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Klester Cavalcanti

Klester Cavalcanti

Escritor duas vezes premiado com o Jabuti de Literatura é vencedor também de vários prêmios jornalísticos no Brasil e no Exterior. Foi correspondente na Amazônia para a revista Veja, passou pela IstoÉ Gente como editor-executivo, após trabalhar nas revistas Terra, Viagem e Turismo, VIP, entre outras. Lançou em 2015 'A Dama da Liberdade'. É diretor de Redação do Diário do Pará.

Klester Cavalcanti é nascido em Recife (PE), formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) – Recife/PE

Entre 1998 e 2000, foi correspondente da revista Veja na Região Amazônica, produzindo grandes reportagens sobre os temas mais importantes da região, como trabalho escravo, meio ambiente, pesquisa científica, questão indígena, conflitos agrários, tráfico de drogas, grilagem de terra, corrupção política, queimadas e muitos outros.

O jornalista atuou em outras revistas brasileiras, como Viagem e Turismo, Caminhos da Terra e VIP, onde foi editor-chefe, assim como na revista Contigo. No jornalismo impresso, foi editor de cultura do Jornal da Tarde e editor da Revista JT entre 2010 e julho de 2011, quando assumiu, ao lado de Luís Fernando Bovo, o comando do Portal do Estadão. Deixou o posto em fevereiro de 2012.

Em abril de 2012, voltou à Editora Três, dessa vez como editor-executivo da IstoÉ Gente. Ficou até 2013 na revista período em respondeu também pela coordenação da integração entre as diferentes mídias do núcleo da empresa.

É autor dos livros Viúvas da Terra (Planeta, 2005), O Nome da Morte (Planeta, 2006) e Direto da Selva (Geração Editorial, 2007). Venceu o Prêmio Jabuti de Literatura por duas vezes: 2005 e 2007.

O Nome da Morte mostra a história real de um matador de aluguel ainda vivo e em liberdade. A obra traz ainda relatos de nomes verdadeiros de todos os envolvidos, como mandantes, vítimas e outros personagens da Guerrilha do Araguaia, na década de 1970. O livro Viúvas da Terra é um retrato da violência agrária no Pará, estado que apresenta os maiores índices de morte em virtude dos conflitos no campo.

O jornalista ganhou vários prêmios de Jornalismo no Brasil e no Exterior, como o de Melhor Reportagem Ambiental da América do Sul, promovido pela agência de notícias Reuters e pela IUCN, uma das maiores ONGs de meio ambiente do mundo; e o Natali Prize, o prêmio mais importante de Jornalismo e Direitos Humanos, realizado pela União Europeia e pela Federação Internacional de Jornalistas.

Em 2004, Klester Cavalcanti recebeu o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, concedido pelo Movimento Justiça e Direitos Humanos e a Ordem dos Advogados do Brasil.

Em maio de 2012, Klester viveu um dos momentos mais tensos de sua carreira. Ele mesmo conta o que aconteceu: "Fui preso pelo Exército Sírio no dia 19 de maio, na cidade de Homs, onde a guerra na Síria é mais intensa. Passei seis dias preso, de 19 a 25 de maio. Fui algemado, ameaçado de morte várias vezes (com armas apontadas para a minha cabeça) e tive o rosto queimado com cigarro por um policial para me obrigar a assinar um documento em árabe. Fui ameaçado de morte, torturado e sofri maus tratos, ao contrário do que se divulgou na época. Colocaram-me numa cela com mais 20 presos, na Penitenciária Central de Homs, e passei esses dias todos dormindo no chão, comendo no chão, tomando água de torneira. Cheguei a ser fichado numa delegacia de Homs, conforme informei ao Itamaraty."

Klester esclarece ainda, "À época, disseram que fui preso por não me identificar como um profissional de imprensa. Isso seria impossível, já que o meu passaporte tinha o visto de jornalista que retirei no Consulado da Síria em São Paulo. O Itamaraty teve atuação fundamental no processo da minha libertação, mas cometeu um grave equívoco ao divulgar que eu havia sido preso por não ter me identificado como jornalista. Isso seria impossível. Em todos os postos nos quais era parado para ser vistoriado, os militares e/ou policiais viam meu visto sírio e diziam: 'Sahafi', palavra que significa 'Jornalista' em árabe".

Klester tranformou o episódio no livro Dias de Inferno na Síria (Benvirá/Saraiva) que, com prefácio de Caco Barcellos,  foi lançado em 23 de outubro/2012.

Vale lembrar que ele já havia passado por outro momento delicado em sua trajetória: em 2000 foi sequestrado por grileiros no Pará durante uma reportagem para revista Veja. 

Lançou em maio de 2015 livro: A Dama da Liberdade (Editora Benvirá, Grupo Saraiva). A obra aborda o trabalho escravo contemporâneo no Brasil. Em 13 de maio de 2015, celebrado como o Dia da Abolição, o escritor deu uma entrevista ao programa GloboNews Em Pauta para a jornalista Elisabete Pacheco sobre o novo livro.

Klester assumiu em junho de 2015 a Diretoria de Redação do Diário do Pará, jornal com sede em Belém. Volta, 15 anos depois, indicado pela ex-chefe no Grupo Estado Cláudia Belfort e a convite do atual presidente da empresa Jader Filho, com a proposta de levar para o veículo a múltipla experiência adquirida nessas duas décadas, tanto na mídia impressa, entre jornais e revistas, quanto digital.

 

 

Atualizado em junho/2015 - Portal dos Jornalistas.

Fontes:

http://globotv.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/t/todos-os-videos/v/trabalho-liderado-pela-advogada-marinalva-dantas-libertou-mais-de-2300-da-escravidao/4179551/

http://www.ciadoslivros.com.br/ofertas-dia-das-maes/dama-da-liberdade-a-692630-p522575

Informações concedidas pelo próprio jornalista.
 

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