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Prestes a lançar sua nova plataforma, Terra anuncia 15 reforços

Fevereiro foi um mês de grande movimentação no núcleo de Conteúdo do Terra. Além de apresentar oficialmente ao mercado no último dia 26/2 detalhes de sua nova plataforma, que entra em operação a partir de 31/3, o portal reforçou a equipe de jornalismo com 15 profissionais, abrangendo diversas editorias, além do canal Terra TV e da Comunicação Corporativa.

O maior contingente foi para a editoria Mundo, que recebeu a editora Mariane de Luca (ex-BM&FBovespa, Grupo RBS e Canal Rural), e os redatores Rodrigo Alvares (ex-Folha de S.Paulo, Deutsche Welle Brasil, MTV e revista Rolling Stone), Mayara Moraes (ex-TV Gazeta) e Ana Lis Soares (ex-Revista Pais & Filhos e Rede Record Internacional).

Para o Terra TV Esportes chegaram o editor Gabriel Iralla Luccas (ex-iG, Folha de S.Paulo, Época e UOL), e os repórteres Rafael de Moraes Prado (ex-Ricardo Viveiros, ESPN Brasil e RedeTV) e Rodrigo Hoschett (ex-Máquina da Notícia).

Economia e Tecnologia ganharam dois redatores cada: respectivamente, Mayara Baggio (ex-Exame e Valor Econômico) e Eduardo Vasconcelos (ex-Folha de S.Paulo), e Marina Tsutsumi (ex-Teletime) e Henrique Medeiros (ex-Superdownloads).

Em Brasil, a novidade é o editor João Loes (ex-Época e IstoÉ), enquanto a equipe de Fotografia passou a contar com o reforço de Alan Morici (ex-Diário de S.Paulo, Marca Brasil, O Dia e iG).

À sucursal do Rio de Janeiro chegou a repórter Marcelle Ribeiro (ex-O Globo/SP, CBN e UOL), para participar também do programa Trânsito.

Outra novidade é a nova gerente global de Comunicação Corporativa da empresa, Sabrina Yamamoto. Pós-graduada pela Fundação Cásper Líbero, com especialização em Comunicação Organizacional com ênfase em Relações Públicas, ela acumula passagens por TV Globo, Fiat, Turner International e Comunicação do UFC.

Celso Kinjô começa na Negócios da Comunicação

A edição 72 da Negócios da Comunicação, que traz na capa Eugênio Bucci, marca a estreia de Celso Kinjô como editor da publicação, sucedendo a Amilton Pinheiro, que saiu, como informou em editorial o diretor de Redação Audálio Dantas, “para seguir outros rumos profissionais”.

Kinjô, nas palavras de Audálio, “chega com a experiência acumulada em mais de quarenta anos de trabalho, durante os quais se firmou como um dos nomes mais respeitados do jornalismo brasileiro. Fez jornalismo na mídia impressa e eletrônica. Depois de participar da equipe que fundou o Jornal da Tarde, veículo que revolucionou a reportagem em 1966, atuou em publicações como as revistas Manchete, Realidade e Quatro Rodas. Atuou também no Jornalismo da Rede Globo, em São Paulo, e até o ano passado dirigiu o Departamento de Jornalismo da TV Cultura”.

É dele, Kinjô, a entrevista com Bucci, que gerou a chamada de capa Imprensa não pode ter partido.

Tráfico, poder e morte se entrelaçam no segundo romance de Dimmi Amora

Tráfico de drogas e sua relação com o poder se desdobram em crimes que apavoram a população. Até que um repórter do principal jornal da cidade recebe uma estranha encomenda. Documentos formam um quebra-cabeça cujas peças não se juntam: o assassinato de um deputado, a invasão de uma emissora de tevê e atentados no período pré-eleitoral. Fatos reais e ficção se misturam em Fora do ar (Simplíssimo), segundo romance do jornalista Dimmi Amora, disponível em formato e-book. Repórter da Folha de S.Paulo em Brasília – com passagens por O Dia e O Globo –, Dimmi também é autor de Cartão vermelho, publicado pela Sette Letras em 2006. Sobre o intervalo de oito anos entre um livro e outro ele comentou ao Portal dos Jornalistas: “Não foi exatamente uma pausa. Eu fiquei escrevendo todo o tempo, mas num ritmo mais lento do que escrevia antes. Serviu também para eu evoluir em alguns aspectos o meu texto e encontrar uma forma de narrar mais pessoal que resultou no livro”. O autor afirma não ter predileção por um gênero literário específico, mas busca concentrar-se em literatura nacional. Entre os escritores favoritos estão Machado de Assis, Lima Barreto, Guimarães Rosa e Clarice Lispector. Dos autores contemporâneos, é fã de Luiz Ruffato, autor, entre outros, de  Mamma, son tanto felice e O mundo inimigo. Dimmi afirma que o trabalho como repórter é fundamental para a sua criação literária: “Sigo uma linha mais realista na literatura. Por isso, tudo o que acontece me interessa, seja comigo ou não. Esse livro tem muito da minha vida de quase 20 anos como jornalista. Digamos que a minha experiência é uma espécie de massa que eu uso para dar formato à literatura. Mas a experiência sozinha não é suficiente para dar um caráter literário ao que você escrever. É preciso trabalhar duro para encontrar o formato ideal”. Luiz Eduardo Soares – autor de A elite da tropa e Cabeça de porco – assina a apresentação do livro, que considera “rebelde, resistindo às gavetas”. O formato digital da obra permite que o leitor opte pela organização de texto feita pelo narrador ou trace seu próprio roteiro, acompanhando cada documento separadamente. “O e-book não é um livro de papel convertido para o meio eletrônico, como o CD ou o MP3 foram do disco de vinil. É outro formato. Ele apresenta diversas possibilidades novas de escrever e eu tento explorar isso no Fora do ar. A forma como narro adaptou-se muito bem ao e-book e, por isso, não há planos para lançar o livro em papel”, comentou. Fora do ar está disponível em Apple Store, Google Store e na Amazon Books, por nove dólares.

Maurício Tuffani lança o blog Universidade, Ciência e Ambiente

O blog Universidade, Ciência e Ambiente é a nova empreitada de Maurício Tuffani. Dirigida a estudantes, jornalistas e pesquisadores da área científica, a página traz notícias, análises e comentários sobre política das áreas de pesquisa e desenvolvimento, ensino superior, ciência e meio ambiente e sobre assuntos que possam afetar o dia a dia de seu público-alvo.

Com passagens por Folha de S.Paulo e Galileu, Maurício foi fundador e diretor editorial da revista Unesp Ciência e, a serviço do Programa da ONU para o Desenvolvimento, editor-executivo do portal PNUD Brasil e do site Nações Unidas no Brasil, além de ter atuado na Comunicação da Unesp.

Mariana Carneiro assume a Diretoria de Conteúdo do Grupo A Tarde

Ela é a primeira mulher a ocupar o posto na empresa Vaguinaldo Marinheiro, que trabalhou por 23 anos na Folha de S.Paulo, está de volta à capital paulista depois de um ano e meio como diretor de Conteúdo do Grupo A Tarde, em Salvador, onde era responsável por dois jornais (A Tarde e Massa!), um portal (atarde.com.br), uma revista (Muito) e uma emissora de rádio (A Tarde FM). No lugar dele, assumiu em 28/2 Mariana Carneiro, que passa a ser a primeira mulher a ocupar o posto nos 101 anos de vida da empresa. Marinheiro, que na Folha foi de repórter a secretário de Redação, além de correspondente do jornal em Londres, fez uma série de mudanças no principal título do grupo, o jornal A Tarde, entre elas a ampliação do espaço para a polêmica nas páginas de Opinião, a volta do caderno de esporte a ser diário, a criação do prêmio de gastronomia Muito Sabor (que aponta os melhores lugares para comer e beber em Salvador) e a incorporação, às 2as.feiras, do International Weekly, caderno semanal com as principais reportagens do New York Times. Ele continuará colaborando com o grupo, como consultor. Formada pela Faculdade de Comunicação da UFBA, com especialização em relações públicas na Uneb e master em Gestão de Empresas de Comunicação pelo IICS, Mariana tem 42 anos e está há dez na empresa, onde exerceu as funções de editora, editora-coordenadora e, nos últimos três anos, secretária de Redação, respondendo pelo planejamento editorial e coordenação geral das equipes da Redação. Antes, atuou como repórter e editora em jornais diários em Salvador – Jornal da Bahia, Bahia Hoje e Gazeta Mercantil. Mantém desde 2009 o blog Pequenópolis: crianças à solta na soterópolis, sobre crianças e maternidade.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais: São Paulo Andreia Lago deixou em dezembro a Agência Estado, onde atuou por 12 anos como titular de AE Mercado, sobre Macroeconomia, e mais dois em Internacional, na plataforma digital da empresa. Com passagens pelas rádios CBN e Jovem Pan AM (em São Paulo e Brasília), e pela Folha de S. Paulo, ela se dedica à conclusão de seu livro sobre ficção histórica, ainda sem título e editora. Seu contato é [email protected]. Outra que deixou a AE foi Patricia Braga, ex-assistente de Andreia em AE Mercado, na qual esteve por sete anos. De dezembro a 14/2, data de sua saída, foi adjunta de Internacional. Ela está disponível para novas oportunidades pelo [email protected]. Rio de Janeiro A repórter mineira Luisa Brasil começou 2ª.feira (17/2) na Economia de O Dia, vinda da redação de Veja BH, onde não será substituída. Entra no lugar de Osni Alves, de saída para a sucursal da Folha de S.Paulo. Antes, ela foi da BandNews FM e do site do Estado de Minas.   Distrito Federal O repórter especial de Economia Eduardo Cucolo está de volta à sucursal da Folha de S.Paulo, onde atuou de 1999 a 2005 e de 2008 a 2011. Ele deixou a Agência Estado e começa por lá em 1º/3, em substituição a Sheila D’Amorim, que deixou há pouco o jornal..   Minas Gerais Luiz Fernando Rocha deixou a edição do jornal Metro e começou no Hoje em Dia como responsável pela integração de mídias. No Metro, foi substituído interinamente por Juvercy Júnior. Em férias no período de 5/3 a 4/4, Raphael Lucca, produtor do programa Tribuna Livre na rádio América, será substituído por João Paulo Ribeiro. No Estado de Minas, quem está de férias, até 7/3, é a repórter do caderno Gerais Júnia Oliveira. Na ausência dela, as sugestões de pauta devem ser enviadas para [email protected]. E Júnior Moreira substitui a Bruna Dornas durante as férias dela na produção do programa Alvorada Social da rádio Alvorada, até 12 de março.    

Memórias da Redação ? A mulher proibida de escrever

Este é o 250º texto publicado pelo Jornalistas&Cia na seção Memórias da Redação, que, pelas manifestações dos leitores, há quase quatro anos é uma das mais lidas. Queremos aproveitar a marca para agradecer de público a todos os que com ela colaboraram nesse período e em especial a Ignácio de Loyola Brandão ([email protected]), que gentilmente atendeu ao nosso convite para escrever algo sobre os tempos em que trabalhou em redações. Escritor e colunista do Estadão, Ignácio lançou há quase um ano seu livro mais recente, Solidão no fundo da agulha, quase memórias. É dele, pois, esse presente aos leitores de Jornalistas&Cia e deste Portal. A mulher proibida de escrever             Trabalhei seis anos na revista Claudia. Tinha saído de um jornal diário, fechamento diário, pressões e entrei numa mensal, com outro ritmo. Pela primeira vez em anos e anos – fiquei nove na Ultima Hora – eu sabia o que era final de semana livre, ocioso. Certa vez, recebi um pacotão de cartas de leitores. Thomaz Souto Corrêa, o diretor, tinha por lema responder a cada leitor. Era divertido, curioso, chato, vez ou outra. Recebi um conto de uma leitora. Havia uma boa ideia, escrevi a ela, sugerindo onde mexer, o que cortar, mudar. Meses depois, outra carta com o conto reescrito. Faltavam pequenos ajustes, escrevi de novo. Meses depois veio o conto finalizado, decidimos publicar. Naquela época, vejam só, as revistas publicavam ficção, o que desapareceu da mídia.             Quando comuniquei à leitora a boa notícia, recebi uma carta desesperada. Ela pedia, suplicante, que trocássemos o nome. Se a historia saísse com seu nome real, o marido a mataria. Ele odiava que ela escrevesse, tinha proibido, vigiava, sufocava. Daí as demoras na ida e volta da correspondência. As cartas iam para a casa de uma amiga, quando dava certo, ela buscava, lia, respondia, a amiga colocava no correio. Para escrever, todas as noites, ela esperava o marido dormir e quando tinha certeza de que ele estava num sono firme, ia para a cozinha, colocava um cobertor sobre a mesa, entrava debaixo com uma lanterna e escrevia a mão, ouvido alerta a qualquer ruído na casa.             Certas noites, ela dormia antes do marido, cansada. Pagamos o conto por intermédio da amiga e recebemos uma carta da pessoa mais feliz do mundo. Passaram 30 anos, atravessei várias redações, de Setenta, Realidade, Planeta, Ciência e Vida, Lui e finalmente Vogue. A partir de 1993 passei a fazer uma crônica semanal no jornal O Estado de S. Paulo. Um dia, poucos anos atrás, recebi uma carta dessa mulher. Morava em Mauá, no Itatiaia, o marido morrera, ela descobrira o mundo da gastronomia, tinha publicado um livro. Estava feliz, realizada, era outra pessoa. Fiz uma crônica, claro!

Fabiano Brasil é o novo apresentador da Ulbra TV (RS)

Luiz Carlos Reche fechou em 24/2 a contratação de Fabiano Brasil, ex-Rádio e TV Guaíba, que será presença permanente na bancada do programa Cadeira Cativa, da Ulbra TV, e também o substituirá no comando da atração como apresentador interino.

O programa passará a ser transmitido direto dos estúdios da emissora em Canoas, no Complexo da Ulbra, a partir de 5 de março, e irá ao ar em novo horário, das 20h às 21 horas. Marcelo Salzano segue na equipe do Cadeira Cativa e também no Grupo Bandeirantes.

Fabiano atuou por quase seis anos ao lado de Reche na rádio e tevê Guaíba, e na própria Ulbra TV. Também teve passagens pelas rádios Metrô, Bandeirantes e GreNal, além de atuar na televisão com o programa de variedades Conversa de Bar, exibido pela POA TV.

LP&M relança clássico de Hélio Silva

A LP&M Editores relança o clássico de Hélio Silva 1964: Golpe ou contragolpe?. O autor, definido pelo editor como “jornalista de profissão e historiador de vocação”, começou a publicar suas pesquisas de história contemporânea ainda na Tribuna da Imprensa, de que foi chefe de Redação. Logo percebeu que poderia captar depoimentos dos personagens da História, agregá-los à pesquisa e, assim, construir seus relatos. O livro é um complemento aos 17 volumes da série Ciclo de Vargas, e volta agora repaginado, por sua atualidade, no ano em que se completa o cinquentenário do golpe. O próximo lançamento da editora será 1964: O golpe, de Flávio Tavares, hoje articulista de Zero Hora, em Porto Alegre. Cobrindo Política em Brasília nos anos 1960, conviveu, como observador atento, com os principais personagens civis e militares da época. Mais tarde, em arquivos norte-americanos, encontrou documentos – mencionados no livro ou transcritos na íntegra – que comprovam a participação do governo dos Estados Unidos no episódio.

Carnaval em revista

As escolas de samba editam suas revistas durante o Carnaval, para serem distribuídas a um mailing dirigido e também na Marquês de Sapucaí. Jean Claudio Santana responde pelas publicações da Estação Primeira de Mangueira e da Acadêmicos do Salgueiro, e convidou um time experiente, que cobre a folia carioca há anos. Na revista da Mangueira colaboram Alba Valéria Mendonça, Aydano André Motta, Cesar Tartaglia, Fabiana Sobral, Fernando Molica, Luciano Dias, Rubem Machado e Solange Duart. O design gráfico é de Luiz Berrix e Luísa Bousada. Já a do Salgueiro conta também com Flávia Oliveira, Igor Ricardo e Roberta Hoertel, e tem design de Leonardo Marques. As escolas seguem o modelo inaugurado pela revista Rio, Samba e Carnaval que, desde os anos 1970, circula com um exemplar anual. A edição deste ano tem à frente Leonardo Bruno (da coluna Roda de samba, no Extra). Seu antecessor na edição, Lula Branco Martins, comparece agora com a crônica que fecha a revista. O editor de Fotografia é Alexandre Vidal. Uma entrevista de Ramiro Costa, par de Leonardo na coluna, traça o perfil de Boni, homenageado da Beija-Flor e do camarote da Rio Samba. Claudio Vieira, ex-O Dia, vem com matéria sobre os 30 anos do Sambódromo, ele que assistiu aos 30 desfiles ali realizados. Para falar sobre os blocos de rua, Clarissa Monteagudo traz muitos personagens. E sobre os patrocínios das escolas de samba – surpresa! – o olhar pouco habituado ao Carnaval de um jornalista de Economia, Henrique Gomes Batista.

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