APOIO

PUBLICIDADE

Veiculação Prêmio CNHI WEBER SHANDWICK Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Márcio Gomes

Márcio Gomes

Correspondente da Rede Globo, em Tóquio, no Japão, foi vencedor de quatro prêmios Qualidade Brasil, apresentou o RJTV 1ª Edição, e o Jornal Nacional.

Márcio Gomes nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1970. Formou-se em Jornalismo em 1992, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PucRJ).
 
Começou a carreira na rádio Opus 90 (RJ), como redator. Em 1994, foi repórter da TV Record (RJ). No mesmo ano, foi convidado pela TV Globo (SP) para ser repórter do SPTV, em capital paulista, onde ficou por dois anos.
 
De volta ao Rio de Janeiro, em 1996, entrou para a equipe do recém-inaugurado canal a cabo GloboNews (RJ), exercendo as funções de repórter, editor e apresentador do Em Cima da Hora (atual Jornal GloboNews).
 
Entre 1998 e 1999, apresentou o matinal Bom Dia Rio, na TV Globo (RJ). Em 1999, passou a apresentar do RJTV 1ª Edição, ao lado de Renata Capucci. No ano seguinte, sua companheira de bancada passou a ser Ana Paula Araújo.
 
Foi agraciado com o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Apresentador, consecutivamente, entre 2002 e 2005. Também participaou do rodízio de apresentação, aos sábados, do Jornal Nacional, da TV Globo.
 
Desde maio de 2013 passou a correspondente da Rede Globo, em Tóquio (Japão).
 
Em janeiro de 2015, junto com Geovanne Saima, cinegrafista da emissora, foi deportado da Indonésia, conforme informação confirmada pela assessoria de imprensa da Rede Globo. Os dois jornalistas haviam entrado no país com visto de turista em 17 de janeiro para gravar reportagens sobre a execução da pena de morte ao brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, quando tiveram seus passaportes apreendidos na cidade de Cilacap, que fica próxima à ilha/penitenciária onde ocorreria o fuzilamento. Com os passaportes apreendidos, Márcio e o cinegrafista não puderam deixar o país no domingo (18), mas foram liberados após prestarem depoimento. O Itamaraty disse que cuidou do caso e que os dois não correram nenhum risco. No dia 19 de janeiro os dois profissionais foram conduzidos pela polícia local para a capital do país, Jacarta, uma vez que continuavam sem seus passaportes. Lá, aguardaram em um hotel o horário do voo de volta para Tóquio.
 
 
Atualizado em Janeiro/2015 – Portal dos Jornalistas
 
Fontes:

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)