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Record News comemora oito anos apostando em interatividade

A Record News celebra oito anos no ar com novidades. As palavras de ordem na nova fase da emissora são informação e interatividade na produção de telejornalismo. Para isso, a aposta é o Link Record News, que acaba de estrear na programação do canal, com o objetivo de promover ainda mais o engajamento do público. “O Link aproxima o telespectador da notícia”, explica em nota Ailton “Mineiro” Nasser, diretor de Redação e Programação. “Ele passa a interagir com os apresentadores, sugerir pautas, acrescentar informações e, principalmente, opinar sobre os temas discutidos. Para esta interação, os telespectadores utilizam de todas as redes sociais e do WhatsApp. Nós abrimos um espaço real para o nosso telespectador com as ferramentas disponíveis na mídia digital. Por exemplo, todos os dias temos uma enquete sobre determinado tema, onde o telespectador vota no Twitter utilizando a hashtag #LinkRecordNews”. > Essa interatividade também foi expandida para os outros telejornais e programas da Record News, em especial no Jornal da Record News, apresentado por Heródoto Barbeiro. “Estamos investindo em projeto de branding para saber o que o público espera de um canal aberto de notícias”, diz também em nota a gerente de Marketing Elisa Akikusa. “A partir dos resultados, pretendemos construir uma grade que atenda, realmente, às expectativas do telespectador. 2016, com certeza, será um grande ano para nós e para nossos stakeholders”.

Incêndio destrói sede da GCN Comunicação, de Franca (SP)

Pela segunda vez em menos de seis meses, a GCN Comunicação, de Franca (SP), é alvo de ataque. Em abril deste ano, um caixa eletrônico que ficava dentro da sede da empresa foi explodido, causando grandes prejuízos. Na madrugada desta 2a.feira (28/9), o estrago foi ainda maior. Um incêndio destruiu o prédio que abrigava a Crazz, empresa do grupo que cuida das ações de marketing e publicidade do jornal Comércio da Franca, da rádio Difusora e do portal GCN. No prédio ficava ainda parte do Cedo (Centro de Documentação) das empresas. “Análises iniciais dos soldados do Corpo de Bombeiros, dos peritos da Polícia Civil e, especialmente, de imagens de câmeras de segurança não deixam dúvidas de que o incêndio foi criminoso”, disse Corrêa Neves Júnior, diretor-excutivo do GCN, em post no facebook. “Nas imagens, é possível ver um homem invadindo o prédio e se locomovendo dentro do edifício em plena madrugada. O criminoso tinha uma mochila onde, imagina-se, transportou o combustível utilizado para iniciar o incêndio”. Em nota publicada pelo Portal GCN nesta 3a.feira (29/9), Corrêa ratifica não ter dúvidas de que a sede da Crazz foi alvo de um atentado criminoso e diz estar ciente de que as denúncias feitas pelo grupo nos últimos meses feriram interesses escusos e incomodaram muita gente. “É claro que você nunca espera que a reação do bandido seja tão torpe, baixa e covarde, mas isto não vai nos calar, nem nos frear”, comentou.  Ainda na nota, afirma que nenhuma tentativa de intimidação fará silenciar um jornal com um século de história e que a linha editorial do GCN não mudará: “Podem até tentar nos atingir, mas jamais irão nos derrotar. Nossa missão segue inalterada. Nossos valores e disposição, idem. Não vão nos intimidar. Só por cima do meu cadáver e, ainda assim, saibam que haverá outros para fazer o que precisa ser feito”. Por causa destruição provocada pelo incêndio, a exposição sobre os cem anos do jornal, que seria realizada em outubro no Shopping do Calçado, foi adiada e deverá ser em novembro. A festa do Top Franca está mantida para 17 de outubro. “Vamos reerguer tudo outra vez e tantas outras vezes quantas forem necessárias. Se foi um recado que nos deram, vamos jogar o recado no lixo”, concluiu Corrêa Neves Júnior.

Prêmio Abear: prazo para inscrições termina nesta 3ª.feira (29/9) 

Encerra nesta 3a.feira (29/9) o prazo de inscrição para a terceira edição do Prêmio ABEAR de Jornalismo. Criado pela ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas, o prêmio contempla trabalhos jornalísticos que focalizem a aviação civil comercial nacional e que possibilitem, direta ou indiretamente, a ampliação do conhecimento sobre o setor.  Os participantes poderão concorrer a quatro categorias temáticas – Cargas, Inovação e Sustentabilidade, Competitividade e Experiência de Voo – e à categoria Imprensa Setorizada. Além disso, a matéria poderá ganhar como Prêmio Especial Imprensa Regional que será escolhida entre as finalistas das quatro categorias temáticas. A melhor matéria será indicada vencedora do Grande Prêmio ABEAR. O total a ser distribuído é de R$ 48 mil, já livres de impostos. Podem participar trabalhos de qualquer plataforma (jornal, revista, rádio, televisão e internet), desde que veiculados entre 1º de outubro de 2014 e 30 de setembro de 2015. Os trabalhos deverão ser enviados pelo site do prêmio, que também abriga a ficha de inscrição, o regulamento e uma seção de perguntas e respostas. Dúvidas podem ainda ser esclarecidas pelo e-mail [email protected]. O 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo conta com o apoio de Jornalistas&Cia e Portal dos Jornalistas.

Abertas inscrições para o Programa Trainee Philip Morris Brasil 2016

Estão abertas até 13/10 as inscrições para o Programa Trainee Philip Morris Brasil 2016. As vagas são para profissionais de todas as áreas, formados em curso superior entre dezembro de 2013 e dezembro de 2015. 

Vera Magalhães deixa o Painel e a Folha para assumir a coluna Radar da Veja

Nesta 2a.feira (28/9), a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, foi publicada pela última vez sob batuta de Vera Magalhães. Ela começa em 5/10 na Veja, como editora da coluna Radar, nas versões online e impressa, sucedendo a Lauro Jardim, que foi para O Globo.

Vera tem dez anos de Folha, sendo oito no Painel, primeiro sob a chefia de Renata Lo Prete e depois como titular do espaço. Chegou a licenciar-se da Folha na última campanha eleitoral, em decorrência de seu marido, Otávio Cabral, ter sido contratado para atuar na campanha presidencial de Aécio Neves, retornando após as eleições. Para o lugar dela vai Natuza Nery, repórter especial em Brasília.

Julgamento da 37ª edição do Prêmio Vladimir Herzog será em 30/9

Na próxima 4ª.feira (30/9), a Comissão Organizadora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos reúne-se na Câmara Municipal de São Paulo, em sessão pública transmitida ao vivo, para a escolha dos vencedores da 37ª edição do concurso. Segundo a organização, foram 612 trabalhos inscritos, recorde da década, e a primeira etapa de julgamento, iniciada em 15/8, contou com a participação de 24 jurados, representando quase todo o País. Na segunda fase, a comissão julgadora será composta por 11 dirigentes das entidades organizadoras, que avaliarão os trabalhos com as três maiores notas em cada categoria para eleger os ganhadores. Neste ano, a cerimônia de premiação está marcada para 20/10, a partir das 20h, na Arena Tuca, em São Paulo.

A agonia do rádio no Brasil

*por Álvaro Buffara   Historicamente, o rádio no Brasil é um veículo de comunicação de grande audiência, mas pouco reconhecido pelo mercado publicitário, o que lhe rendeu o apelido de “primo pobre” entre as mídias, uma referência ao quadro com Brandão Filho e Paulo Gracindo, na Rádio Nacional do Rio (Primo pobre e Primo rico).  No dia 25 de setembro é comemorado o Dia do Rádio, em homenagem ao dia de nascimento do Edgard Roquette Pinto, professor que junto com Henrique Morize trouxe o rádio para o País oficialmente. Porém, o assustador é que o rádio, enquanto meio de comunicação, está em agonia profunda, sem verbas, sem criatividade e sem profissionais. Embora as pesquisas demonstrem que ainda é o veículo de maior audiência das oito da manhã às seis da tarde, a grande maioria das emissoras não consegue o mínimo de investimentos para manter suas programações. A história do rádio no Brasil tem início com uma injustiça, pois o padre gaúcho Landell de Moura inventou o primeiro equipamento para a transmissão de voz humana a distância sem fio, mas acabou sem o reconhecimento devido, vindo a falecer sem que sua história fosse contada aos ouvintes brasileiros. Ou seja, de saída, o inventor já foi premiado com o ostracismo. A morte do rádio foi anunciada com a chegada do cinema, da TV e, mais recentemente, da internet e mesmo após 90 anos de serviços prestados ainda se fala nisso. Mas, uma pesquisa do Grupo de Profissionais de Rádio de SP, com os criativos das agências de publicidade, mostra que o veículo é o que melhor se adapta às novas plataformas digitais. Então, o que deu errado para que o meio seja tão desprestigiado? Vários motivos podem ser listados. O primeiro, e mais assustador, é que as emissoras não conseguiram profissionalizar a gestão e muitas ainda não conseguem se reconhecer como empresas de comunicação, não têm planejamento, nem organização, nem fluxo de caixa. Dentro deste aspecto, também não há uma política de gestão de talentos. É comum perderem profissionais formados nas rádios para outros veículos que pagam mais e oferecem alguns benefícios considerados básicos, como plano de saúde. Muitas vezes, não há bons gestores nem profissionais qualificados na produção de conteúdo. Com isso, a qualidade e a criatividade do que vai ao ar cai e não se encontram traços mínimos de um produto diferenciado. Para os gestores, tem de haver mais cortes; para os conteudistas, tem de haver mais investimento. E quem sofre é o ouvinte,que não reconhece nenhuma diferença entre as programações das emissoras. As empresas estão perdendo um ótimo momento e boas ferramentas digitais para interagirem com seus ouvintes e fidelizá-los por meio de uma participação muito mais ativa. A internet veio para ficar e com ela um novo perfil de ouvinte, mais rápido e seguro de suas necessidades. O rádio não morre, mas tem de se reciclar, se reinventar, levando uma nova programação para a internet. Não adianta aguardar uma solução mágica que levará o veículo a uma nova era de ouro. O tempo passa e as pessoas mudam, os veículos também têm de mudar.     *Alvaro Bufarah é jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.

Maísa Vasconcelos, Luiz Viana e Plínio Bortolotti reforçam equipe da rádio O Povo/CBN

A partir de 28/9, os jornalistas Maísa Vasconcelos, Luiz Viana e Plínio Bortolotti conduzirão três dos principais programas da rádio cearense O Povo/CBN.  O objetivo do reforço, segundo comunicado da rádio, é trazer o ouvinte para cada vez mais perto da notícia, debater temas cotidianos e interagir com outros meios de comunicação. Durante as manhãs, das 9h às 11 horas, Luiz Viana apresenta o programa O POVO no Rádio. Comunicador com trajetória no jornal impresso, na tevê e na comunicação corporativa, Luiz destaca a importância que o rádio tem na formação de opiniões. Das 11 horas ao meio-dia, o Debates do POVO, um dos mais antigos programas do rádio cearense, será apresentado por Plínio Bortolotti. Ex-membro do grupo fixo de debatedores do programa, o jornalista garante que a essência não mudará: “Trazer a atualidade de forma diferente, com contrapontos e pessoas que pensam de várias maneiras”. Ele destaca ainda a importância da resposta imediata dos ouvintes, o que dá uma “dinâmica vigorosa ao programa”, diz Plínio em nota. No meio da tarde, Maísa Vasconcelos comandará o Revista O POVO. Para a jornalista conhecida pela presença na televisão, este será o começo de um dos desejos mais antigos: o de trabalhar no rádio. Maísa diz que tentará fazer os fortalezenses olharem mais para Fortaleza, mesclando o que está em alta na Internet com o que está em pauta no Grupo de Comunicação O POVO.  

A agonia do rádio no Brasil

*por Álvaro Buffara   Historicamente, o rádio no Brasil é um veículo de comunicação de grande audiência, mas pouco reconhecido pelo mercado publicitário, o que lhe rendeu o apelido de “primo pobre” entre as mídias, uma referência ao quadro com Brandão Filho e Paulo Gracindo, na Rádio Nacional do Rio (Primo pobre e Primo rico).  No dia 25 de setembro é comemorado o Dia do Rádio, em homenagem ao dia de nascimento do Edgard Roquette Pinto, professor que junto com Henrique Morize trouxe o rádio para o País oficialmente. Porém, o assustador é que o rádio, enquanto meio de comunicação, está em agonia profunda, sem verbas, sem criatividade e sem profissionais. Embora as pesquisas demonstrem que ainda é o veículo de maior audiência das oito da manhã às seis da tarde, a grande maioria das emissoras não consegue o mínimo de investimentos para manter suas programações. A história do rádio no Brasil tem início com uma injustiça, pois o padre gaúcho Landell de Moura inventou o primeiro equipamento para a transmissão de voz humana a distância sem fio, mas acabou sem o reconhecimento devido, vindo a falecer sem que sua história fosse contada aos ouvintes brasileiros. Ou seja, de saída, o inventor já foi premiado com o ostracismo. A morte do rádio foi anunciada com a chegada do cinema, da TV e, mais recentemente, da internet e mesmo após 90 anos de serviços prestados ainda se fala nisso. Mas, uma pesquisa do Grupo de Profissionais de Rádio de SP, com os criativos das agências de publicidade, mostra que o veículo é o que melhor se adapta às novas plataformas digitais. Então, o que deu errado para que o meio seja tão desprestigiado? Vários motivos podem ser listados. O primeiro, e mais assustador, é que as emissoras não conseguiram profissionalizar a gestão e muitas ainda não conseguem se reconhecer como empresas de comunicação, não têm planejamento, nem organização, nem fluxo de caixa. Dentro deste aspecto, também não há uma política de gestão de talentos. É comum perderem profissionais formados nas rádios para outros veículos que pagam mais e oferecem alguns benefícios considerados básicos, como plano de saúde. Muitas vezes, não há bons gestores nem profissionais qualificados na produção de conteúdo. Com isso, a qualidade e a criatividade do que vai ao ar cai e não se encontram traços mínimos de um produto diferenciado. Para os gestores, tem de haver mais cortes; para os conteudistas, tem de haver mais investimento. E quem sofre é o ouvinte,que não reconhece nenhuma diferença entre as programações das emissoras. As empresas estão perdendo um ótimo momento e boas ferramentas digitais para interagirem com seus ouvintes e fidelizá-los por meio de uma participação muito mais ativa. A internet veio para ficar e com ela um novo perfil de ouvinte, mais rápido e seguro de suas necessidades. O rádio não morre, mas tem de se reciclar, se reinventar, levando uma nova programação para a internet. Não adianta aguardar uma solução mágica que levará o veículo a uma nova era de ouro. O tempo passa e as pessoas mudam, os veículos também têm de mudar.     *Alvaro Bufarah é jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.

Edelman Significa é a nova agência do Booking.com e Texas Tourism

O núcleo de Turismo da Edelman Significa expande sua atuação com a conquista de duas contas: Booking.com e Texas Tourism. A agência será responsável pelo relacionamento com a imprensa e influenciadores do site especializado em reservas online de acomodações, e que no Brasil conta atualmente com 120 profissionais em quatro escritórios (São Paulo, Rio de Janeiro, Natal e Porto Alegre). Já para a Texas Tourism, a Edelman trabalhará em conjunto com a marca com o objetivo de aumentar a visibilidade do destino no mercado brasileiro e atrair mais visitantes ao estado norte-americano. As duas contas reforçam a área voltada a turismo da agência, que engloba ainda Air France-KLM, Accor Hotels, Iberostar Hotels & Resorts, Visit California e Holland Alliance. No atendimento de ambas as contas, Raysa Himelfarb (21-3590-8411 e [email protected]), sob a gerência de Priscilla Gonçalves (8403 e priscilla.goncalves@).

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