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sexta-feira, agosto 29, 2025

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Ranking J&Cia apresenta mais premiados veículos de todos os tempos por região

Na 37ª posição no ranking nacional, com 740 pontos, o jornal amazonense A Crítica ampliou sua vantagem para o paraense O Liberal, com 455 pontos, e manteve-se na primeira colocação entre os mais premiados veículos da Região Norte. A reportagem Cheia do século – Estamos prontos para outra, vencedora do Embratel – Regional Norte, foi um dos motivos para esse distanciamento. Outro destaque na região foi o Diário do Pará, que, com a conquista de um Vladimir Herzog e de um Libero Badaró, terminou o ano no 30º lugar entre os mais premiados veículos de 2013, com 90 pontos, melhor colocação entre publicações da região. O Jornal do Commercio se manteve por mais um ano na liderança dos veículos mais premiados de todos os tempos na Região Nordeste. A publicação passou dos 3.030 pontos na última edição para 3.670 nesta e garantiu de quebra mais uma posição no ranking nacional, ultrapassando a Rádio Gaúcha e assumindo a oitava posição. Entre os mais premiados da região, destaque ainda para o Diário de Pernambuco na segunda posição (15ª na geral), com 2.305 pontos; Gazeta de Alagoas em terceiro (23º geral), com 1.570 pontos; O Povo em quarto (24º geral), com 1.465 pontos; e O Jornal (AL) na quinta posição (33ª geral), com 880 pontos. O Correio Braziliense segue soberano entre os veículos mais premiados da Região Centro-Oeste. Com 3.955 pontos, e a sétima posição nacional, a publicação tem seis vezes mais pontos que o segundo colocado, a agência EBC, com 645 pontos, que também mantém boa distância para o Jornal de Brasília, terceiro colocado, com 385 pontos. A partir daí a disputa segue mais apertada, com Radioweb na quarta posição (330 pontos), O Popular (GO) na quinta (310) e a Rádio Nacional na sexta (295 pontos). Dos cinco veículos mais premiados da Região Sul, quatro são do Rio Grande do Sul, que mais uma vez tem o jornal Zero Hora como mais premiado veículo de todos os tempos na região. Com 7.945 pontos, a publicação é ainda a mais premiada excluindo a Região Sudeste, e quarta colocada no ranking nacional. Na segunda posição aparece a Rádio Gaúcha, com 3.570 pontos, seguida pela RBS TV, com 2.605 pontos, e pelo Correio do Povo, com 1.705 pontos. Na quinta posição está o paranaense Gazeta do Povo, com 1.155 pontos – curiosamente, mais da metade deles, 605 pontos, conquistados pelo repórter especial Mauri König ou com a participação dele, quinto jornalista mais premiado do Brasil em todos os tempos. A Região Sudeste manteve sua hegemonia entre os veículos mais premiados de todos os tempos  e, assim como na última edição, cravou seis publicações nos Top 10 do ranking. Em seu levantamento regional, pouca coisa muda em relação ao nacional, com os três primeiros lugares mantidos com Rede Globo (1º, 10.380 pontos), Folha de S.Paulo (2º, 9.230) e O Globo (3º, 8.570). Na quarta posição aparece o Estadão, com 7.105 pontos, seguido por Jornal do Brasil em quinto, com 4.590, e O Dia em sexto, com 3.500 pontos.   Veja a lista dos mais premiados por região + Centro-Oeste + Nordeste + Norte + Sudeste + Sul

Inscrições ao Prêmio sobre Violência de Gênero vão até 31/1

Encerram-se em 31/1 as inscrições ao Prêmio Nacional de Jornalismo sobre Violência de Gênero, que distribuirá R$ 20 mil em prêmios a reportagens produzidas a partir de 11/12/2012. Promoção da Casa Mulher Catarina, de Santa Catarina, com o apoio do Sindicado dos Jornalistas do RS, o concurso tem quatro categorias – mídia impressa, televisão, rádio e outras mídias – e integra a campanha Jornalistas dão um Ponto Final na Violência Contra Mulheres e Meninas, que visa a incluir, promover e disseminar na categoria de jornalistas profissionais e na sociedade o debate sobre relações de gênero, em especial a violência de gênero como um problema que impacta a vida e a cidadania das mulheres. Saiba mais sobre regulamento e inscrições

Ricardo Lombardi assume como head of media do Yahoo no Brasil

Depois de nove anos na Abril, os últimos cinco dirigindo a redação da Vip, Ricardo Lombardi deixa a empresa no final de janeiro e já no início de fevereiro assume o recém-criado cargo de head of media do Yahoo no Brasil. No novo posto, será responsável, entre outras atribuições, pela direção estratégica e editorial de todo o conteúdo publicado com a chancela da multinacional norte-americana, buscando novas parcerias e trabalhando próximo a outros times de mídia global, especialmente da América Latina e da comunidade hispânica dos Estados Unidos. Na Abril, Lombardi também chefiou a Bravo e as publicações das marcas Guia do Estudante e Almanaque Abril, e antes passou por Estadão, JT e AOL, Seu sucessor na Vip deve ser escolhido no mês que vem. Renato Krausz, redator-chefe, assumiu interinamente o comando da redação. Lombardi continuará editando seu blog Desculpe a poeira, com sugestões de leituras e outras dicas culturais, atualmente hospedado no Estadão.

Paulo Oliveira vai lecionar em Moçambique

Paulo Oliveira, secretário de Redação do Grupo A Tarde (BA), sai de licença – sem previsão de retorno – e segue para Moçambique, onde ensinará técnicas de jornalismo investigativo. Luis Lasserre, editor-coordenador de Local, assume o lugar dele, mas ainda não tem substituto definido. Quem também deixou A Tarde foi um dos editores de Esportes, Márcio Martins, que partiu para novos desafios em São Paulo. Esta semana, o jornal anunciou que terá página de gastronomia todas as 5as.feiras, dentro do caderno 2+. O conteúdo será composto por reportagens sobre técnicas culinárias, ingredientes e novidades em restaurantes. No time de colunistas estão os chefs Tereza Paim, Beto Pimentel e Edinho Engel. Compõe o grupo o cronista Cláudio Nogueira. Também passa a circular em A Tarde a partir do próximo domingo (19/1) a coluna carnavalesca Chame-Gente, sob a responsabilidade de Juracy dos Anjos, repórter do online. A coordenação de pauta é de Maira Azevedo, do Jornal Massa.

Memórias da Redação ? O livreiro, o refresqueiro e o cigarreiro da Abril

A história desta semana é de Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas. O livreiro, o refresqueiro e o cigarreiro da Abril             Quem como eu trabalhou na Abril nos anos 1970 e 1980 (talvez até 1990) lembra muito bem daqueles carrinhos chegando em horários determinados trazendo utilidades intelectuais e físicas para os funcionários. A Abril sempre teve uma alma liberta nesse sentido, permitindo várias informalidades que em outras empresas era impossível ver – futebol nos corredores, gravatas incompatíveis com qualquer tipo de elegância, horários malucos, reembolsos generosos de táxi e os tradicionais carrinhos que frequentavam seus andares, seus corredores, suas redações e suas baias. Era uma festa e quem viveu aquele ambiente tem isso gravado na memória de forma carinhosa.             São muitas as histórias e é possível que a publicação desta incentive outros colegas que passaram pela Abril a escreverem as suas.             Antes, um parênteses. Lembro muito bem do carrinho do livreiro, que passava na empresa umas duas vezes por semana, sempre em horário de pico, ou seja, no período da tarde, quando as redações estavam com quase todos os seus profissionais. Era como abelha em colmeia: todos indo ao carrinho para ver os livros, folheá-los e, eventualmente, comprar. E praticamente todos tinham crédito, pois o livreiro parcelava as compras, jogava os pagamentos para o vale, para o começo do mês, no salário, e além disso aceitava de bom grado encomendas, que sempre trazia na visita seguinte. Tomou, é certo, alguns canos, mas nunca reclamou pois conseguia um bom volume de vendas nas redações enquanto por lá esteve, e foram muitos anos.             A história que vou relatar me foi contada por Sérgio Duarte, da SD Press, num almoço de amizade que marcamos. E Sérgio a presenciou nos tempos em que estava na Quatro Rodas, ou seja, lá pelos anos 1970.             Além do livreiro, do refresqueiro e do cigarreiro, a história tem como personagem o saudoso Marco Aurélio Guimarães, o Jangada, conhecido pelo folclórico mau humor. “Era só de fachada o mau humor dele, fazia tipo, pois era um companheiro muito querido”, diz Sérgio, lembrando que Jangada, carioca e carnavalesco, tinha muita ligação com o samba e as escolas de samba paulistas. E era compositor.             Mas vamos à história, nas palavras do próprio Sérgio:             “Toda vez que o refresqueiro apontava no corredor, o pessoal saía das redações, sob o comando do ‘maestro’ Jangada, para saudá-lo entonando o ‘cântico’ que fez especialmente para ele. Era mais ou menos assim:             – Caju, caju, ô refresqueiro, você vai tomar no c…!!! Caju, caju, ô refresqueiro, você vai tomar no c…!!!             O refresqueiro ficava lá meio sem graça, mas como a coisa ficou folclórica ele já nem mais se incomodava com a ‘calorosa e comportada’ saudação e entrava na brincadeira. Com isso, ia faturando com a venda de seus refrescos, inclusive o do caju da rima.             Sabendo do ‘sucesso’ do refresqueiro, o cigarreiro um belo dia reclamou que nunca cantaram pra ele. Foi a deixa. Alguns dias depois, quando ele entrou no andar com seu carrinho de cigarros, Jangada pulou na frente dele e começou a cantar a saudação que fez para corrigir aquela ‘tremenda injustiça’. Acompanhado pelo coro de todo o andar, cantou:             – Ô cigarreiro, ô cigarreiro, sua mãe foi dar o c… pro refresqueiro!!! Ô cigarreiro, ô cigarreiro, sua mãe foi dar o c… pro refresqueiro!!!”             Essa era a Abril daqueles tempos – de um profissionalismo inquestionável num ambiente de grande liberdade. Inesquecível, como lembrou Sérgio Duarte e como eu próprio testemunhei.

Correção põe Ismael Machado (Diário do Pará) entre os dez mais premiados de 2013

Um erro durante a divulgação dos resultados do Prêmio Vladimir Herzog 2013 acabou interferindo na pontuação final do repórter Ismael Machado, do Diário do Pará, autor da reportagem Os suruí e a guerrilha do Araguaia. O site do Vladimir Herzog indicava o trabalho como tendo sido vencido em equipe. Como a mesma matéria havia faturado o Libero Badaró, o status de individual para equipe foi alterado pela nossa pesquisa durante o cruzamento das informações. Dessa maneira, ao contrário dos 45 pontos de cada premiação individual, ele acabou recebendo apenas 22,5, de equipe, somando um total de 45 pontos em 2013. Com a alteração, Ismael não apenas duplica seus pontos, mas também empata na oitava posição entre os Mais Premiados Jornalistas Brasileiros em 2013, com 90 pontos, ao lado de Mauro Beting e Carlos Alberto Sardenberg. Nos rankings da Região Norte, ele manteve e ampliou sua liderança entre os mais premiados de 2013 e ainda subiu para a nona posição no geral de todos os tempos.

Jornalistas&Cia unifica seus sites

Desde o começo do ano o Portal dos Jornalistas passou a ser o site oficial de Jornalistas&Cia, função que dividiu com o www.jornalistasecia.com.br nos últimos dois anos. Com a unificação, os dois endereços estão agora direcionados para o mesmo conteúdo, o deste Portal, que foi concebido não só para ser a face de Jornalistas&Cia na internet, como também para oferecer às redações e assessorias de comunicação um novo serviço: os perfis biográficos dos jornalistas brasileiros, antiga aspiração do mercado. Hoje já são mais de 5.200 perfis cadastrados, produzidos e atualizados periodicamente por equipe própria, sempre seguindo uma padronização adotada para facilitar a consulta e garantir relevância às informações publicadas. Os perfis estão distribuídos por editorias (Economia, Esporte, Política etc.) e por algumas das funções exercidas (Âncoras, Blogueiros, Correspondentes Estrangeiros, Executivos de Redação e Jornalistas Escritores); e abrangem profissionais de todo o País e das mais diferentes mídias. Em pouco mais de dois anos de vida o Portal sextuplicou a audiência, saltando de dez mil visitantes únicos nos primeiros meses para a média de 60 mil nos últimos três. Parceria mantida com a Maxpress, que apoia o Portal, garante a distribuição diária, de 2ª a 6ª.feira, de uma e-letter com as principais notícias do dia, enviada para os 55 mil jornalistas em atividade no País.

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