Ranking das Agências: FSB mantém liderança geral

Informação é da edição 2017 do Anuário da Comunicação Corporativa, lançado em 23 de maio

A FSB, agência com 13 divisões de negócios e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Campinas, manteve a liderança do Ranking das Agências de Comunicação em 2016, com um faturamento de R$ 247.705.862. Esse resultado representa um crescimento da ordem de 18% sobre 2015, quando faturou R$ 210.044.018. Ou seja, a agência elevou seu faturamento em R$ 37.661.844. Só com essa diferença ela ocuparia praticamente o 12º lugar no ranking geral. As informações estão da edição 2017 do Anuário da Comunicação Corporativa, da Mega Brasil, lançado em 23 de maio, na abertura do 20º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

No segundo lugar do ranking está o grupo CDN/DDB, com faturamento de R$ 168.696.227 em 2016, contra R$ 93.000.000 em 2015. Aqui, no entanto, cabe uma explicação para o salto: até 2015 a CDN apresentava-se com o faturamento exclusivamente de seus próprios negócios. A partir de 2016, com a venda de seu controle – primeiramente para o Grupo ABC do Brasil e, na sequência, para o grupo multinacional Omnicom (que comprou o ABC) –, a agência, em processo de fusão nas operações de comunicação corporativa com DDB, Sunset e Tudo, passou a divulgar os dados de forma agrupada. Com isso, a CDN/DDB retomou o segundo lugar que havia perdido em 2015 para o Grupo In Press e este, no ranking de 2016, voltou ao 3º lugar, com um faturamento de R$ 128.567.843, contra os R$ 115.011.623 de 2015.

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Um detalhe tem chamado a atenção no Ranking das Agências de Comunicação: o fato de algumas organizações se apresentarem em grupo, casos de CDN/DDB e In Press, e outras de maneira individual, como FSB. Diante disso – e para oferecer uma informação mais precisa e consistente ao mercado –, conforme ressalta Maurício Bandeira, diretor do Instituto Corda – Rede de Projetos e Pesquisas, que organiza o trabalho, os editores decidiram dividir os rankings a partir da edição 2017: “Cremos que dessa maneira o ranking seja mais fiel ao seu propósito de dimensionar o mercado e suas empresas. Já que não é possível individualizar os faturamentos dos grupos, o correto é que, nesse caso, se compare grupo com grupo, deixando num ranking específico as agências que se apresentam de forma individual”.

“De todo modo”, diz Eduardo Ribeiro, publisher do Anuário, “optamos por ainda manter em 2017 o ranking principal como vinha sendo feito, mas já incluímos na edição os rankings por grupo e por agências individuais, que será a fórmula adotada a partir do próximo ano, para que possamos oferecer comparações padronizadas e justas”.

Confira nas tabelas os rankings dos 12 maiores grupos de agências e das 12 maiores agências individuais do País, com informações do Anuário da Comunicação Corporativa.

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