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Juca Kfouri

Juca Kfouri

Jornalista integralmente engajado na busca da verdade, segundo Alberto Dines. Mantém um na UOL, é comentarista na ESPN Brasil, escreve para a Folha de S.Paulo e é comentarista da CBN, duas vezes por dia. Foi eleito em 2014 entre os ‘TOP 50’ dos +Admirados Jornalistas Brasileiros. Reeleito em 2015 confirmou a presença entre os 50 mais admirados do Brasil. A votação é realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

José Carlos Amaral Kfouri nasceu em 4 de março de 1950, em São Paulo (SP). É formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, em 1974. Seu avô, Luís Amaral, foi o primeiro repórter a encontrar a Coluna Prestes e entrevistar o seu líder, Luiz Carlos Prestes (1898-1990), quando trabalhava no jornal Folha da Manhã (SP). Seu irmão Luís Carlos Amaral Kfouri, o Cacalo, é repórter fotográfico e sua irmã Maria Luiza Amaral Kfouri, jornalista e musicóloga. Seu filho André Kfouri lhe seguiu os passos e também atua na área esportiva, enquanto Daniel Camargo Kfouri é fotógrafo como o tio. É casado com a jornalista Leda Cristina Orosco Kfouri e foi casado com as jornalistas Susana Horta Camargo e Márcia Naspitz.
 
Militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN), de Carlos Marighella (1911-1969), estava prestes a voluntariamente fazer o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Exército, para aprender a atirar e poder pegar em armas contra o regime militar, quando foi convidado a preencher uma vaga de pesquisador no Departamento de Documentação e Pesquisa (Dedoc) da Editora Abril (SP), atendendo à revista Placar.
 
Convencido a aceitar o convite da editora, já era gerente do setor ao terminar a faculdade. Iniciava o curso de pós-graduação quando foi convidado a assumir a Chefia de Reportagem da revista. Parou com os estudos e ficou no cargo por cinco anos. Em 1974, participou ativamente do lançamento do Jornal Amanhã, que, apesar de contar com o apoio do arcebispo de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, durou apenas duas edições.
 
Passou três meses no departamento de Esportes da extinta TV Tupi (SP), em 1978, durante a última tentativa de viabilizar a emissora. Colaborou – anonimamente, ou com pseudônimos – com os jornais Opinião, Movimento e Voz Operária.
 
Voltou à Placar como editor de Projetos Especiais. Teve participação ativa na greve da categoria de 1979, à qual 100% dos jornalistas da Editora Abril aderiram. Sem ressentimentos, a direção da editora ofereceu-lhe o cargo de diretor de Placar ao fim do movimento, oferta que foi aceita.
 
Em outubro de 1982, supervisionou a reportagem em que Sérgio Martins denunciou a Máfia da Loteria Esportiva e causou grande impacto na opinião pública. Outra matéria de Placar que provocou alvoroço foi a do Caso Mário Sérgio, em 1984.
 
Esse ano marcou, também, o início de sua atuação como comentarista do SBT (SP), cargo que ocupou até 1987, paralelamente ao seu trabalho na Editora Abril – antes, em 1982, trabalhou na TV Record. Entre 1988 e 1994, depois de nova troca de emissora, foi comentarista do Jornal da Globo, na TV Globo (SP). Além disso, de 1989 a 1991, escreveu uma coluna para o jornal O Globo. A década de 1980 marcou, ainda, o surgimento e o ocaso da Democracia Corintiana, de cujo processo de implantação participou ativamente.
 
Com Placar passando de semanal a mensal a partir de 1990, foi convidado, em 1991, a comandar concomitantemente a revista Playboy, onde ficou até 1994 e deixou uma marca pessoal: desvendou a identidade de Carlos Zéfiro, o mestre dos “catecismos” (histórias em quadrinhos pornográficas), que era, na verdade, o funcionário público fluminense Alcides Caminha. Também influenciou na decisão da edição brasileira da revista em defender o uso do preservativo nas relações sexuais, ao contrário da orientação americana da publicação. E publicou entrevista com Pelé, na qual o ex-jogador denunciou a corrupção que havia na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
 
Em abril de 1995, desligou-se da Editora Abril, estremecido com a direção da empresa, que lançava a TVA, um serviço de tevê a cabo, e precisava do apoio dos dirigentes esportivos para comprar pacotes de transmissão dos campeonatos de futebol. Logo em seguida, estreou na Folha de S.Paulo como colunista, na editoria de Esportes. Passou também a ser integrante do programa Cartão Verde, da TV Cultura, ao lado de Armando Nogueira – depois, José Trajano – e de Flávio Prado. E começou a apresentar o programa Bate-Bola com Juca Kfouri, pelas emissoras de rádio da Americansat, que durou dois anos.
 
Denunciou, na Folha, o contrato milionário da CBF com a Nike, fabricante de equipamentos esportivos, o que gerou a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Câmara Federal. Em 1996, começou a apresentar um programa de entrevistas no canal CNT, que durou até 1999, mesmo ano em que deixou a Folha de S.Paulo e foi trabalhar no jornal Lance. Lá teve a sua primeira experiência na mídia digital, com um blog no portal LanceNet. Ficou no grupo até 2005.
 
No ano 2000, foi âncora do programa Bola na Rede na RedeTV, onde ficou por dois anos. No mesmo ano começou a apresentar na rádio CBN o programa Momento do Esporte. Seus comentários vão ao ar duas vezes por dia, às 6h55 e às 18h05, comentando jogos e analisando criticamente os bastidores do futebol.
 
Em 2003, voltou ao programa Cartão Verde, da TV Cultura, desta vez como âncora, comandando o programa até 2005.
 
No Grupo Folha desde 2005, mantém uma coluna no jornal, reproduzida no jornal online, e um blog no portal UOL – o Blog do Juca Kfouri. No canal a cabo ESPN Brasil, participa do programa Linha de Passe: Mesa Redonda e apresenta o Juca Entrevista. No UOL, participa, também, do Tabelinha, programa transmitido ao vivo, em vídeo online, ao lado de Thays Almendra e Vítor Birner.
 
É autor dos livros Emoção Corinthians (Brasiliense, 1982), Corinthians – Paixão e Glória (DBA, 1995), Meninos, eu vi (Lance, 2005), O passe e o gol (com ilustrações de Eduardo Albini, Papagaio, 2005) e Por que não desisto – Futebol, dinheiro e política (Disal, 2009). Participou das antologias Contos de Pânico (Marco Zero, 2004), Cartão Vermelho – Os bastidores do esporte (Lazuli, 2004) e A cabeça do futebol (Casa das Musas, 2009). Deu depoimento aos documentários Corínthians – 23 Anos em 7 Segundos (Fox-Microservice, 2009) e Resistir é Preciso (Duplimídia Digital, 2011).
 
Sobre ele, Carlos Alencar publicou o livro Juca Kfouri – O militante da notícia (Imprensa Oficial, 2006). Em 1991, conquistou o Prêmio Esso de Informação Esportiva, com a equipe da revista Placar, pela reportagem Os 50 anos do Rei Pelé.
 
Juca é um dos profissionais a trazer sua opinião sobre o jornalismo esportivo na segunda edição, revista e atualizada, do livro História do Lance – Projeto e prática de jornalismo esportivo (egalaxia), em versão digital, que Mauricio Stycer lançou em agosto de 2015. Também fazem parte da obra Antero Greco, José Geraldo Couto e Matias M. Molina, além dos comentários originais de Luiz Henrique de Toledo e Sergio Miceli.
 
Em outubro de 2015 Juca Kfouri é presença confirmada no Encontro de Tiradentes, (MG), em mesa sobre ética que reunirá também Domingos Meirelles e Vera Guimarães. O evento, apoiado por este Portal dos Jornalistas, tem a curadoria de Audálio Dantas e apoio da Prefeitura de Tiradentes. Mesa será moderada por João Rodarte.
 

Foi eleito em 2014 entre os ‘TOP 50’ dos +Admirados Jornalistas Brasileiros. Reeleito em 2015 confirmou a presença entre os 50 mais admirados do Brasil. A votação é realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.  

 

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia – Edição 1028

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/em-os-cem-mais-admirados-jornalistas-brasileiros%C2%A0-top-50-em

Jornalistas&Cia - Edição 1.012 - Agosto 2015

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