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José Roberto de Toledo

José Roberto de Toledo

Colunista e blogueiro na O Estado de S.Paulo, criou e coordena o ‘Estadão Dados’, é presidente na Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. Foi colunista do Estadão e comentarista da RedeTV!. Antes trabalhou por 13 anos na Folha de S.Paulo, período em que foi editor de economia. Por 11 anos dirigiu a ‘PrimaPagina’. Conquistou em equipe o prêmio principal da 60ª edição do Prêmio ExxonMobil de Jornalismo, com o trabalho 'Farra do Fies', publicado pelo Estadão.

José Roberto Toledo formado em Jornalismo, Escola de Comunicação e Arte, ECA, Universidade de São Paulo, USP/SP é repórter e editor desde 1986, especializado em reportagem com auxílio do computador (RAC/CAR), jornalismo de dados e pesquisas de opinião.

Começou na Folha em 1987 jornal em que trabalhou por 13 anos até 200. Neste período passou por vários cargos e funções. Foi repórter de Economia em São Paulo, cobria sindicados e a Federação da Indústrias, Fiesp; seguiu para Brasília como repórter de Economia para cobrir o Ministério da Fazenda, Banco Central e Congresso Constituinte; assumiu como Editor-assistente da coluna Painel (política -1991 a 1996); e de 1996 a 2000 passou a repórter especial.

Migrou para mídias digitais como editor-chefe do Terra Networks. No portal por quatro anos foi criador e editor-chefe do Jornal do Terra, webjornal em vídeo com três edições diárias ao vivo com notícias e entrevistas.

Por um ano foi professor do curso de Master of Business Administration - MBA da Fundação Getúlio Vargas, FGV, turma de 2009.

Um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), é seu presidente desde janeiro de 2014. Como coordenador de cursos e projetos da Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, de 2007 a 2010, ajudou a organizar os nove congressos internacionais de jornalismo investigativo promovidos pela Abraji considerado o maior evento do seu tipo no hemisfério sul. Treinou mais de mil jornalistas de 10 países em técnicas de RAC - Reportagem com Auxílio do Computador, em cursos presenciais e on-line, para instituições como FGV-RJ, Knight Center for Journalism in the Americas (Universidade do Texas) e Abraji. Os cursos também foram realizados na Argentina, México, Chile, Colômbia, Peru e Paraguai.

Foi sócio-diretor da PrimaPagina de janeiro de 2000 a dezembro 2011, cuidando do desenvolvimento de projetos e aplicativos para iPad; elaboração de conteúdo jornalístico on demand; montagem e gestão de equipes jornalísticas.

Passou a comentarista do telejornal RedeTV News e âncora do É Notícia. Ficou na emissora por quase cinco anos. de janeiro de 2010 a agosto de 2014 (4 years 8 months)

Entrou para o jornal O Estado de S.Paulo como colunista e blogueiro em novembro de 2009, atividades que mantém. Assina a coluna semanal (sempre às segundas) na editoria de Política do jornal: blogs Vox Publica  e o Estadão Dados , com análises e reportagens para as edições impressa e eletrônica (iPad e Web) do Estadão; e coordena o núcleo Estadão Dados.

Em janeiro de 2014 assumiu a presidência da Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

Anteriormente, além das demais funções escreveu para Carta Capital e revista Piauí, entre outras publicações impressas, foi comentarista da TV Cultura e do TV Terra. Nas plataformas digitais, criou também o Toledol.

Lançou em 2002 o livro Era FHC - um balanço (co-autor) pela Editora Cultura, em coautoria com Bolivar Lamournier, Rubens Figueiredo. A obra faz um balanço temático dos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso. O capitulo de Toledo avalia o que foi feito ou não na área de transporte.

Fez parte também dos livros Marketing Político e Persuasão Eleitoral (co-autor), Konrad Adenauer e Série SP21 (organizador) Editora Brasiliense.

Em outubro de 2015 José Roberto de Toledo, Rodrigo Burgarelli e Paulo Saldaña conquistaram o prêmio principal da 60ª edição do Prêmio ExxonMobil de Jornalismo, com o trabalho Farra do Fies, publicado pelo Estadão. A série de reportagens investigou as mudanças ocorridas no programa em 2010. Além de entrevistas e análise de documentos, os repórteres cruzaram grandes bancos de dados, como o Censo de Educação Superior e Portal da Transparência, bem como registros de mais de 300 instituições de ensino. O esforço revelou, entre outros aspectos até então ocultos, que o programa consumiu R$ 28 bilhões em quatro anos, endividando alunos que dificilmente terão condições de ressarcir os cofres públicos.

 

 

Atualizado em outubro/2015  – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticias-conteudo.aspx?id=2192

https://twitter.com/zerotoledo?refsrc=email

http://br.linkedin.com/in/jrtoledo

www.voxpublica.com.br

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