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Natalia Viana

Natalia Viana

Jornalista investigativa independente, passou por diversos veículos como o Terra, Caros Amigos, além de ter colaborado com matérias para revistas e jornais internacionais. É diretora da agência Pública, uma agência independente de Jornalismo Investigativo. Recebeu o Troféu Mulher Imprensa 2013

Natalia Viana  formou-se pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e fez mestrado em radiojornalismo no Goldsmiths College, na University of London (Inglaterra).
 
Quando saiu da faculdade, foi a trabalhar no site Terra. Começou como repórter da revista Caros Amigos em 2002, aos 21 anos. A primeira reportagem importante fez em 2004, na Bolívia, para onde foi com o objetivo de conhecer o movimento cocaleiro. Voltou com um perfil exclusivo do futuro presidente Evo Morales, publicado na Caros Amigos.
 
Outros momentos marcaram sua trajetória. Esteve com refugiados tibetanos no norte da Índia, indígenas sob massacre na Colômbia e em favelas de Cancún. Colaborou com organizações de Jornalismo Investigativo como o Center for Investigative Journalism, de Londres, e o Center for Investigative Reporting, em Berkeley (EUA), e com veículos internacionais como Independent, The Sunday Times e Guardian. Nessa época foi ainda correspondente da BandNews.
 
Recebeu o Prêmio Andifes 2005. com a matéria Qual reforma universitária?, publicada em julho de 2004, pela revista Caros Amigos, na seção República, assinada também pelos ainda estudantes Thiago Domenici, Antonio Martinelli Júnior, Debora Pivotto, João Mauro e Marília Melhado. No mesmo ano recebeu Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, com a matéria Os trabalhos e os dias, também publicada pela Caros Amigos, na qual vivenciou o subemprego em São Paulo durante um mês.
 
Foi produtora-assistente dos documentários Black Money, do Frontline World, exibido pela PBS americana, e Anthrax War, da CBC canadense. Publicou o livro Plantados no Chão (Conrad, 2007), uma denúncia dos assassinatos políticos no Brasil entre os anos de 2003 e 2006. Foi coorganizadora do livro Jornal Movimento, uma Reportagem (Manifesto, 2010), sobre o jornal de resistência durante a ditadura militar, e fez reportagens para Habeas Corpus – Que Se Apresente o Corpo (Secretaria de Direitos Humanos, 2010), sobre os desaparecidos políticos.
 
Em novembro de 2010, foi convidada pelo Wikileaks para coordenar a publicação dos documentos diplomáticos das embaixadas americanas no Brasil, além de coordenar a parceria da organização com os jornais Folha de S.Paulo e O Globo. Escreveu sobre os documentos publicados pelo site do Wikileaks para um blog, no site da CartaCapital. Pelo trabalho, venceu o Troféu Mulher Imprensa 2011.
 
Fundou, em março de 2001, junto com Marina Amaral e Tatiana Merlino, a agência Pública, de Jornalismo Investigativo , a primeira do gênero no Brasil. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos, com livre distribuição para diversos veículos nacionais e internacionais, sob licença da Creative Commons. Dirige a Pública com Marina Amaral.
 
Recebeu novamente o Troféu Mulher Imprensa em março de 2013, na categoria Repórter de Site de Notícias, quando destacou as mudanças no dia a dia da profissão. “O Jornalismo está mudando e novos modelos vão surgir. É preciso acompanhar.”
 
 
Atualizado em março/2013 – Portal dos Jornalistas
Fontes:
Texto revisto pela jornalista
 

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