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domingo, maio 24, 2026

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Paulo Bogado deixa Grupo Band RS e negocia ida de programa sobre automóveis para outra emissora

O Grupo Band RS promoveu na última semana uma série de mudanças no comando de algumas atrações da casa. Em uma das principais, deixou a casa o apresentador Paulo Bogado, que comandava a versão local do Brasil Urgente e era titular do Band Motores, programa exibido por TV e Rádio Bandeirantes, pela BandNews FM e ainda contava com versão impressa para o jornal Metro.

Criador do Band Motores, onde contava com o apoio do repórter Leandro Zanette, também desligado da emissora, Paulo já mantém negociações avançadas para levar a estrutura da atração para outra emissora: “Ainda não posso dar informações, mas acredito que nas próximas semanas já teremos tudo definido”. Paulo, além de jornalista, é professor universitário de Administração e acumula em sua carreira passagens por O Globo, Grupo RBS, Rede Record RS e Record News. Ele estava na Band desde 2011. Na apresentação do Brasil Urgente, foi substituído por Ribeiro Neto. Seus novos contatos são [email protected] e 51-9988-7712

Memórias da Redação ? Com as larvas no cangote

Com o estoque recomposto por diversos leitores que atenderam aos nossos apelos, esta semana publicamos nova história de Luiz Roberto de Souza Queiroz, o Bebeto ([email protected]), um de nossos mais assíduos colaboradores, ex-Estadão e que hoje atua com sua própria empresa de produção de conteúdo. Com as larvas no cangote             Quando o Estadão me mandou fazer uma reportagem no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, em Guapimirim, onde estava sendo reproduzido o macaco-barrigudo que também respondia pelo nome de muriqui, o biólogo Alcides Picinatti, que dirigia a instituição, me pediu que levasse para o Zoológico de São Paulo alguns tenébrios para serem criados.             O tenébrio é uma larva de uns três centímetros, que se alimenta de farelo de trigo, e embora atualmente seja vendido à vontade para pescadores que precisam de isca viva, naquele tempo (década de 1980) era um alimento raro e importante para mico-leão, sagui-de-bigode e outros primatas ameaçados. O diretor do Zoo, Mário Autuori, que me contratara como assessor de imprensa, precisava dos insetos e do know how para criá-los.             Recebi uma latinha com farelo de trigo e umas duas dúzias das larvinhas que, para não morrerem no calor da Dutra, dentro do Fiat sem ar condicionado da Táta Gago Coutinho, seguiram viagem com a lata aberta, para terem ventilação.             Depois de duas horas de estrada alguns tenébrios mais ousados deixaram a lata, subiram pelo encosto do banco e impressionados, como eu mesmo, pelo lindo pescoço da Táta – cangote, como se diz no interior –, resolveram passear por ali.             A reação foi a esperada. O carro zigzagueou pela pista, parou no acostamento, ela saiu furiosa, jogando os bichinhos para todo lado e eu tive que implorar para que não me deixasse… com os tenébrios, no meio da estrada.             Os tenébrios se adaptaram bem ao Zoo e, como só pensavam naquilo, se multiplicaram aos milhares, alimentando gerações e gerações de macacos. A história teve final feliz, mas como assessor de imprensa do Zoo tive problemas com a Táta também por causa do megalobulimus, o caramujo de quase um palmo que foi comum nos cafezais paulistas de antanho. O roteiro é quase o mesmo: fui fazer uma matéria como bichologista do Estadão – como diziam na redação – e o biólogo, que se não me engano criava cobra-do-milho vinda dos Estados Unidos, me pediu para ser o portador de dois caramujões, certamente benvindos à coleção do Zoológico. Cheguei a São Paulo num sábado à noite e, com o Zoo fechado, deixei as lesmas com algumas folhas de alface, no meu banheiro do apartamento de Moema. Bem alimentados, os bichos exploraram o ambiente, caminhando por todo o banheiro e deixando o tradicional rastro de gosma brilhante por todo o solo e as paredes azulejadas. Até achei bonito, o rastro do caramujo é iridescente e os bichos demonstraram sapiência, porque, como perdiam água junto com o muco que deixavam na parede, foram se hidratar no box do chuveiro. Apesar das minhas constatações científicas, fui expulso de casa com os caramujos, e isso depois de lavar o banheiro, tarefa a que não estou afeito. As descobertas “científicas” do Zoológico das quais participei foram muitas, como a que surgiu por causa de uma briga com o Tribunal de Contas, que não aceitava a despesa com escargot francês, glosou as notas, dizendo que era mordomia. Na realidade não era. O Zoo recebera uns lagartos cuja dieta era o caramujo que transmite a esquistossomose, que, é claro, não havia no Zoo. Comprados os caramujos franceses (escargot), os lagartos aceitaram a dieta importada e sofisticada, mas ficava caro e havia o problema com o Tribunal. Meu orgulho é ter participado da única tentativa bem-sucedida de “falsificar” o escargot. Pegávamos as conchas do caramujo, recheávamos com pedacinhos de filé de sardinha e os lagartos, que certamente não eram bons gourmets, por vários anos se alimentaram do pitéu falsificado.

Fernando Albrecht deixa equipe da Band AM-RS

Fernando Albrecht deixou a equipe da Rádio Band AM. Ele foi desligado da emissora em 9/7, após 13 anos participando do programa de informações e entrevistas Jornal Gente, apresentado diariamente, das 7h30 às 10 horas. Para o lugar dele foi escalado o apresentador do telejornal Band Cidade Sérgio Stock.

Severino Goes assume assessoria da Anamatra

Depois de dez anos como assessor de imprensa do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Severino Goes responde agora pela assessoria da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), juntamente com Viviane Dias, que já está há quase dez anos na entidade.  

Abertas as inscrições para o Focas do Estadão

Estão abertas as inscrições para o 26º Curso Estado de Jornalismo, mais conhecido como Focas do Estadão. Os 30 jovens que forem selecionados terão a oportunidade de aprender na prática nas redações do Grupo Estado e participar de atividades especiais e aulas que complementam sua formação acadêmica. O programa, gratuito, vai de 14 de setembro a 11 de dezembro, em São Paulo. A primeira fase do processo seletivo é online e realizada no momento da inscrição, pelo www.estadao.com.br/focas ou www.vagas.com.br/v1195386, até 2 de agosto. Os candidatos devem incluir currículo e justificativa de interesse e passar por provas de conhecimentos gerais, inglês e português. Podem inscrever-se estudantes de último ano de todas as faculdades de jornalismo do Brasil e formados em 2013 e 2014. Até 90 candidatos serão chamados para a segunda fase, com duração de um dia, na sede do Grupo Estado, em São Paulo. A turma com os selecionados será conhecida em 30 de agosto. Desde 1990, mais de 700 jovens já passaram pelo Curso Estado de Jornalismo, que é válido como extensão pela Universidade de Navarra, na Espanha, e tem o patrocínio de Odebrecht e Philip Morris.

Cultura de São Paulo demite mais de 50 funcionários

A Rádio e TV Cultura demitiu nesta 4a.feira (15/7). 53 funcionários, dois deles jornalistas, segundo o Sindicato da categoria em São Paulo. No mês passado, os radialistas fizeram greve – com solidariedade dos jornalistas – e o caso acabou no TRT, onde foi feito um acordo que garantiu estabilidade até o final de julho, o que não aconteceu. Em nota, o Sindicato dos Jornalistas afirmou que “repudia qualquer tipo de demissão, manifesta sua solidariedade e utilizará todos os mecanismos para barrar as dispensas”. A nota diz ainda que a entidade reitera o pedido de resposta a ofício enviado anteriormente, que dava prazo até esta 6a.feira (17/7) para saber sobre o reajuste ainda não pago da última convenção coletiva. Caso contrário, os profissionais poderão novamente entrar em greve.

Rita Fernandes começa na Kreab

Rita Fernandes assumiu em 1º/7 a Diretoria Corporativa de Projetos da holding do Grupo Kreab, multinacional de Relações Públicas de origem sueca, liderada no Brasil por Marco Antônio Sabino. Ela vai cuidar do desenvolvimento de novos negócios nos três escritórios – São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro – mas ficará sediada no escritório do Rio, com as sócias Adriana Baggio e Marcela Esteves. Antes de passar o último ano cuidando da saúde, dos filhos e de um mestrado na FGV, Rita foi diretora executiva da In Press em Brasília e depois exerceu o mesmo cargo no escritório do Rio da Andreoli MSL Brasil. Além de jornalista, é economista com mais de 20 anos de experiência em comunicação corporativa, relações com mídia, gestão de crise e treinamentos, nas áreas pública e privada. Sobre outro aspecto muito conhecido de Rita, ela comenta: “Ainda sou presidente da Sebastiana, cargo que ocupo há 11 anos e no qual vou continuar, acumulando a dupla função com meu lado corporate”. Para os que não são do Rio, Sebastiana é a Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul e Centro. No lado corporate, os novos contatos dela são [email protected] e 21-2256-4347, ramal 218.

Ediana Balleroni acerta com a Imagem Corporativa

Ediana Balleroni, que recentemente deixou a Diretoria de Comunicação para a América Latina da Telefônica, regressa ao segmento das agências de comunicação a convite da Imagem Corporativa, onde começa como diretora a partir de 20 de julho. Profissional com larga experiência no mercado brasileiro e no exterior, foi editora na Folha de S.Paulo e na Gazeta Mercantil e, na comunicação corporativa, diretora em organizações como a agência The Jeffrey Group e a PepsiCo, com responsabilidades nas áreas de comunicação, relações institucionais e sustentabilidade.

Cristiane Barbieri deixa Época Negócios

Cristiane Barbieri deixou Época Negócios no final de junho, após dois anos como editora-executiva da revista. A vaga dela foi extinta.

Nesse período, ganhou os prêmios Citi Journalistic Excellence Award, CNI, Abear, Editora Globo e teve menção honrosa no CNH. Foi indicada a mais um prêmio da Editora Globo, cujos vencedores serão anunciados em 30 de julho.

Antes de Época Negócios, Cristiane foi editora-executiva de Economia no iG, na gestão de Eduardo Oinegue. Também foi repórter da Folha de S.Paulo, editora em IstoÉ Dinheiro e diretora de Redação da Forbes Brasil e da Foco Economia e Negócios. Foi ainda repórter do Valor Econômico e de O Globo.

Ejesa fecha o Brasil Econômico e dispensa ao menos 33

Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de J&Cia no Rio O Brasil Econômico encerra suas atividades nesta 6ª. feira (17/7). Fundado em 2009, com sede em São Paulo, o jornal transferiu-se para o Rio em 2013. Este Portal dos Jornalistas contabilizou a saída de pelo menos 33 profissionais. Na tarde desta 3ª.feira (14/7), o publisher Ramiro Alves comunicou aos funcionários o fechamento do diário e deu como justificativa as dificuldades financeiras. Foi surpresa mesmo para os funcionários que, desde o final do ano passado, enfrentavam atrasos no pagamento dos salários e sabiam de pendências nas obrigações trabalhistas – eles acreditavam que a má fase passaria. Por volta das 18h da mesma 3ª, em reunião com o presidente José Mascarenhas e o diretor financeiro Ricardo Carvalho, os editores foram informados de que o pagamento de junho sairá até 6ª.feira (17/7). Prometeram respeitar férias de quem as tem a receber e informaram sobre o parcelamento para os celetistas e PJs. Entre os que saem do jornal estão o chefe de Redação Octavio Costa (que está de férias) e a editora-chefe Sonia Soares. Na editoria de Brasil, o editor Paulo Henrique (PH) Noronha, os repórteres Deco Bancillon, em Brasília; Patrícia Büll, Patrícia Monteiro e Leornardo Fuhrmann, em São Paulo; e Eduardo Miranda e Aline Salgado, no Rio. Na editoria de Empresas, a editora Flavia Galembeck, os subeditores Érica Ribeiro e Rodrigo Carro, e o repórter Moacir Drska, em São Paulo. Na editoria de Finanças, a editora Eliane Velloso, o sub André Boudon, a repórter especial em São Paulo Léa de Luca, a repórter Alessandra Taraborelli, também em São Paulo, e a repórter Mariana Pitasse, no Rio. Na editoria de Mundo, a editora Florência Costa. Os colunistas diários José Negreiros, de Brasil, e Luiz Sérgio Guimarães, de Finanças. No site, o editor Fábio Nascimento, a sub Mônica Lima, os repórteres Diana Dantas, Bruno Dutra e Douglas Nunes, no Rio, e Priscilla Arroyo, em São Paulo. Na editoria de Arte, o editor Carlos Mancuso será mantido em O Dia. Saem os designers Tathiana Marceli e Pablo Tavares, e o infografista Fernando Alvarus. Na Fotografia, Murillo Constantino e Piervi Fonseca, e na pesquisa de imagem, Angélica Breseghello.

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