Morreu em 8/2 o repórter fotográfico Américo Dias Vermelho, aos 72 anos, em sua casa no Rio, de morte súbita, enquanto dormia. O corpo foi encaminhado ao Crematório da Penitência, no Caju, para cerimônia no dia seguinte (9/2).
Paranaense de Apucarana, formou-se em Jornalismo pela Universidade Católica do Paraná. Enquanto ainda estudava, começou como repórter cinematográfico da TV Paraná. No final dos anos 1970, passou ao fotojornalismo, nos jornais Estado do Paraná e Correio de Notícias.
Transferiu-se para o Rio e trabalhou para a sucursal de O Estado de S. Paulo, em O Globo, Jornal do Brasil e as revistas Senhor, Veja e IstoÉ. Lecionou Fotojornalismo na PUC-Rio na década de 1980.
Esteve no primeiro grupo de fotógrafos a receber o Prêmio Ferrez, de trabalho e pesquisa, então denominado Bolsa de Fotografia Marc Ferrez, da Fundação Nacional de Arte, com o projeto Presença norte-americana no Brasil: um registro visual.
Participou de coletivas como a mostra Miroir Rebelle, organizada pelo Departamento de Fotografia, Vídeo & Novas Tecnologias do Museu de Arte Moderna do Rio para o Mois de la Photo à Paris, em 1981. Apresentou a individual Américo Vermelho: um olhar em retrospectiva no Oi Futuro, em 1998.
Na véspera de sua morte, Américo postou no Facebook a foto abaixo, resgatada por Pedro Vasquez para o site Brasil Memória das Artes, da Funarte.










