Depois de oito anos, primeiro como superintendente de comunicação, depois como editor do Jornal da USP, Luiz Roberto Serrano deixou a Universidade de São Paulo. Seu desligamento se deu, segundo informou no Linkedin, sob a alegação, dos novos dirigentes da instituição, de que a lista de contratados da reitoria, que o abrigava, passaria a receber apenas servidores ligados diretamente a ela.
“Assim – diz ele – encerrou-se um período de trabalho que atravessou momentos difíceis como o da pandemia, durante o qual o Jornal da USP e a rádio da Universidade se esmeraram para passar para a população o máximo de informações que a ajudasse a atravessar aquele difícil período. No primeiro mês da pandemia o Jornal da USP bateu seu recorde histórico de visitas de leitores”.
Invejável, o currículo de Serrano inclui passagens, como repórter ou editor, por veículos como Folha da Tarde, Gazeta Mercantil, IstoÉ, Exame e Veja. Também foi assessor de imprensa do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e do então presidente do PMDB Ulysses Guimarães, na Campanha das Diretas Já, em 1984.
Foi, ainda, diretor da Agência Brasil (agência de notícias do Governo Brasileiro) e consultor executivo de Seminários no Valor Econômico (2010-2017), além de sócio da Serrano Associados, criada em 1991.
Presente também na lida associativa, foi presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Comunicação Social (Sinco) e do Conselho de Ética da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).
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