O movimento Salve a Rede Minas divulgou em suas redes sociais em 3/3 carta aberta direcionada aos cidadãos de Minas Gerais e assinada pelos servidores públicos da Fundação TV Minas Cultural e Educativa. O texto, redigido e aprovado em Assembleia Geral, questiona a falta de investimentos do governo estadual em infraestrutura para o funcionamento da emissora e afirma que ela tem veiculado diariamente apenas três horas de programas inéditos. Em novembro passado, a TV Minas assinou um contrato com a EBC para que esta passasse a ocupar 70% da sua grade de programação. A carta informa que, mesmo com as dificuldades, a emissora pretende lançar cinco programas, “graças ao esforço das equipes que têm se desdobrado para superar toda a precariedade da infraestrutura da tevê”. O Portal dos Jornalistas entrou em contato com a assessoria de imprensa da Rede Minas para apurar as denúncias da carta, mas não teve nenhum retorno até o fechamento desta edição. Em entrevista a O Tempo, Israel do Vale, presidente da Rede Minas, confirmou apenas dois projetos inéditos: Mulhere-se – programa articulado por mais de 700 ativistas, que discutirão sobre a condição feminina; e Sou 60 – atração dedicada à temas da terceira idade, apresentada por Roberta Zampetti. O Brasil das Gerais, agora apresentado por Patrícia Pinho, volta a ter conteúdo inédito; assim como Rede Mídia e Jornal da Criança, que haviam sido extintos. Ainda de acordo com a reportagem de OT, existe um projeto de expansão da Rede Minas com a criação de dois novos canais – Minas Flix (uma espécie de webtv) e um canal de educação à distância. A apresentação desse projeto ao Conselho Estadual de Cultura estava marcada para esta 4ª.feira (9/3), em reunião aberta ao público.
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