pra puta que pariu! Apesar do inoportuno da ocasião, a gargalhada foi geral.
Meio ambiente e água, tudo a ver
Água é o tema da Categoria Especial exclusiva desta edição de 2013 do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade. Ela foi criada como uma contribuição do Prêmio aos esforços da ONU, que escolheu 2013 como o Ano Internacional de Cooperação pela Água, com o objetivo de conscientizar a população sobre os desafios do gerenciamento da água do planeta. Para somar-se a esse esforço de promover debates na sociedade sobre a gestão dos recursos hídricos no cenário brasileiro, a Categoria Especial Água premiará o melhor trabalho de todas as plataformas informativas (Jornal, Revista, Televisão, Rádio e Webjornalismo). Entretanto, trabalhos de fotógrafos ou designers que tenham a água como pauta somente concorrem na categoria Mídia Nacional – Imagem, nos segmentos Fotografia e Criação Gráfica. Vale ainda lembrar que os trabalhos para todas as categorias devem ser realizados de 1º de setembro de 2012 a 31 de agosto de 2013. As inscrições estão abertas até 5 de setembro e devem ser feitas pelo site www.premiojornalistasecia.com.br. Dúvidas sobre o regulamento podem ser esclarecidas com Lena Miessva, que responde pela coordenação geral, no lena@jornalistasecia.com.br ou premio@jornalistasecia.com.br ou ainda pelo 11-2679-6994. Em caso de apoio técnico, o profissional pode entrar em contato com a equipe da Maxpress no 11-3341-2799, em horário comercial.
Eliane Brum lança A menina quebrada
A repórter e escritora Eliane Brum, que desde 2009 é colunista do site da revista Época, lança na próxima 3ª.feira (18/6) em São Paulo A menina quebrada (Arquipélago), livro em que reúne suas melhores colunas publicadas nos últimos quatro anos. O título do livro é retirado de um dos episódios, sobre uma menina de nome Catarina, com menos de dois anos de vida, que ao se deparar com uma criança com a perna engessada gritava que “A menina…quebrou!”. Sensível e atenta observadora do cotidiano da vida, Eliane tirou desse episódio uma reflexão sobre a fragilidade humana e como a enfrentar. Ao todo, a obra reúne 63 colunas, entre elas a campeoníssima de audiência, com mais de 1 milhão de visitantes únicos e mais de 200 mil compartilhamentos nas redes sociais, cujo título é Meu filho, você não merece nada. Eliane, com seus mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, foi a mais premiada jornalista brasileira de todos os tempos do Ranking Jornalistas&Cia em 2011, tendo ficado na 2ª colocação em 2012, atrás apenas de outro supercampeão, o repórter José Hamilton Ribeiro. Ela é autora dos livros Coluna Prestes: o avesso da lenda (Artes e Ofícios, 1994), A vida que ninguém vê (Arquipélago, Prêmio Jabuti 2007), O olho da rua – Uma repórter em busca da literatura da vida real (Globo) e do romance Uma Duas (LeYa). O lançamento está marcado para 18h30 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (av. Paulista, 2.073).
João Bosco Rabello deixa a direção da sucursal do Estadão em Brasília
O jornalista João Bosco Rabello deixa, a partir da próxima 2ª.feira (17/6), as funções de diretor da sucursal de Brasília do Estadão. Na mesma data, assume o posto Marcelo Moraes, que está há 14 anos no grupo, onde foi editor, editor-executivo e chefe de Redação em Brasília, além de editor-executivo de Produção em São Paulo.
João Bosco, que há 23 anos dirige o jornal em Brasília, manterá sua coluna dominical no impresso e o seu blog sobre Política, e atuará como parceiro em todas as plataformas do Grupo Estado, especialmente no projeto Broadcast Político, que será lançado no próximo dia 18 de junho. Ele começou a carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio, e em 1977 transferiu-se para Brasília, onde teve passagens por EBC, Correio Braziliense, O Globo e Jornal do Brasil.