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Em parceria com a Maxpress, Mega Brasil lança o Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa

Iniciativa homenageia os executivos e as agências de comunicação que se destacam por seus trabalho e atuação. Festa de premiação será no encerramento do 18º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, em 28/5, em São Paulo Mega Brasil e Maxpress selaram na última semana parceria para a realização do Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa, que distinguirá os mais admirados executivos e agências de comunicação corporativa do País, nas categorias Nacional e Regional.

A escolha será feita, em dois turnos de votação, por um colégio eleitoral integrado por mais de 60 mil profissionais, entre jornalistas de redações (jornal, revista, rádio, televisão e internet) e profissionais de agências, empresas, organizações e áreas governamentais que estejam atuando em comunicação corporativa. Poderão também ser incluídos nesse colégio profissionais autônomos, professores e outros, desde que estejam de algum modo vinculados a esse universo profissional.

A festa de premiação será no dia 28 de maio, às 17 horas, no encerramento do 18º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, logo após a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação, no Novo Centro de Convenções Rebouças, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. “Nossa base inicial serão os mailings de imprensa da Maxpress, integrados por cerca de 55 mil jornalistas, e os de comunicação corporativa da Mega Brasil, que incluem os milhares de leitores do Jornal da Comunicação Corporativa e as listagens de empresas e agências do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa”, diz Marco Rossi, diretor da Mega Brasil. Ele lembra que esse Colégio não é definitivo, podendo ser ampliado à medida que surjam pedidos de inclusão de interessados em votar. Para tanto, é necessário que o solicitante esteja atuando na área, mas a solicitação só será aceita se vier do próprio interessado e não por pedido coletivo de inclusão.

Todas serão analisadas e havendo pertinência a pessoa será imediatamente incluída e autorizada a votar já nesta primeira etapa. A solicitação de inclusão deverá ser encaminhada diretamente à Mega Brasil, por e-mail.

Para Decio Paes Manso, diretor da Maxpress, trata-se de uma premiação pioneira e que vai mostrar quais são de fato os mais respeitados e admirados executivos e agências de comunicação do Brasil, tanto nacional quanto regionalmente: “Vamos destacar os Top 10 nacionais e os Top 5 regionais, premiando, de um lado, os executivos que se mostram líderes dessa atividade; e, de outro, as agências de comunicação que têm feito a diferença num mercado altamente competitivo”. Segundo ele, “para que a premiação seja a mais justa possível e reflita a real percepção do mercado, faremos essas escolhas em dois turnos de votação; o primeiro, em que os eleitores poderão indicar livremente os executivos e as agências; e o segundo, em que esses mesmos eleitores vão escolher, entre os finalistas da primeira fase, os Top 10 nacionais e os Top 5 regionais”.

Prêmio Top Mega Brasil  Top 50 e Top 10 Da primeira fase do Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa, segundo os organizadores, deverão sair 50 nomes de executivos e outros 50 de agências como finalistas; e dez nomes de executivos e outros dez de agências para cada uma das cinco regiões brasileiras, a saber: Norte, Nordeste, Centro Oeste, Sudeste e Sul. Os votos da segunda fase serão limitados a esse conjunto de finalistas, sendo que aí as indicações serão feitas em ordem crescente, do 1º ao 5º classificado. Na primeira fase, cada voto representará 10 pontos para o executivo ou agência indicado. Esses pontos serão levados pelos finalistas para a segunda etapa, que terá a seguinte grade de pontuação: 1º lugar = 100 pontos; 2º lugar = 80 pontos; 3º lugar = 65 pontos; 4º lugar = 55 pontos; e 5º lugar 50 pontos.

Executivos e agências bem votados poderão figurar simultaneamente nos rankings nacionais e no da região em que atuam, situação que deve ser bem comum na Região Sudeste, que concentra grande parte de profissionais e empresas. Idealizador da premiação, o diretor da Mega Brasil Eduardo Ribeiro, que também dirige este J&Cia, lembra que a criação de um prêmio para a área de comunicação corporativa é um velho sonho que agora se materializa e que vai contribuir para dar ainda mais relevância a essa que é uma atividade em permanente crescimento no País: “Há tempos buscávamos a fórmula de um prêmio que pudesse envolver todo o mercado jornalístico e da comunicação e que se mostrasse atraente e confiável para a comunidade. Essa fórmula acaba de nascer e estará integralmente apoiada na percepção do mercado sobre os atores dessa atividade.Não estamos buscando os melhores, os maiores, os mais inovadores, mas sim os mais admirados, aqueles que fazem a diferença nesse mercado, por sua capacidade de bem se relacionar em todas as frentes. A parceria com a Maxpress, nesse sentido, garante à premiação não só uma base tecnológica sólida, mas sobretudo isenção, segurança e confiabilidade em relação aos resultados”.

A primeira etapa de votação (livre indicação) será iniciada em 30/3, estendendo-se até 16 de abril. A segunda, que definirá os vencedores, inicia-se em 29/4 e vai até 11 de maio. Mais informações na Mega Brasil pelo 11-5576-5600 ou [email protected].   Leia mais + Câmara Federal aprova deputado no comando da Secom + Caso SwissLeaks chega à mídia e gera questionamentos + Dança das cadeiras nas afiliadas da Globo

Câmara Federal aprova deputado no comando da Secom

Decisão gera críticas entre parlamentares Por Kátia Morais, editora de J&Cia em Brasília Apesar de muito barulho da mídia e críticas de parlamentares e de servidores da Casa, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 12/3 o Projeto de Resolução (PRC) 11/15, da Mesa Diretora, que permite ao presidente da instituição escolher um deputado para comandar a Secretaria de Comunicação Social. De acordo com o projeto, o posto de titular da Secom, que por mais de 16 anos foi ocupado exclusivamente por jornalistas servidores de carreira, será transformado em diretor-executivo e subordinado à nova estrutura da Secretaria. Durante a votação, diversos deputados criticaram a iniciativa do presidente Eduardo Cunha, afirmando que havia risco de partidarização dos veículos de comunicação da instituição. Esperidião Amim (PP-SC) advertiu: “Se estivesse aí na Presidência um presidente do PT, muitos diriam que se quer aparelhar o sistema de comunicação da Casa”. Chico Alencar (RJ), líder do PSOL, que também é jornalista, disse que a medida é um erro: “Pode desqualificar a Comunicação, um espaço a ser preservado. O nosso temor é que comecemos a selecionar matérias, deixar com medo os servidores, e isso é o fim da democracia”. Para Hildo Rocha (PMDB-MA), a Comunicação é o serviço que mais avançou na Casa. O líder do PDT André Figueiredo (CE) pediu o adiamento da votação por considerar que ela pode abrir um precedente perigoso. “É um cheque em branco para qualquer presidente colocar um deputado que venha a seu serviço”, ressaltou. O presidente Eduardo Cunha rebateu as críticas afirmando que a medida é urgente: “Ninguém está falando de mudança de linhas editoriais, estamos falando de parcerias com tevês legislativas, programação, temas sem cobertura”.  Comenta-se que o próximo secretário da Secom será o deputado Cleber Verde, da chamada bancada evangélica. Filiado ao Partido Republicano Brasileiro, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, ele foi um dos apoiadores de Cunha, também integrante da bancada evangélica. Eduardo Cunha manifestou ainda a intenção de contratar uma pessoa de fora do quadro funcional da Casa para comandar a programação da TV Câmara. Jean Willys (PSOL-RJ), igualmente jornalista, denunciou recentemente em rede social que esse profissional seria um dos diretores da Rede Record, também ligada à Igreja Universal. Ele assumiria um cargo Comissionado de Natureza Especial, com faixa salarial em torno de 16 mil reais.   Leia mais + Caso SwissLeaks chega à mídia e gera questionamentos + Dança das cadeiras nas afiliadas da Globo + Reportagem da Pública denuncia abuso contra publicitárias no trabalho  

Caso SwissLeaks chega à mídia e gera questionamentos

A divulgação por O Globo e pelo blog de Fernando Rodrigues, do UOL, de que 22 empresários de mídia e sete jornalistas estão na lista do HSBC, no caso conhecido como SwissLeaks, gerou muitos desmentidos, inúmeros “nada a comentar” e pelo menos duas reações imediatas, de Alberto Dines e Mona Dorf.

Dines considerou desrespeitosa e infame a forma como O Globo divulgou a lista, associando subliminarmente seu nome e de seus filhos a supostos infratores, e em resposta publicou no dia 14/3, no Observatório da Imprensa, o artigo Vazamentos suíços e canalhices brasileiras, e no dia 17/3 Consórcio de jornalistas e não um ‘pool’ de jornais.

No primeiro, comenta: “Para mostrar-se isento, imparcial, impecável e imaginando que fazia história, a edição de sábado (14/3) de O Globo resolveu escancarar suas culpas e revelar os nomes dos empresários de mídia, herdeiros, cônjuges e jornalistas que mantinham contas secretas na Suíça. Entre os sete profissionais vivos estão os quatro filhos deste observador agrupados como ‘Família Dines’.

Embora classificados como ‘jornalistas independentes’, adultos e efetivamente independentes, aparecem identificados pelo nome do pai que apenas se prontificou a prestar esclarecimentos ao repórter já que três deles vivem no exterior há cerca de 30 anos, não têm conta bancária nem declaram rendimentos no Brasil.

O mesmo e perverso sistema que consiste em identificar as proles pelo nome dos pais não foi usado ao mencionar a conta secreta da falecida Lily de Carvalho, viúva do também falecido Roberto Marinho, cujos três filhos comandam o mais poderoso grupo de mídia da América Latina”.

Prossegue com o artigo, questionando: “Onde está a equidade, a isonomia? Ficou no aquário da redação alimentando a hipocrisia e a onipotência dos que se sentem senhores do mundo e da verdade. Ao jornalista profissional, crítico da mídia, persona non grata para os barões da imprensa e seus apaniguados, o rigor deste insólito código que se serve de um sobrenome para avacalhar todos os que também o usam. Nos cálculos deste observador há no Brasil outros oito membros da honrada família Dines que nada têm a ver com o caso HSBC. Ao falar de Roberto Marinho ou Octavio Frias de Oliveira, suas respectivas proles – por cavalheirismo – foram poupadas.

Caso SwissLeaks

“Os valores foram herdados da mãe” Alberto Dines afirma ainda no artigo: “Este observador vive do seu salário de jornalista há 63 anos. Numa idade em que outros vivem dos direitos autorais, poupança ou investimentos, este profissional vive dos rendimentos de um PJ (pessoa jurídica) sem direito a férias, plano de saúde e outras regalias dos celetistas. Há 17 anos consecutivos é obrigado a passar dois dias por semana no Rio e nos demais trabalhando dez ou doze horas diárias para obter o suficiente para viver com algum conforto. Se os meus filhos fossem ‘laranjas’ como alguns idiotas das redes sociais tuitaram, as obras de sua casa no Rio – único bem que possuo –, paradas há mais de um ano, já estariam terminadas e o estresse das viagens, eliminado. Meus filhos são adultos, com mais de 50 anos, solteiros, independentes. Nunca perguntei quanto herdaram, quanto guardavam, nem onde. Não tenho conta na Suíça, não tenho poupança, CBDs, ações, investimentos nem no Brasil nem em lugar algum. Meus filhos têm mais de 50 anos, vivem no exterior há cerca de 30 anos (exceto o caçula, no Rio, beneficiário dos irmãos). Os valores foram herdados da mãe, com quem fui casado em regime de total separação de bens, e de quem me separei em 1975. Eles estão pagando por causa das trapalhadas dos parentes maternos (a família Bloch) e o pai, que deles se orgulha, envolvido numa história suja armada por empresas jornalísticas que, para limpar o seu nome, não se importam em macular a vida, carreira, escrúpulos e sacrifícios de outros. Pretendo continuar a viver da minha profissão, renda ela o que render, porque para mim jornalismo não é apenas sobrevivência. É opção de vida limpa, digna, honesta”.

Dança das cadeiras nas afiliadas da Globo

Dança das cadeiras nas afiliadas da Globo em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. Orlando Loureiro deixa a TV Anhanguera (afiliada em Goiás) para comandar a Rede Matogrossense, responsável pelas operações da TV Morena e da TV Centro América. Em seu lugar, assume Álvaro Borges, que até então estava no comando da TV Liberal (afiliada no Pará).

À TV Liberal chega Paulo Fernandes, vindo da TV Clube (Piauí), que recrutou Paulo Nóbrega, ex-diretor da TV Verdes Mares (afiliada da Globo no Ceará) no Cariri, porção Sul do Estado.

Reportagem da Pública denuncia abuso contra publicitárias no trabalho

Andrea Dip, da Agência Pública, assina reportagem em que mostra o machismo dentro das agências de publicidade no Brasil. Intitulado Machismo é a regra da casa, o texto apresenta denúncias de publicitárias sobre abusos de que são vítimas no trabalho. Segundo elas, os anúncios que indignam as mulheres nascem da cultura interna das próprias agências. Leia mais + Dança das cadeiras nas afiliadas da Globo + Fantástico leva Grande Prëmio do Tim Lopes + Meire Fidelis assume também a Comunicação Interna da Abril Mídia

Fantástico leva Grande Prêmio do Tim Lopes

O Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo anunciou seus vencedores nesta 2ª feira (16/3). Mais de 150 trabalhos inscritos concorreram em nove categorias. Os critérios para a escolha foram, além da relevância e qualidade da reportagem, a repercussão e os resultados obtidos.

O Grande Prêmio foi para o Fantástico, da TV Globo, com a reportagem Prefeito de Coari (AM) é acusado de abusar de meninas, de Mônica Marques, Giuliana Girardi, Walter Nunes, José de Arimatea, Abiatar Arruda, Bruno Della Latta, Bruno Mauro e Claudio Gutierres.

Na categoria Televisão, venceu o programa Repórter Record Investigação, da TV Record, com O mistério do matador de mulheres, apresentado por Domingos Meirelles. A reportagem especial, feita por Daniel Motta, Luiz Gustavo Rocha, Lucas Wilches e Oloares Ferreira, desvendou um caso que desafiou a polícia de Goiânia: a execução de mulheres jovens e bonitas à queima-roupa.

A categoria Jornal Impresso coube ao Extra, por Os embaixadores do Narcosul, de Guilherme Amado. O jornal pesquisou, em bases de dados públicas, as informações criminais de 170 traficantes procurados em Bolívia, Brasil, Paraguai e Peru, encontrou criminosos nascidos nesses países e na Colômbia, os países que têm pelo menos um mandado de prisão expedido contra eles, e obteve 120 fotos.

Em Internet, venceu o Correio 24h da Bahia, pela reportagem Tempo perdido, de Juan Torres, Alexandre Lyrio e Edvan Lessa, sobre adolescentes que se envolvem com criminalidade.

Em Rádio, levou o prêmio a Tupi, com Rosas despedaçadas, de Robson Machado de Souza, sobre violência doméstica.

Em Fotografia, mais uma vez venceu Domingos Peixoto, ganhador do Esso e Embratel, com a imagem de Santiago Andrade no momento em que foi atingido por um rojão, durante manifestação no Rio, e publicada em O Globo.

A categoria Meio ambiente coube a El País, com a reportagem A corrida pelo ouro ameaça os Yanomamis, de Alex Almeida e Talita Bedinelli.

Em Direitos Humanos, ganhou Ed Wanderley, do Diário de Pernambuco e Pernambuco.com, com A Sin City pernambucana.

Repórter cinematográfico foi para Júlio Aguiar, da TV Globo, por Ladrão ataca entrevistada durante reportagem sobre roubos.

Meire Fidelis assume também a Comunicação Interna da Abril Mídia

Meire Fidelis, diretora de Relações Corporativas da Abril Mídia, passa a ser também responsável por toda a área de Comunicação Interna da empresa. O anúncio foi feito em 12/3 pela diretora de Recursos Humanos Cláudia Ribeiro. Historicamente, os veículos corporativos da Abril sempre estiveram ligados à área de Desenvolvimento Organizacional. Formada em Relações Públicas pela FIAM, Meire fez especialização em Marketing na ESPM e MBA na Fipecafi/USP em Finanças, Comunicações e Relações com Investidores. Na nova estrutura, ela se reportará diretamente a Giancarlo Civita, que reassumiu a Presidência da Abril Mídia no início do mês.   Leia mais + Debate sobre FEB na 2ª Guerra Mundial marca lançamento de William Waack + Matías Molina lança História dos jornais no Brasil – Volume I + Rádio Bandeirantes investe em melhorias na programação

Debate sobre FEB na 2ª Guerra Mundial marca lançamento de William Waack

William Waack participará neste sábado (21/3), às 11h, em São Paulo, ao lado do historiador Marco Antonio Villa e do cientista político Bolivar Lamounier, do debate As duas faces da glória, no auditório Eva Hertz, da Livraria Cultura – Loja Paulista. O tema é também o título da obra que William está lançando pela Editora Planeta, As duas faces da glória: a FEB vista pelos seus aliados e inimigos, em que o âncora do Jornal da Globo revela a visão dos soldados alemães e dos oficiais norte-americanos sobre a atuação da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. A maior parte dos combatentes alemães nem sabia que o Brasil havia declarado guerra à Alemanha nazista e muito menos que enfrentara soldados brasileiros na Itália, no final da Guerra, já que os uniformes eram idênticos aos dos norte-americanos. Os oficiais norte-americanos, responsáveis por treinar e comandar a FEB, revelaram uma enorme dificuldade em entender o caráter nacional brasileiro. Para o desenvolvimento da obra, William entrevistou 28 ex-combatentes que lutaram contra a FEB e realizou extensa pesquisa em arquivos em Londres e Washington, onde teve acesso a relatórios confidenciais e secretos de americanos e britânicos sobre os militares brasileiros.   Leia mais + Matías Molina lança História dos jornais no Brasil – Volume I + Rádio Bandeirantes investe em melhorias na programação + Primeira fase dos +Admirados termina na próxima 3ª.feira (17/3)

Matías Molina lança História dos jornais no Brasil ? Volume I

Matías Molina lança pela Companhia das Letras o primeiro volume da trilogia História dos jornais no Brasil, obra que remonta a 1808, quando funcionários da Secretaria dos Negócios Estrangeiros e da Guerra de Portugal esperavam no porto de Lisboa pelos dois prelos Stanhope (a marca mais respeitada de prensa da época) e por várias caixas de tipos móveis, encomendados ao Reino Unido pelo governo para fazer a impressão de documentos oficiais. Mas Napoleão Bonaparte se aproximava rapidamente de Lisboa e antes que o material chegasse ao cais de Lisboa foi embarcado no navio Medusa e cruzou o Oceano Atlântico, integrando a frota que trouxe a Família Real portuguesa ao Rio de Janeiro. Aquele momento tornou-se um marco na história brasileira, já que era a chegada da imprensa ao País. Os desafios decorrentes, como as medidas tomadas para que fosse aprendido o manuseio do prelo e dos tipos móveis, os detalhes e as polêmicas da trajetória da imprensa brasileira do período colonial até 1840 compõem a primeira edição da trilogia, que trará, na sequência, a história da imprensa carioca e paulista, estendendo-se até os dias atuais. Matías chama ainda a atenção para três jornalistas que, em sua opinião, jamais poderão ser esquecidos pelo povo brasileiro: Hipólito da Costa, do Correio Braziliense; Gonçalves Ledo, do Reverbero Constitucional Fluminense; e Evaristo da Veiga, de A Aurora Fluminense. Nascido em Madri e naturalizado brasileiro há seis décadas, Molina, 77 anos, foi editor-chefe do grupo de revistas técnicas da Editora Abril, editor de Economia da Folha de S.Paulo, correspondente em Londres e editor-chefe da Gazeta Mercantil. Atualmente é consultor da área de Análise e Cenários da CDN.  É também autor de Os melhores jornais do mundo – Uma visão da imprensa internacional (Editora Globo, 2008). Em São Paulo, o lançamento do livro será na próxima 2a.feira (23/3), às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073).   Leia mais + Rádio Bandeirantes investe em melhorias na programação + Primeira fase dos +Admirados termina na próxima 3ª.feira (17/3) + Lúcio Flávio Pinto lança Uma arma letal – a imprensa do Pará  

Rádio Bandeirantes investe em melhorias na programação

Com as recentes estreias dos quadros Pé na Cozinha, no Manhã Bandeirantes, e RádioDoc, no Bandeirantes Acontece, o chefe de Produção da Rádio Bandeirantes Daniel Batista falou ao Portal dos Jornalistas sobre a importância de inserir novidades na programação: “Todo mundo está inquieto para descobrir novas formas de agradar o público. Aprimorar o que funciona é e sempre será nossa missão. As melhorias devem ser ininterruptas e a procura por novos caminhos, uma tarefa constante”. Daniel citou como um exemplo de novo caminho o formato de documentário em que é apresentado o RádioDoc, modelo não tão comum na grade da rádio: “A ideia é explorar esse gênero, que caiu em desuso. Hoje quase não se encontra mais esse formato, que é muito rico, já que permite maior aprofundamento do assunto. A ideia do programa é tratar com essa profundidade temas que sejam familiares para as pessoas, com personagens reais, a fim de que o ouvinte se encontre”. Além das novidades no Manhã Bandeirantes e no Bandeirantes Acontece, o Ciranda na Cidade tem recebido às 2as. feiras, a partir das 14h, um auditor da Receita Federal para ajudar os ouvintes a fazer a declaração do Imposto de Renda. O auditor permanecerá no programa até a semana de 30/4, quando termina o prazo para a declaração.   Leia mais + Primeira fase dos +Admirados termina na próxima 3ª.feira (17/3) + Lúcio Flávio Pinto lança Uma arma letal – a imprensa do Pará + Vaivém das Redações!  

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