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Facebook censura nota do Congresso em Foco e a restaura quatro dias depois

O Congresso em Foco publicou em 28/8 matéria sobre três deputados que pediram reembolso à Câmara de despesas com tevê por assinatura que incluíam o pagamento de gastos com os chamados “canais adultos”. Segundo Sylvio Costa, diretor do portal, “o fato teve repercussão estrondosa, em especial no facebook, onde o post rapidamente alcançou mais de 200 mil visualizações e gerou milhares de comentários, compartilhamentos e likes”. Mas um dia depois o site foi surpreendido por uma mensagem publicada no próprio facebook informando sobre a remoção do conteúdo por “violação dos padrões da comunidade” da rede social. As explicações só viriam no início da tarde desta 3ª.feira (2/9), sob a forma de nota: “O Facebook removeu indevidamente o post em questão e já agiu para corrigir o engano. O conteúdo foi restaurado”. Jornalistas&Cia apurou que, como houve uma denúncia contra o post, o FB o remove até uma segunda análise sobre a questão e o faz, segundo garante, para proteger a informação pessoal dos usuários. Neste caso, três deputados foram nominalmente citados, daí o cuidado. Depois de constatar que o assunto já era de domínio público e que portanto não era uma denúncia vazia ou infundada, a empresa restaurou o conteúdo, o que aconteceu nesta 3ª pela manhã. 

Revista ESPM completa 20 anos e lança edição especial

A Revista da ESPM, que nasceu inspirada na Harvard Business Review, completa 20 anos e comemora o feito com uma edição especial cujo tema é 20 anos: novos tempos, velhos ideais, em que traz a evolução da sociedade e da economia do Brasil nas últimas duas décadas. O exemplar com 224 páginas (um recorde da revista) tem quase o dobro de matérias regulares. A edição traz entrevistas com Maílson da Nóbrega, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, entre outros. A Revista da ESPM foi criada pelo professor Francisco Gracioso (presidente do Conselho Editorial)  e tem na redação Lúcia M. de Souza (coordenadora editorial), Anna Gabriela Araújo (editora-assistente) e Marcio Penna (edição de Arte). 

Alice Maria se aposenta

Alice Maria Reiniger aposenta-se depois de 48 anos de telejornalismo. Ela começou na TV Globo, como estagiária, em 1966, um ano após a inauguração da emissora. Trabalhou 20 anos com Armando Nogueira, desempenhou todas as funções no Jornalismo da casa, e foi a primeira mulher a ocupar um cargo de direção nessa área. Em 1973, como diretora de telejornais da Globo, passou a responder não apenas pelo noticiário, como pelos perfis editoriais dos programas e a preparação dos repórteres, formando a primeira geração de profissionais do telejornalismo brasileiro. Em 1990, afastou-se da Globo, esteve na TV Manchete e montou a produtora No Ar. Voltou em 1996, a convite de Evandro Carlos de Andrade, para a implantação do canal GloboNews. Desde 2009, era diretora de Desenvolvimento de Programas Especiais, com a função de observar a qualidade das coberturas de Jornalismo e Esportes e supervisionar os programas com formato jornalístico sobre Responsabilidade Social e aqueles produzidos pela Fundação Roberto Marinho. Seu substituto não foi anunciado, mas Mariano Boni, diretor executivo da Central Globo de Jornalismo, responde temporariamente pela função. A aposentadoria de Alice segue-se ao afastamento de outros antigos diretores e se enquadra na política de renovação dos quadros da emissora.

Prêmio Estácio de Jornalismo anuncia finalistas

Foram anunciados os 24 finalistas do Prêmio Estácio de Jornalismo 2014. Em sua quarta edição, a iniciativa distribuirá R$ 100 mil brutos para categorias Nacionais e Regionais. O anúncio e a entrega dos prêmios aos vencedores serão em 24/9, no Rio de Janeiro. A lista completa está disponível no site do prêmio.

iG e Jornal de Brasília unem-se para criar o iG Brasília

O Jornal de Brasília e o iG anunciaram nesta 2ª.feira (1º/9) parceria para a criação do iG Brasília, oitava iniciativa do projeto de regionalização do portal. Com a iniciativa, o jornal passa a oferecer o conteúdo do novo canal. A versão online do JBr liderou, entre junho de 2013 e junho deste ano, os índices de crescimento de audiência dos sites noticiosos de Brasília, atingindo mais de 9% no período. Guilherme Lombardi, gerente de Mídias Digitais, que conduz o processo de reformulação editorial e comercial do veículo, destacou a importância de adaptação do diário à era digital. Para Tales Faria, publisher e vice-presidente Editorial do iG, embora o portal traga a cobertura política diária, o novo canal permitirá o fornecimento de notícias sobre a cidade com o olhar de quem vive nela: “Esta é uma possibilidade de ampliar o espectro de atuação em Brasília, centro do poder do País, ainda mais num período pré-eleitoral”.

Tereza Cruvinel acerta com o Brasil 247

Tereza Cruvinel aceitou convite de Leonardo Attuch e passou a assinar, ao lado de Paulo Moreira Leite, um blog com domínio próprio no Brasil 247 para publicar seus textos e análises. No espaço, diz pretender fazer o jornalismo que sempre fez: “O que informa sem brigar com os fatos, o que interpreta e analisa com a maior honestidade possível, o que respeita a inteligência do leitor-cidadão. A ele, não ao jornalista, pertence o direito à informação. Para respeitar tal direito, o jornalista tem que ser, antes de tudo, livre”. Com a parceria, segundo ela, encontrou “terra arada para o jornalismo, este oficio cada vez mais necessário, justamente quando passa por tantas transformações”. Disse ainda que “plataformas como o 247 guardam um parentesco com aquelas publicações que oxigenavam o ambiente asfixiado da ditadura, apesar das diferenças na forma, na tecnologia, no tempo e no conteúdo”. No primeiro post, falou sobre as mudanças na profissão: “No início dos anos 80 vivi os espantos de minha geração com a rápida informatização das redações. Dez anos depois, a popularização da internet. Colunista de O Globo, atividade que exerci por 21 anos consecutivos, fui beneficiária do tempo real, que aumentou a atualidade das colunas, da edição online, do socorro do Google, sem nunca deixar de gastar sola de sapato, de sentir a vibração política dos ambientes, o calor dos fatos e mesmo dos boatos. Os leitores deixaram de ser apenas leitores, passagem a interagir com os colunistas, que nesta altura passaram a ter blogs, cobrando, protestando, corrigindo. Nos últimos dez anos, a digladiar e a agredir também, mas isso é parte da paisagem política”. Tereza escreveu por mais de 20 anos para a coluna Panorama Político, em O Globo, fez parte da equipe de fundação da EBC, que presidiu de 2007 a 2011. De 2012 até 2014, voltou a ser colunista, desta vez para o Correio Braziliense, que deixou em maio. Atualmente também é comentarista na RedeTV.

Mariana Kotscho passa a escrever para o Brasil Post

Mariana Kotscho aceitou convite de Ricardo Anderaós e passa a integrar a equipe de colunistas do Brasil Post. Segundo ela, a ideia é escrever a cada 15 dias uma coluna variada, mas normalmente ligada ao Papo de Mãe, programa que ela e Roberta Manreza mantêm na TV Brasil. Mariana diz que o programa, que comemora seu quinto aniversário no próximo dia 21/9, “conquista cada vez mais telespectadores em todo o País, virou referência sobre assuntos maternos/paternos, cresce também nas redes sociais e o blog, que está com mais de um milhão de acessos, em breve vai virar portal”. Ainda por lá, Leticia Bragaglia deixou a equipe para atuar em campanha política e foi substituída por Fernanda de Luca, ex-Record. Na produção também começou Juliana Belluomini, ex-TV Cultura.

Lúcio Flávio Pinto começa blog para contextualizar fatos novos

Com o artigo Ao bom combate!, no qual aborda a violência urbana a partir de um episódio que vivenciou numa padaria de Belém, Lúcio Flávio Pinto começou em 29/8 a escrever um blog que leva seu nome e cujo subtítulo é A agenda amazônica de um jornalismo de combate. No texto, ele diz que o acontecido o fez decidir criar de vez o blog, “que chega assim de súbito, de improviso, como dever e destino, empenhado em fortalecer a agenda do cidadão, do homem comum, da gente simples e de todos aqueles que querem ser personagens ativos da sua vida e da história”. Diz também esperar alimentá-lo diariamente, “não com ênfase nas novidades, nas informações exclusivas, no ‘furo’. O que mais se tentará aqui será a contextualização dos fatos novos, no exame da mecânica dos acontecimentos, na desmontagem das engrenagens das decisões, na revelação do que está oculto na cena ou é omitido pelos seus narradores”. Com relação à Amazônia, foco permanente de seu Jornal Pessoal, afirma que “o objetivo é combater o ‘destino manifesto’ que se impõe à região, de ser colônia, de não interferir no seu próprio destino. Acredito com firmeza que a história não está escrita nas estrelas, restando-nos contemplá-las, à distância, como acidentes da natureza. Creio que podemos escrever também a história e, nessa escrita, sair da trilha dos colonizadores e da camisa de força em que nos colocaram os dominadores”.

Jornais regionais estão cada vez mais fortes, diz presidente da APJ

APJ reelege diretoria para 2014/2016 e reafirma o compromisso de permanente valorização da mídia regional paulista A Associação Paulista de Jornais (APJ), que reúne 14 dos principais jornais regionais do Estado de São Paulo, elegeu a sua diretoria para o biênio 2014/2016, tendo como presidente Renato Delicato Zaiden, que foi reconduzido ao cargo, bem como os demais diretores. Os jornais da APJ formam a maior rede de jornais independentes do País e se constituem o primeiro player do maior mercado consumidor do País. Com sede em São Paulo, a APJ vem realizando um trabalho permanente de valorização e reconhecimento da liderança e constante crescimento da mídia regional, com foco no trabalho em rede, liberdade de expressão e de informação e ações comerciais e de treinamento conjuntas, além de iniciativas nas áreas editoriais, de circulação e de publicidade, entre outras. Zaiden, bem como os demais membros da diretoria, foram reeleitos em assembleia da entidade em 19/8, no conjunto do World Trade Center, na capital, durante o 10º Congresso da Associação Nacional de Jornais. Logo após a reunião, Zaiden concedeu esta entrevista, que segue na íntegra: Jornalistas&Cia – O que o sr. considera mais importante em relação ao Congresso da ANJ sob o ponto de vista do jornalismo regional paulista? Renato Zaiden – A grande mensagem é a redescoberta dos jornais. Será feita uma campanha junto à opinião pública, leitores e anunciantes mostrando que a informação jornalística é parte das necessidades das pessoas para saber das coisas. O jornalismo ajuda nas grandes transformações, a fiscalização do que é de interesse público e na orientação que as pessoas precisam ter para as suas decisões pessoais e cidadãs. A tecnologia, que muitos achavam poderia prejudicar os jornais, na verdade irá facilitar a vida deles, como já sabíamos. Houve um momento de preocupação e até equívocos por parte de alguns setores que entendiam que os jornais iriam acabar. Na verdade, os jornais serão cada vez mais importantes e mais fortalecidos. Com redes sociais e plataformas multimídia, as pessoas, que nunca consumiram tanta informação, precisam da informação chancelada, confiável e é a marca do jornal que dá essa credibilidade. O jornalismo profissional se faz com seriedade, independência, comprometimento.  Se faz com a verdade. E isso o jornalismo nunca deixará de fazer. Por isso ele é a principal fonte de referência para quem busca coisa séria. Nessa mobilidade e versatilidade digitais, o jornal continua firme e saudável no papel, mas vai muito além do papel. O jornal ganhou mais possibilidades. Aumentou o hábito de leitura em busca de informação e os jornais estão provendo o conteúdo credibilizado para as redes sociais e as plataformas como smartphones, tablets e web de modo geral. No Congresso da ANJ, pela primeira vez se reuniu um grande número de representantes dos diversos segmentos do jornalismo no Brasil, publishers, empresários de comunicação da mídia impressa e as principais lideranças do mercado anunciante, das agências de propaganda e dos clientes. Para quê? Justamente para marcar um movimento de renovação e disruptura, mostrando isso de uma maneira muito forte, consistente, como nunca antes da história de 35 anos da ANJ, tão significativa e expressiva. A ANJ, que nasceu do interesse dos publishers, donos de jornais e publicadores para defender a livre iniciativa, vê que as possibilidades do setor continuam muito fortes e fortalece a parte mercadológica dos jornais, o que os ajuda a manter a independência histórica que sempre tiveram. J&Cia – Essa ação em conjunto favorece os jornais regionais? Zaiden – Não tenho a menor dúvida disso. Se os grandes jornais procuram estar próximos dos seus leitores, os regionais vão além, praticam essa proximidade. Se envolvem no processo de cidadania. Os jornais regionais têm algo interessante: a contemporaneidade dos principais fatos do mundo e do País, que os grandes jornais têm, mas oferecem o noticiário local e regional que os grandes não têm. Os regionais estão cada vez mais fortes em suas comunidades, em crescimento não só no digital, mas também no formato papel. Interessante é a interatividade que eles têm com as comunidades, através das possibilidades da web, mas principalmente pelo contato olho no olho pela proximidade física também. Os jornais são pilastras de sustentação da democracia no País. E ninguém mora no País, as pessoas moram nas cidades. E esses jornais estão nas cidades, vivem nessas cidades e convivem nelas. A nova métrica dessa audiência, proposta pela ANJ, não leva em conta só a circulação, pois cada exemplar é lido por mais de uma pessoa. Por exemplo, numa cidade com 400 mil habitantes e com 25 mil exemplares de tiragem, o jornal é lido por mais ou menos 125 mil pessoas no papel, fora a leitura pelo digital. Tirando as crianças, os não alfabetizados e as pessoas que não estão economicamente ativas, o jornal atinge mais de 60% do mercado consumidor. J&Cia – Vida longa então para o jornal regional nesse novo modelo? Zaiden – Na verdade não é um novo modelo. É o reconhecimento de que tudo isso existe. Está sendo praticado. Os jornais da APJ são líderes de seus mercados tanto no impresso quanto no digital. J&Cia – O sr. foi reeleito presidente da APJ. Poderia fazer um balanço da atual gestão e falar sobre as metas para a próxima? Zaiden – A nossa reeleição é consequência da crença dos jornais associados de que devemos dar continuidade ao trabalho iniciado de convergência das plataformas. Além disso, atuar pela percepção do mercado de nossa liderança em circulação, leitura e investimentos publicitários. Nossos jornais estão no maior mercado consumidor do País. Somos o primeiro player do primeiro mercado, o Interior de São Paulo. Somos a maior circulação e oferecemos o maior índice de leitura no papel e no digital, maior credibilidade, maior proximidade. O que já era reconhecido nos mercados regionais e setores do mercado anunciante será um fato de repercussão permanente. Nós, da APJ, somos uma referência de união e liderança regional, trabalhando em rede, porém mantendo a independência das publicações. Em nosso Estado, o anunciante que desejar vender para os mercados regionais não tem nenhum caminho tão efetivo e comprovadamente credibilizado em liderança do que os jornais regionais que fazem parte da APJ. Nesses próximos dois anos de mandato, vamos receber as pessoas em nossa sede na capital, que é uma embaixada do Interior, promover reuniões e estar mais próximos de lideranças do mercado e da comunicação, do setor público, como vínhamos fazendo, e que será intensificado. E também otimizar resultados nos núcleos, maior troca de conteúdo e ampliar a cobertura no Estado, prestação de serviços aos associados como nas áreas jurídica, editorial, propaganda, industrial e tecnologias. Sozinhos já somos muito fortes, mas juntos somos infinitamente mais fortes. Estamos unidos, a assembleia de eleição da diretoria mostrou isso, inclusive com a chegada de novo associado, em Rio Claro, e outros que estão a caminho. J&Cia – Qual é o perfil dos jornais da APJ? Zaiden – São jornais líderes de mercados regionais, que interagem, têm história, circulação diária, auditoria de circulação e, principalmente, são reconhecidos pela opinião dos cidadãos das comunidades onde estão presentes. Quem se responsabiliza pela informação na cidade? Cabe ao jornal checar, rechecar, e quando o jornal publica uma notícia é porque tem certeza do fato. De todos os meios, o jornal é o de maior credibilidade. Se já era grande, agora com essa capilaridade nas redes sociais, onde somos buscados para confirmar as informações, a nossa responsabilidade se fortalece e aumenta ainda mais. Temos o compromisso de chancelar a informação. Nunca se buscou tanta informação. Mas é preciso buscar o jornal para saber se é verdade. Outro dia um leitor perguntou: “Por que vocês não falam que o Schumacher já morreu? A imprensa está escondendo isso”. Era uma notícia falsa que circulava no facebook sem a chancela da imprensa. Felizmente, ele não morreu.

FAO lança Prêmio Agricultura Familiar de Jornalismo

A Unidade de Coordenação de Projetos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para a Região Sul do Brasil lança nesta 4ª.feira (3/9), às 9h, no Auditório da Administração do Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), o 1º Prêmio Agricultura Familiar de Jornalismo. Podem participar profissionais diplomados dos três estados da Região Sul, com matérias e reportagens sobre agricultura familiar, publicadas em veículos de circulação e veiculação periódica, entre janeiro de 2013 e dezembro deste ano. As categorias são Jornalismo impresso (jornais e revistas), Eletrônico (rádio e televisão) e Mídia digital (sites e blogs). O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 10 mil e uma viagem para um país onde a agricultura familiar é destaque. Já os segundos colocados receberão R$ 5 mil, e os terceiros, R$ 3 mil. As inscrições devem ser feitas no www.premioagriculturafamiliar.jor.br, onde também está disponível o regulamento.

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