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Domingos Meirelles

Domingos Meirelles

Ao longo de 50 anos de profissão, conquistou mais de 30 prêmios em jornalismo e literatura. Vencedor de dois Prêmios Esso, três Jabuti, o Prêmio Rei da Espanha 1992, Três Vladimir Herzog, entre outros, foi repórter especial da Rede Globo de Televisão. Tem passagens por revistas e jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro e é autor de três livros sobre a História do Brasil, um em obra coletiva. É âncora do programa Repórter Record Investigação, da TV Record, e presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa). Em 2015 conquistou o Prêmio ExxonMobil de Telejornalismo, em equipe, pela reportagem ‘As Eternas Escravas’, exibida no programa Repórter Record Investigação da Rede Record e em 2016 voltou a conquistar o Prêmio Rei da Espanha.

Domingos Meirelles nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 8 de maio de 1940. Filho de imigrantes portugueses, carioca começou a trabalhar em março de 1965, após trabalhar durante dois anos como vendedor de máquinas de escrever. Ingressou no jornalismo como estagiário do jornal Última Hora.
 
Dois anos depois foi contratado pela Editora Abril, onde trabalhou como repórter nas revistas Capricho, Cláudia, Quatro Rodas e Realidade. Também passou por O Jornal (RJ), O Globo (RJ), Jornal da Tarde (SP) e O Estado de S.Paulo (SP).
 
Em novembro de 1985, entrou na Rede Globo de Televisão, como repórter especial, onde realizou dezenas de trabalhos em toda a América Latina para os programas Fantástico, Jornal Nacional e Globo Repórter.
 
Teve uma passagem pelo SBT, em 1996, onde trabalhou com Silio Boccanera, Marília Gabriela e Roberto Cabrini, apresentando o SBT Repórter. Retornou à Rede Globo em 1999, onde foi o apresentador do programa Linha Direta até 2006, voltando ao cargo de repórter especial em seguida.
 
Ao longo de 50 anos de profissão, conquistou mais de 30 prêmios entre os quais se destacam o Prêmio Esso de Jornalismo 1968, com Menção Honrosa pela matéria Um cego tira carteira de motorista (revista Quatro Rodas), o mesmo prêmio, em 1972, por uma edição especial da revista Realidade sobre a Amazônia, o Prêmio Rei da Espanha 1992, por matéria sobre a violência no Estado do Pará, exibida no Globo Repórter de 12 de abril de 1991, dois Prêmios Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, pelas matérias Serra Pelada, a vida na nova Babilônia (Jornal da Tarde, 1982) e O que aconteceu com Tenório Júnior? (Rede Globo de Televisão, 1992). Também ganhou o Prêmio Líbero Badaró 1989, na categoria Telejornalismo, pela reportagem Roubo de automóveis.
 
Foi agraciado com medalha e diploma pela Academia Internacional de Televisão, Artes e Ciências dos Estados Unidos, como apresentador do programa Linha Direta, um dos finalistas das edições de 2007 e 2008 do Emmy Internacional, na categoria Documentário.
 
Publicou três livros: As Noites das Grandes Fogueiras – Uma História da Coluna Prestes (Record, 1995), vencedor do Prêmio Jabuti 1996, e 1930 – Os Órfãos da Revolução (Record, 2005), vencedor do Prêmio Jabuti 2006. Em 2009 com a obra As Guerras do Gaúchos: A História dos conflitos (obra coletiva), recebeu o Prêmio Especial de Literatura Açorianos de 2009.
 
Em 1994, foi condecorado pelo Exército com a Medalha do Pacificador. A Polícia Militar do Rio de Janeiro o distinguiu, em 2006, com a Ordem do Mérito Policial, no grau oficial. Recebeu ainda os títulos de Cidadão Carioca da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e o de professor honoris causa da Faculdade de Minas (FAMINAS), em 2007. Foi agraciado com o Prêmio Gamacom da Universidade Gama Filho (1999), e com o Prêmio Personalidade Jornalística de 2008, da Universidade Veiga de Almeida.
 
Em 2011, recebeu a Medalha Miguel Costa, da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Recebeu ainda 12 placas de prata por palestras realizadas em diferentes instituições de ensino como a Universidade Estácio de Sá, Escola Superior de Guerra, e Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro.
 
Foi para o SBT em 1996, retornando à Rede Globo em 1999, a convite de Marluce Dias, então diretora-geral da emissora. Durante sete anos foi o apresentador do programa Linha Direta.
 
Em fevereiro de 2013 foi classificado em 15° lugar no Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos.
 
Em 2014, transferiu-se para a Rede Record onde apresenta, desde abril, o Repórter Record Investigação.
 
Em setembro de 2014 no comando e apresentação do programa Repórter Record Investigação, da TV Record, foi eleito presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) na última sexta-feira (26), com a chapa Vladmir Herzog. Esta foi a primeira vez na história da Casa dos Jornalistas que um repórter será o responsável pela gestão.
 
Em março de 2015 o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo anunciou seus vencedores na categoria Televisão, o programa Repórter Record Investigação, da TV Record, com O mistério do matador de mulheres, apresentado por Domingos Meirelles. A reportagem especial, feita por Daniel Motta, Luiz Gustavo Rocha, Lucas Wilches e Oloares Ferreira, desvendou um caso que desafiou a polícia de Goiânia: a execução de mulheres jovens e bonitas à queima-roupa.
 
Em 2015 o Prêmio ExxonMobil de Telejornalismo foi atribuído à equipe da Rede Record pela reportagem As Eternas Escravas, exibida no programa Repórter Record Investigação, tendo à frente Domingos Meirelles. A reportagem denunciou a escravidão de crianças em região próxima à Capital Federal, resultado de dois meses de apuração dos repórteres Lúcio Sturm, Gustavo Costa e Marcelo Magalhães. Após a exibição da reportagem, uma CPI foi criada pela Assembleia Legislativa de Goiás para apurar as denúncias.
 
Os prêmios recebidos por ele, estão na Linha do Tempo deste perfil.
 
Em outubro de 2015 Domingos Meirelles participou do Encontro de Tiradentes, (MG), em mesa sobre ética. O evento, apoiado por este Portal dos Jornalistas, tem a curadoria de Audálio Dantas e apoio da Prefeitura de Tiradentes. Mesa será moderada por João Rodarte.
 

O programa Record Investigação, da Rede Record ganhou o Prêmio Rei da Espanha com a reportagem Kalungas: As eternas escravas. A reportagem da Record – que levantou documentos exclusivos e investigou a exploração e tortura de crianças descendentes de escravos de um quilombo, a 320 km de Brasília – já havia vencido, no ano passado, o Prêmio ExxonMobil (antigo Esso) de Telejornalismoe o 32º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. A equipe do programa além de Domingos Meirelles, apresentador, foi formada por: repórter Lúcio Sturm, o editor Marcelo Magalhães, o editor executivo Gustavo Costa, o cinegrafista Michel Mendes, o auxiliar Valmir Leite, o editor de pós-produção Caio Laronga, a finalizadora Natália Florentino e os sonoplastas Rafael Ramos e Julio Cesar.

 

 

Atualizado em Janeiro/2016 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia - Edição 1.033

Jornalistas&Cia – Edição 1.020

http://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Meirelles, acessado em janeiro/2012

 

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