Editor do Jornal Pessoal, Lúcio Flávio Pinto lança o livro Uma arma letal – a imprensa do Pará, em que conta em detalhes a agressão que sofreu por causa de um artigo sobre Rômulo Maiorana Júnior, principal executivo do Grupo Liberal. Quem o agrediu foi o irmão de Rômulo, Ronaldo Batista Maiorana, em 21/1/2005. “Prestei queixa na polícia, que encaminhou o processo ao Ministério Público, que fez a denúncia, que resultou em processo em uma das varas do juizado especial e culminou no pagamento, pelo agressor, de multa equivalente a 50 salários mínimos. Não em dinheiro, mas no fornecimento de cestas básicas a instituições de caridade, uma das quais muito ligada à família. Um dos dois PMs que deram cobertura a Ronaldo, o que participou diretamente da agressão, foi punido com multa de um salário mínimo. Além de me negar a fazer qualquer acordo com meus agressores, nada mais pude fazer senão acompanhar, impotente, as tratativas do representante do MP atrás de um valor para a reparação do crime, já que o réu nada mais pode fazer no processo. Silêncio que lhe é imposto a pretexto de dar celeridade à instrução nas varas do juizado especial”, contou Lúcio Flávio em texto de introdução do livro publicado pelo Observatório da Imprensa. “Este livro é uma seleção de artigos que escrevi a partir do ano seguinte à agressão, até 2011 (evitei chegar mais perto de agora). Pouco tem a ver com ela. Minha intenção, ao reuni-los, é mostrar por que meus artigos incomodam tanto os donos da imprensa no Pará, sobretudo aos Maioranas, aqueles que têm o poderoso respaldo da Rede Globo”, disse o autor. Leia mais + Vaivém das Redações! + Jornalistas Pró-Conselho convidam para debate em 28/3 + Morre Armênio Guedes
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