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sábado, abril 11, 2026

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Sergio Costa é o novo diretor-executivo do Correio (BA)

Luiz Alberto Albuquerque deixa a direção executiva do Correio (BA) após sete anos à frente do veículo e passa o comando para Sergio Costa (foto), até então diretor de Redação. “O sucesso do projeto do Correio teve a contribuição fundamental de Sergio Costa, com quem tive o privilégio de conviver durante os últimos anos”, disse Albuquerque em nota divulgada nesta 5ª.feira (3/9). “Tenho o prazer de entregar a direção da operação para ele, após um processo de transição iniciado há dois anos, com o aval e participação dos acionistas”, acrescentou. Nos planos de Sergio – ainda de acordo com o comunicado –  está o investimento na integração das plataformas e na maior percepção da marca Correio:  “Antes de ser apenas um jornal, o Correio é uma marca baiana líder em qualquer canal: na circulação, faixas de público, audiência online e nas redes sociais. Essa presença forte precisa ser mais percebida pelo mercado”. Carioca, 55 anos, Sergio é formado em Jornalismo pela UFRJ, com MBA pela Fundação Dom Cabral. Teve passagens por Folha de S. Paulo (sucursal Rio), O Dia (RJ), revistas Manchetes e Ele e Ela, da Bloch Editores, e está no Correio desde 2009. Sua equipe no jornal conquistou prêmios como Embratel, SND, INMA, Tim Lopes e foi seis vezes finalista do Esso.

movePro, de Clayton Melo e Ricardo Tarza, lança o Move TV

Programa de webtv discute inovação e o mundo das startups. Projeto com a imobiliária busca soluções inovadoras A empresa de comunicação, projetos e soluções digitais movePro, criada em junho por Clayton Melo e Ricardo Tarza, lança o Move TV, programa de webtv sobre inovação e startups transmitido todas as 4as.feiras, das 20h às 21h, na All TV, de Alberto Luchetti. O programa discute temas de interesse das startups, com dicas, tutoriais, cases e entrevistas com especialistas, investidores e empreendedores. Além de convidados no estúdio, conta também com participação ao vivo via skype e interação com usuários por meio do facebook da Revista Move, entre outros recursos. “O objetivo do Move TV é ajudar o empreendedor de forma prática, com dicas úteis para o desenvolvimento das empresas e a troca e experiências entre startups”, afirma Clayton. “E sempre com um olhar para as práticas inovadoras, independentemente da área de atuação”. A economia criativa é um dos focos do programa. Depois da exibição ao vivo, ele pode ser acessado no endereço da All TV e no site e no youtube da Revista Move, primeiro projeto da movePro. Tecnisa –  Outro projeto em andamento é o Fast Dating Tecnisa movePro. Marcado para 16/9, em São Paulo, o evento tem o objetivo de conhecer ideias, produtos e serviços de empreendedores que possam ser aproveitados em qualquer uma das áreas da companhia imobiliária, como marketing, ambientes digitais, tecnologia, engenharia, administração, recursos humanos e novos negócios. Cada empreendedor terá apenas dez minutos, contados no relógio, para mostrar suas soluções para os executivos da imobiliária. Se houver sinergia, a startup será convidada para uma nova reunião, desta vez sem o cronômetro ligado. Inscreva-se!

Monica de Bolle estreia Economia de quarta, na CBN

Na CBN, a economista Monica de Bolle estreou nesta 4ª.feira (2/9) no CBN Brasil com o quadro Economia de quarta. Na nova atração, ela conversa com o âncora Carlos Alberto Sardenberg sobre os rumos da crise no País. PhD em Economia pela London School of Economics, pesquisadora do Peterson Institute for International Economics e professora da School for Advanced International Studies, Johns Hopkins University, Mônica é também especialista em macroeconomia e economia internacional, tendo trabalhado no FMI. É coautora de diversos livros sobre economia brasileira, além de escrever semanalmente para a Folha de S.Paulo.

Lançado site do jornal brasiliense Brasil Popular

Em jantar cooperativo com a presença de mais de cem jornalistas da Capital Federal, foi lançado em 29/8 o site do jornal Brasil Popular, que no futuro poderá contar com um impresso de mesmo nome e distribuição gratuita. Com notícias, reportagens e análises do quadro nacional e internacional, o Brasil Popular pretende, a exemplo do extinto Última Hora, jornal fundado em 1951 por Getúlio Vargas e Samuel Wainer, “defender as conquistas populares, a democracia e fortalecer a consciência nacional em torno de um projeto de nação soberana e independente, desafiando o golpismo midiático”. Integram o Conselho Editorial Alain Barki, Angélica Torres, Beto Almeida, Bira Souza, César Fonseca, Cirilo Quartim, Eduardo Wendhausen, F. C. Leite Filho, Geniberto Paiva Campos, Inês Ulhôa, José Alberto, José Augusto Valente e Romário Schettino. Os fundadores do site, reunidos na Associação de Jornalistas do Brasil Popular, definem-se como “uma iniciativa cooperativa, que está estruturando apoios e sustentação entre os segmentos sociais que participaram ativamente destas mudanças, independentes de filiação partidária”. E explicam que estão criando um mutirão de colaboradores, começando por Brasília, mas com claras intenções de atingir outras capitais. E esclarecem: “Não nascemos para fazer ajustes de contas entre forças de esquerda: nascemos para construir unidade popular e para enfrentar a manipulação e a desinformação da grande mídia empresarial que tenta demolir todas as conquistas alcançadas…”.

Marco Simões assume direção executiva da SDSN

Marco Simões assumiu a direção executiva da SDSN – Sustainable Development Solutions Network no Brasil, depois de fazer parte do Conselho da entidade. O trabalho começou pelo Rio de Janeiro, que tem sido palco de enormes transformações em função das Olimpíadas, e já no ano que vem deve expandir as atividades para outros Estados. A Rede SDSN é formada por organizações da sociedade civil, instituições acadêmicas, públicas e parceiros do setor privado – já são mais de 30 instituições brasileiras – e se propõe a tornar as regiões metropolitanas mais inclusivas, seguras e conectadas ao longo das próximas décadas. Tem como primeira tarefa estruturar-se para viabilizar a implantação e o monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU com base nos Objetivos do Milênio. O novo site oficial da Rede entrou em operação na semana passada (25/8).

Ao menos três profissionais de comunicação querem disputar a Prefeitura de São Paulo

Pelo andar da carruagem, tudo faz crer que a próxima disputa pela prefeitura de São Paulo, em 2016, terá pelo menos três candidatos da área de comunicação, todos com presença na televisão: José Luiz Datena, Celso Russomano (que chegou a liderar a corrida pela sucessão de Gilberto Kassab, em 2012) e João Doria Jr., presidente do Grupo Doria, que há anos apresenta um programa semanal de negócios, atualmente na TV Bandeirantes. Sem contar Marta Suplicy, que também se projetou para a política por meio das aparições matinais no histórico TV Mulher, da Rede Globo, nos anos 1980, apresentado por Marília Gabriela. Claro, todos enfrentando como oposição o atual prefeito Fernando Haddad, do PT, que tem despertado amor e ódio entre os paulistanos, por suas ciclovias e outras ousadas e polêmicas propostas de intervenção urbana numa das maiores cidades do mundo. Vale lembrar que Doria formalizou sua pré-candidatura em 28/8, pelo PSDB. Ainda na semana passada, Datena pediu sua desfiliação do PT(!) para concorrer à Prefeitura pelo PP, ao qual se filiou em julho passado. Marta, que por meses vem negociando sua entrada em algum partido de prestígio em que possa sair candidata, entre eles PSB e PMDB, deverá confirmar sua filiação ao segundo este mês; e o também deputado federal Russomano defenderá mais uma vez o PRB.

Luís Nassif decide processar o ministro Gilmar Mendes, do TSE

Por causa de declarações do ministro Gilmar Mendes na sessão do TSE de 12/12/2014, na qual não conseguiu levar adiante a tentativa de cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff por meio da rejeição das contas de campanha dela, Luís Nassif decidiu entrar com um processo contra o magistrado. No texto em que explica a decisão, Nassif diz que Gilmar não conseguiu atingir seu propósito graças ao recuo do ministro Luiz Fux, que não aceitou avalizar a manobra, e por isso despejou sua ira sobre ele, valendo-se de um espaço público nobre: a tribuna do TSE. Disse o ministro naquela ocasião: “Certamente quem lucrou foram os blogs sujos, que ficaram prestando um tamanho desserviço. Há um caso que foi demitido da Folha de S.Paulo, em um caso conhecido porque era esperto demais, que criou uma coluna ‘dinheiro vivo’, certamente movida a dinheiro (…) Profissional da chantagem, da locupletação, financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso! Precisa ser contado isso para que se envergonhe. Um blog criado para atacar adversários e inimigos políticos! Mereceria do Ministério Público uma ação de improbidade, não solidariedade”. “A intenção do processo foi responder às suas ofensas”, diz Nassif no texto. “Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no País. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um ministro do STF vingativo e sem limites”. Em outro texto, Nassif afirma que o TSE lhe deve o direito de resposta, porque este “existe para assegurar ao ofendido o mesmo espaço dedicado às ofensas”; porque “um tribunal (…) dispõe de um poder de disseminação de fatos imensamente superior ao de um cidadão comum e, muitas vezes, superior ao de um único veículo”; porque “Gilmar valeu-se do poder de disseminação de informação de uma sessão relevante do TSE para me imputar acusações difamatórias”; e porque “o crime não foi cometido por nenhum veículo em especial, mas por um membro do TSE valendo-se de um conjunto de circunstâncias criadas pelo próprio TSE – obviamente, sem a intenção de propalar difamações”. Em função disso, lançou um desafio aos “juristas de boa vontade”: ajudar a desenvolver a tese do direito de resposta em linguagem e raciocínio jurídicos. “Não adianta argumentar que essa questão é inédita. É inédita porque comportamento como o de Gilmar Mendes também é inédito. No mínimo, essa discussão ajudará a abrir algumas picadas para se começar a pensar em antídotos contra autoridades que não respeitam o próprio poder que representam”.

Luciane Aquino deixa o Terra para tocar projeto digital

Chief Media Officer do Terra desde 2013, Luciane Aquino deixou o portal no bojo das mudanças por que passou nas últimas semanas e parte para um novo projeto na área de conteúdo digital ainda em gestação. Ela disse ao Portal dos Jornalistas que seu sentimento a respeito do Terra é de pura gratidão e orgulho: “Lá eu tive os mentores mais incríveis que alguém pode desejar. É a empresa que me formou como profissional do mercado digital, e que forjou em mim e em centenas de outros um comportamento inquieto, inovador, questionador e obstinado. É o que chamamos de sangue laranja. O Terra continuará fazendo história, tenho certeza disso”. Luciane entrou no Terra em 1999 como editora-executiva para criar a primeira editoria de Noticias do portal. Foi gerente-geral de Conteúdo, gerente de Produtos, diretora de Produtos e por último CMO, respondendo pela cobertura editorial e pelas áreas de produtos e conteúdo de todos os países em que o Terra está presente. Foi também repórter e editora no Zero Hora, em Porto Alegre, e depois repórter de política da Agência RBS em Brasília, como setorista da Presidência da República. Com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, é pós-graduada em Comunicação Digital pela Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, e em Comunicação pela Universidade Autónoma de Barcelona.

O Globo: hoje já é outro dia

A Infoglobo – dos jornais O Globo, Extra e Expresso – começou a semana demitindo o que se especula ser algo em torno de 20% de seu pessoal, em todas as áreas. Redação e Comercial teriam perdido, cada uma, cerca de 60 pessoas, e o total pode chegar a 300, segundo Claudia Penteado, no site propmark. O critério foram os mais altos salários. Mas despesas como encargos de CLT, viagens e até o papel de jornal estão entre as restrições. Em janeiro deste ano, haviam sido cortados aproximadamente cem postos de trabalho. Não foi o suficiente. O Globo investiu em pessoal, nos últimos tempos, e se orgulhava de ter uma redação sênior, talvez uma das poucas do Brasil com experiência em bloco para interpretar e analisar qualquer notícia. Isso tornou o jornal detentor de uma característica internacionalmente valorizada pelos tradicionais do ramo – os que cobram o acesso ao seu conteúdo na internet, desprezam a fartura de notícias gratuitas e mal apuradas, às vezes equivocadas, na web. Investiu também em transformar essa expertise em novas fórmulas de acesso virtual ao conteúdo. O que resultou, como eles próprios esperavam, em reconhecimento, como o Esso de Contribuição à Imprensa, em 2012, pela edição do Globo A+, com Pedro Doria à frente. Lista de cortes é interminável Com o corte, os editores executivos de O Globo são agora apenas três. Pedro Doria sai, vira PJ e mantém a coluna Vida Digital, de tecnologia. Entre os editorialistas, sai George Vidor. Das colunas, Cora Rónai, Helena Celestino e Mario Sergio Conti. Flávia Oliveira também vira PJ e continua uma vez por semana. Alguns nomes da Rio são o premiado Sérgio Ramalho, Ana Cláudia Costa, Bruno Amorim. Da Economia, Renata Malkes e Luísa Xavier. Do Segundo Caderno, Débora Ghivelder. Luciana Froes, da Gastronomia, manterá uma coluna. E Aydano André Motta, do digital. Do Esporte, o editor Marceu Vieira, e Mauricio Fonseca, Pedro Motta Gueiros, Allan Caldas. Da Fotografia, Hudson Pontes, Guilherme Leporace e Marcelo Piu. Da Arte, Márcio Coutinho e Maraca. Foram descontinuados os cadernos Prosa e a Revista da TV. Saem a editoras Manya Millen e Valquíria Daher, além de Adriana Oliveira. Também Bolívar Torres. Em São Paulo, estão confirmadas as saídas do repórter especial Germano Oliveira, no jornal há 20 anos, 12 deles como chefe da sucursal paulista; da repórter de Política Tatiana Farah; e do repórter de Economia Lino Rodrigues ([email protected]), com nove anos de casa. Outras sucursais pelo Brasil também tiveram baixas. No exterior, saíram os correspondentes Isabel De Luca, de Nova York, e Fernando Eichenberg, que recentemente fora contratado em Paris. No Extra, o corte foi fundo. Está confirmado o editor de Economia Clóvis Saint-Clair. O jornal deve perder boa parte da área digital, em que vinha avançando com sucesso até aqui. Editorias como Esportes e TV, e até mesmo parte da Rio, devem fundir-se com as de O Globo. Motivos No último sábado (29/8), às vésperas de se concretizar o corte definido, a capa de O Globo estampou, com fontes em um corpo quase do mesmo tamanho que o título do jornal, a palavra Recessão, como bem observou o site Brasil 247. Será que a culpa é do Governo? É claro que, na recessão, todos são penalizados, tanto patrões como empregados. Também é do conhecimento geral que todos os governos, independentemente da coloração, desde o fim da ditadura, subsidiaram concorrentes para que o Grupo Globo não se caracterizasse como um monopólio. Afinal, o que se chama aqui de grande imprensa são jornais impressos, sem canais de televisão; assim como as outras tevês não estão, com força, em todas as mídias. A economia do País, neste caso, ajuda, mas não determina. Seria a retração das verbas publicitárias? Sem dúvida, é uma percepção generalizada. Mas a Infoglobo se permite manter menos de 5% de propaganda governamental, exercendo um controle para diversificar suas fontes de receita por acreditar que só assim pode ter independência editorial. Existe receita para pagar as rescisões trabalhistas. O prédio que está em construção vai ser terminado e ocupado. Somadas todas as dispensas, Folha de S.Paulo e Estadão fizeram cortes equivalentes entre 2010 e 2015, e foram se ajustando. O Globo fez tudo em 2015. Parece que empresa encontra-se em uma situação de desastre administrativo pouco característica do Grupo Globo, depois de alguns anos aumentando os gastos de forma desmedida. Outro dia Marceu Vieira, editor de Esportes vindo da coluna de Ancelmo Gois, mantinha-se nesse espaço.com a seção Botequim da Lapa. Ali marcou sua saída com um emocionante texto de despedida, devidamente compartilhado nas redes, que terminava assim: “Outro dia, eu era só uma semente no útero da minha mãe, até que minha mãe me expulsou do útero, e, como toda criança, eu chorei muito ao sair do conforto daquele útero. Mas foi bom quase tudo o que veio depois. Outro dia.” E recebeu o comentário de Fernando Molica, de O Dia, que analisou a situação do ponto de vista editorial e concluiu: “Hoje já é outro dia”. Repercussões O Portal dos Jornalistas selecionou alguns comentários que viralizaram nas redes sociais tão logo a informação das demissões na Infoglobo tornaram-se públicas: Luciana Medeiros (Blue Bus): “Sob o impacto do choque, amigos e colegas reclamam que o Globo, única publicação de peso no Rio depois da derrocada de O Dia no mercado – jornal que fez muitas demissões há pouco tempo, também – está virando uma gazeta: sem força de trabalho, sem postos fora, com sucursais combalidas. Um grande amigo e grande jornalista me disse um dia que uma redação, para ser relevante e independente, tinha que ter sempre alguém à toa. Essa realidade não existe há muito tempo e agora parece nunca ter existido. E, nessa ótica, ver grandes repórteres, grandes editores, grandes pessoas na maioria saindo como se não fossem necessárias, fundamentais mesmo… soa como uma derrocada. Aparentemente o jornal impresso acusa um golpe muito parecido com o que a indústria fonográfica sofreu anos atrás, com a entrada do MP3 no mercado. Música/informação disponível na rede, descartável, acessível a qualquer um como consumidor e produtor. As gravadoras tiveram que se reinventar, trabalhar seus artistas em espetáculos ao vivo, descobrir uma maneira de sobreviver na pulverização do mercado. Será que a imprensa consegue?” Mario Marona (Conexão Jornalismo): “Aos donos dos jornais e seus estrategistas: Na última década e meia vocês destruíram de maneira sistemática a credibilidade das empresas que dirigem e condenaram o jornalismo a um período de degradação só comparável aos tempos da ‘imprensa marrom’ dos anos 1950. Na última década e meia vocês tentaram matar a reportagem e trabalharam de forma metódica contra seus próprios veículos, expondo-os ao ridículo perante os leitores e assinantes, muitos dos quais decidiram abdicar de hábitos antigos para procurar alternativas na internet. Na última década e meia vocês interditaram seus veículos à presença de articulistas e colunistas moderados, isentos ou progressistas, optando por entregar praticamente todos os seus espaços de opinião a jornalistas e especialistas facciosos, grosseiros, deselegantes, manipuladores e mentirosos, quando não assumidamente golpistas.” Pedro Doria (em seu próprio facebook): “Hoje é um dia muito duro na redação do Globo. Passaralhos são momentos tristíssimos, e falo de quem já viveu alguns em todos os papéis: do repórter que, tenso, não entende bem o que ocorre à volta; do editor que tem de fazer a lista e as muitas demissões; o de quem é demitido. É ruim, é triste, mas passa. Sempre passa. De minha parte tenho um livro já bem adiantado no qual mergulhei, uma história do tenentismo. Sairá no ano que vem pela Record. Os tenentes de 22 são os generais de 64. Sem entendê-los, sem compreender a crise que levou ao fim a República Velha, não entendemos o que ocorre hoje, em 2015. Há vícios que o Brasil já perdeu, há vícios que o Brasil mantém… Fui muito feliz naquela redação, onde reencontrei amigos, fiz novos. Do primeiro ao último dia sempre me senti tratado com todo respeito. E, sabe, a vida é boa mesmo quando triste.” 

Paulo Henrique Amorim lança livro em São Paulo

Paulo Henrique Amorim lança nesta 5ª.feira (3/9), em São Paulo, O quarto poder – uma outra história, livro de memórias que também aborda a trajetória dos meios de comunicação no Brasil e bastidores de grandes momentos da história contemporânea. Às 19h30, na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis. Interessados em cobrir o evento devem enviar solicitação para [email protected] ou [email protected].  

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