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sexta-feira, fevereiro 6, 2026

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CPJ lança projeto para libertar jornalistas presos

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) lançou, em parceria com estudantes da University of Maryland, o projeto Press Uncuffed, que visa a arrecadar dinheiro para a libertação de profissionais detidos durante alguma cobertura ou em consequência de um comentário. A ideia nasceu quando o repórter do Washington Post Dana Priest designou a cada de seus alunos da classe de jornalismo na Universidade de Maryland o perfil de um profissional preso. Ao final da aula, os estudantes decidiram ajudá-los de alguma forma e criaram a campanha, que logo recebeu o apoio do CPJ. O dinheiro será arrecadado por meio da venda de pulseiras de acrílico que carregam os nomes de jornalistas detidos. Inicialmente, o projeto objetiva angariar US$ 30 mil para produzir um mínimo de dez mil pulseiras, que carregarão os nomes de nove jornalistas presos: Ammar Abdulrasool (Bahrein, 2014), Mahmoud Abou Zeid (Egito, 2013), Reeyot Alemu (Etiópia, 2011), Khadija Ismayilova (Azerbaijão, 2014), BhekiMakhubu (Swazilândia, 2014), Ta Phong Tan (Vietnam, 2009), Jason Rezaian (Irã, 2014), Yusuf Ruzimuradov (Uzbekistão, 1999) e Ilham Tohti (China, 2014). Segundo senso do CPJ, em 2014 pelo menos 221 jornalistas foram presos no mundo todo. No Brasil, um profissional da imprensa pode ir para a prisão por algo que escreveu no caso de ser condenado por um crime de honra: calúnia (atribuir ações falsas ao sujeito), difamação (atribuir ações desonrosas ao sujeito) e injúria (ofensa pessoal ao indivíduo). 

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