Clarissa Oliveira acertou com a JeffreyGroup e será a diretora geral do novo escritório que a agência está inaugurando em Brasília, que se soma aos de São Paulo e Rio de Janeiro. No Brasil, a agência, que tem também escritórios em Nova York, Miami, Cidade do México e Buenos Aires, é dirigida por Cristina Iglecio. Clarissa dirigiu a sucursal de Brasília do iG, onde também atuou como editora de Política. Antes, foi repórter de Economia e Política no Grupo Estado, primeiro na Agência Estado e, posteriormente, no Estadão.
Rafael Fontana licencia-se da S2Publicom de mudança para a China
Rafael Imolene Fontana, diretor da agência S2Publicom em Brasília, está se licenciando do cargo para assumir um posto no Instituto de Comunicação de Hebei, na China. Especialista em crise e media relations, dará aulas na universidade chinesa e continuará atuando como consultor especial da agência, que faz parte da multinacional de relações públicas Weber Shandwick, com escritórios em 81 países. Na China, a WS mantém escritórios próprios em Pequim e Xangai.
Nelson Breve despede-se da Secom da Presidência da República
Menos de um mês após ter deixado a Presidência da EBC e retornado à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República como secretário de Imprensa, Nelson Breve pediu demissão do cargo nesta 4ª feira (2/9). Em conversa com este Portal dos Jornalistas, afirmou que há três semanas já havia falado com o ministro Edinho Silva sobre a necessidade de deixar o governo e Brasília para se mudar para o Rio de Janeiro, onde está sua família: “É uma decisão estritamente pessoal. Tenho um ótimo relacionamento com a presidente Dilma e com o Edinho. O fato é que preciso acompanhar de perto minha filha adolescente, eles foram para lá no início do ano e desde então venho adiando essa decisão”. Paulista, Nelson completa 20 anos de Brasília em outubro. “É uma outra fase da vida”, reconheceu. O sucessor dele na Secom ainda não foi definido.
Sergio Costa é o novo diretor-executivo do Correio (BA)
Luiz Alberto Albuquerque deixa a direção executiva do Correio (BA) após sete anos à frente do veículo e passa o comando para Sergio Costa (foto), até então diretor de Redação. “O sucesso do projeto do Correio teve a contribuição fundamental de Sergio Costa, com quem tive o privilégio de conviver durante os últimos anos”, disse Albuquerque em nota divulgada nesta 5ª.feira (3/9). “Tenho o prazer de entregar a direção da operação para ele, após um processo de transição iniciado há dois anos, com o aval e participação dos acionistas”, acrescentou. Nos planos de Sergio – ainda de acordo com o comunicado – está o investimento na integração das plataformas e na maior percepção da marca Correio: “Antes de ser apenas um jornal, o Correio é uma marca baiana líder em qualquer canal: na circulação, faixas de público, audiência online e nas redes sociais. Essa presença forte precisa ser mais percebida pelo mercado”. Carioca, 55 anos, Sergio é formado em Jornalismo pela UFRJ, com MBA pela Fundação Dom Cabral. Teve passagens por Folha de S. Paulo (sucursal Rio), O Dia (RJ), revistas Manchetes e Ele e Ela, da Bloch Editores, e está no Correio desde 2009. Sua equipe no jornal conquistou prêmios como Embratel, SND, INMA, Tim Lopes e foi seis vezes finalista do Esso.
movePro, de Clayton Melo e Ricardo Tarza, lança o Move TV
Programa de webtv discute inovação e o mundo das startups. Projeto com a imobiliária busca soluções inovadoras A empresa de comunicação, projetos e soluções digitais movePro, criada em junho por Clayton Melo e Ricardo Tarza, lança o Move TV, programa de webtv sobre inovação e startups transmitido todas as 4as.feiras, das 20h às 21h, na All TV, de Alberto Luchetti. O programa discute temas de interesse das startups, com dicas, tutoriais, cases e entrevistas com especialistas, investidores e empreendedores. Além de convidados no estúdio, conta também com participação ao vivo via skype e interação com usuários por meio do facebook da Revista Move, entre outros recursos. “O objetivo do Move TV é ajudar o empreendedor de forma prática, com dicas úteis para o desenvolvimento das empresas e a troca e experiências entre startups”, afirma Clayton. “E sempre com um olhar para as práticas inovadoras, independentemente da área de atuação”. A economia criativa é um dos focos do programa. Depois da exibição ao vivo, ele pode ser acessado no endereço da All TV e no site e no youtube da Revista Move, primeiro projeto da movePro. Tecnisa – Outro projeto em andamento é o Fast Dating Tecnisa movePro. Marcado para 16/9, em São Paulo, o evento tem o objetivo de conhecer ideias, produtos e serviços de empreendedores que possam ser aproveitados em qualquer uma das áreas da companhia imobiliária, como marketing, ambientes digitais, tecnologia, engenharia, administração, recursos humanos e novos negócios. Cada empreendedor terá apenas dez minutos, contados no relógio, para mostrar suas soluções para os executivos da imobiliária. Se houver sinergia, a startup será convidada para uma nova reunião, desta vez sem o cronômetro ligado. Inscreva-se!
Monica de Bolle estreia Economia de quarta, na CBN
Na CBN, a economista Monica de Bolle estreou nesta 4ª.feira (2/9) no CBN Brasil com o quadro Economia de quarta. Na nova atração, ela conversa com o âncora Carlos Alberto Sardenberg sobre os rumos da crise no País. PhD em Economia pela London School of Economics, pesquisadora do Peterson Institute for International Economics e professora da School for Advanced International Studies, Johns Hopkins University, Mônica é também especialista em macroeconomia e economia internacional, tendo trabalhado no FMI. É coautora de diversos livros sobre economia brasileira, além de escrever semanalmente para a Folha de S.Paulo.
Lançado site do jornal brasiliense Brasil Popular
Em jantar cooperativo com a presença de mais de cem jornalistas da Capital Federal, foi lançado em 29/8 o site do jornal Brasil Popular, que no futuro poderá contar com um impresso de mesmo nome e distribuição gratuita. Com notícias, reportagens e análises do quadro nacional e internacional, o Brasil Popular pretende, a exemplo do extinto Última Hora, jornal fundado em 1951 por Getúlio Vargas e Samuel Wainer, “defender as conquistas populares, a democracia e fortalecer a consciência nacional em torno de um projeto de nação soberana e independente, desafiando o golpismo midiático”. Integram o Conselho Editorial Alain Barki, Angélica Torres, Beto Almeida, Bira Souza, César Fonseca, Cirilo Quartim, Eduardo Wendhausen, F. C. Leite Filho, Geniberto Paiva Campos, Inês Ulhôa, José Alberto, José Augusto Valente e Romário Schettino. Os fundadores do site, reunidos na Associação de Jornalistas do Brasil Popular, definem-se como “uma iniciativa cooperativa, que está estruturando apoios e sustentação entre os segmentos sociais que participaram ativamente destas mudanças, independentes de filiação partidária”. E explicam que estão criando um mutirão de colaboradores, começando por Brasília, mas com claras intenções de atingir outras capitais. E esclarecem: “Não nascemos para fazer ajustes de contas entre forças de esquerda: nascemos para construir unidade popular e para enfrentar a manipulação e a desinformação da grande mídia empresarial que tenta demolir todas as conquistas alcançadas…”.
Marco Simões assume direção executiva da SDSN
Marco Simões assumiu a direção executiva da SDSN – Sustainable Development Solutions Network no Brasil, depois de fazer parte do Conselho da entidade. O trabalho começou pelo Rio de Janeiro, que tem sido palco de enormes transformações em função das Olimpíadas, e já no ano que vem deve expandir as atividades para outros Estados. A Rede SDSN é formada por organizações da sociedade civil, instituições acadêmicas, públicas e parceiros do setor privado – já são mais de 30 instituições brasileiras – e se propõe a tornar as regiões metropolitanas mais inclusivas, seguras e conectadas ao longo das próximas décadas. Tem como primeira tarefa estruturar-se para viabilizar a implantação e o monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU com base nos Objetivos do Milênio. O novo site oficial da Rede entrou em operação na semana passada (25/8).
Ao menos três profissionais de comunicação querem disputar a Prefeitura de São Paulo
Pelo andar da carruagem, tudo faz crer que a próxima disputa pela prefeitura de São Paulo, em 2016, terá pelo menos três candidatos da área de comunicação, todos com presença na televisão: José Luiz Datena, Celso Russomano (que chegou a liderar a corrida pela sucessão de Gilberto Kassab, em 2012) e João Doria Jr., presidente do Grupo Doria, que há anos apresenta um programa semanal de negócios, atualmente na TV Bandeirantes. Sem contar Marta Suplicy, que também se projetou para a política por meio das aparições matinais no histórico TV Mulher, da Rede Globo, nos anos 1980, apresentado por Marília Gabriela. Claro, todos enfrentando como oposição o atual prefeito Fernando Haddad, do PT, que tem despertado amor e ódio entre os paulistanos, por suas ciclovias e outras ousadas e polêmicas propostas de intervenção urbana numa das maiores cidades do mundo. Vale lembrar que Doria formalizou sua pré-candidatura em 28/8, pelo PSDB. Ainda na semana passada, Datena pediu sua desfiliação do PT(!) para concorrer à Prefeitura pelo PP, ao qual se filiou em julho passado. Marta, que por meses vem negociando sua entrada em algum partido de prestígio em que possa sair candidata, entre eles PSB e PMDB, deverá confirmar sua filiação ao segundo este mês; e o também deputado federal Russomano defenderá mais uma vez o PRB.
Luís Nassif decide processar o ministro Gilmar Mendes, do TSE
Por causa de declarações do ministro Gilmar Mendes na sessão do TSE de 12/12/2014, na qual não conseguiu levar adiante a tentativa de cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff por meio da rejeição das contas de campanha dela, Luís Nassif decidiu entrar com um processo contra o magistrado. No texto em que explica a decisão, Nassif diz que Gilmar não conseguiu atingir seu propósito graças ao recuo do ministro Luiz Fux, que não aceitou avalizar a manobra, e por isso despejou sua ira sobre ele, valendo-se de um espaço público nobre: a tribuna do TSE. Disse o ministro naquela ocasião: “Certamente quem lucrou foram os blogs sujos, que ficaram prestando um tamanho desserviço. Há um caso que foi demitido da Folha de S.Paulo, em um caso conhecido porque era esperto demais, que criou uma coluna ‘dinheiro vivo’, certamente movida a dinheiro (…) Profissional da chantagem, da locupletação, financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso! Precisa ser contado isso para que se envergonhe. Um blog criado para atacar adversários e inimigos políticos! Mereceria do Ministério Público uma ação de improbidade, não solidariedade”. “A intenção do processo foi responder às suas ofensas”, diz Nassif no texto. “Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no País. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um ministro do STF vingativo e sem limites”. Em outro texto, Nassif afirma que o TSE lhe deve o direito de resposta, porque este “existe para assegurar ao ofendido o mesmo espaço dedicado às ofensas”; porque “um tribunal (…) dispõe de um poder de disseminação de fatos imensamente superior ao de um cidadão comum e, muitas vezes, superior ao de um único veículo”; porque “Gilmar valeu-se do poder de disseminação de informação de uma sessão relevante do TSE para me imputar acusações difamatórias”; e porque “o crime não foi cometido por nenhum veículo em especial, mas por um membro do TSE valendo-se de um conjunto de circunstâncias criadas pelo próprio TSE – obviamente, sem a intenção de propalar difamações”. Em função disso, lançou um desafio aos “juristas de boa vontade”: ajudar a desenvolver a tese do direito de resposta em linguagem e raciocínio jurídicos. “Não adianta argumentar que essa questão é inédita. É inédita porque comportamento como o de Gilmar Mendes também é inédito. No mínimo, essa discussão ajudará a abrir algumas picadas para se começar a pensar em antídotos contra autoridades que não respeitam o próprio poder que representam”.







