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José Roberto de Toledo

José Roberto de Toledo

Colunista e blogueiro em O Estado de S.Paulo, foi presidente na Abraji no biênio 2014/2015. Trabalhou 13 anos na Folha de S.Paulo e dirigiu a produtora PrimaPagina por 11 anos. Conquistou em equipe o prêmio principal da 60ª edição do Prêmio ExxonMobil de Jornalismo.

Formado em Jornalismo pela ECA/USP - Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo (SP), em 1986, José Roberto Toledo especializou-se, a partir de 1995, em técnicas de reportagem com auxílio do computador (RAC), jornalismo de dados e pesquisas de opinião.
 
Começou a carreira no jornal Folha de S.Paulo em 1987, onde trabalhou até o ano 2000. No período, passou por vários cargos e funções. Foi repórter de Economia em São Paulo, cobrindo sindicatos patronais e a Fiesp - Federação da Indústrias do Estado de São Paulo. Seguiu para Brasília como repórter de Economia, atuando junto ao Ministério da Fazenda, o Banco Central e o Congresso Constituinte. Assumiu, em 1991 como editor-assistente da coluna Painel, ocupando o cargo até 1996, quando tornou-se repórter especial.
 
Retornando a São Paulo, fundou a produtora de conteúdo jornalista PrimaPagina, que dirigiu por 11 anos, cuidando do desenvolvimento de projetos e aplicativos para iPad, elaboração de conteúdo jornalístico on demand; montagem e gestão de equipes jornalísticas.
 
Migrou para as mídias digitais em 2002, contratado pelo portal Terra Networks (SP), onde criou e atuou, por quatro anos, como editor-chefe do Jornal do Terra, webjornal em vídeo com três edições diárias ao vivo de notícias e entrevistas.
 
É um dos fundadores da Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, que presidiu no biênio 2014-2015. Como coordenador de cursos e projetos da entidade, colaborou na organização de nove Congressos Internacionais de Jornalismo Investigativo, evento considerado hoje como o maior do seu tipo no hemisfério sul.
 
Paralelamente, foi professor da turma de 2009 do curso de MBA/FGV - Master of Business Administration da Fundação Getúlio Vargas (RJ). Além disso, treinou mais de mil jornalistas de dez países em técnicas de RAC, em cursos presenciais e onlines, organizados por instituições como a ECA/USP, a FGV, o Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas (EUA), e a Abraji.
 
Entre janeiro de 2010 e agosto de 2014, atuou como comentarista do telejornal RedeTV! News. Também na RedeTV! (SP), foi âncora do telejornal É Notícia.
 
Desde novembro de 2009, assina sempre às segundas-feiras a coluna semanal na editoria de Política do jornal O Estado de S.Paulo. No grupo Estadão, participou da criação do núcleo Estadão Dados, especializado em reportagens baseadas em estatísticas e no desenvolvimento de projetos especiais de visualização de dados, que coordenou até agosto de 2016.
 
Esporadicamente, escreveu para as revistas Carta Capital (SP) e Piauí (SP), entre outras publicações impressas. Também foi comentarista da TV Cultura e do portal Terra. Criou o Toledol, blog sobre RAC, que manteve entre 2009 e 2011.
 
Organizou, entre 2001 e 2002, a coleção Série SP21 da Editora Brasiliense. Participou como colaborador dos livros Marketing Político e Persuasão Eleitoral, organizado por Rubens Figueiredo, lançado em 2000 pela Fundação Konrad Adenauer, e Era FHC: Um balanço, organizado por Bolivar Lamournier e Rubens Figueiredo, lançado em 2002 pela Editora Cultura. Foi co-organizador, com Humberto Dantas e Marco Antonio Carvalho Teixeira, do livro Análise Política & Jornalismo de Dados: Ensaios a partir do Basômetro, publicado em 2014 pela FGV Editora.
 
Conquistou, em outubro de 2015, com Rodrigo Burgarelli e Paulo Saldaña, o prêmio principal da 60ª edição do ExxonMobil de Jornalismo, com a série de reportagens Farra do Fies, publicada em O Estado de S.Paulo e no portal Estadão. Investigando, através de entrevistas e análise de documentos, as mudanças ocorridas no programa Fundo de Financiamento Estudantil do Ministério da Educação, em 2010, os repórteres cruzaram grandes bancos de dados, como o Censo de Educação Superior e o Portal da Transparência, bem como registros de mais de 300 instituições de ensino. O esforço revelou, entre outros aspectos até então ocultos, que o programa consumiu R$ 28 bilhões em quatro anos, endividando alunos que dificilmente teriam condições de ressarcir os cofres públicos.
 
 
Atualizado em agosto/2016
 

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