Yan Boechat

Yan Boechat Rocha nasceu no Rio de Janeiro (RJ). É jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc/SC), em 1998. Fez o Curso Intensivo de Jornalismo Aplicado promovido pelo jornal O Estado de S.Paulo (SP), em 1999.
 
Começou a carreira como repórter de Geral e de Política no jornal O Estado (SC), onde ficou por três anos. Atuou, também, como repórter na revista Empreendedor (SC).
 
Trabalhou como repórter na Gazeta Mercantil de 1998 a 2001. Foi editor da revista Foco Economia e Negócios (SP), que foi descontinuada, e também atuou na assessoria de imprensa da Transbrasil. Após uma temporada no exterior – viajou de Lisboa a Cabul de ônibus –, foi contratado pelo jornal Valor Econômico, onde ficou de agosto de 2006 a setembro de 2009, trabalhando como repórter nas editorias de Empresas (área de Construção Civil) e de Política.
 
Teve uma passagem relâmpago pelo portal Brasil Econômico, como editor de Negócios. Foi editor de Política e de Brasil na revista IstoÉ, entre setembro de 2009 e outubro de 2011, onde também comandou in loco a cobertura da revista na Copa do Mundo de Futebol da África do Sul 2010.
 
Foi repórter especial de Economia do portal iG de outubro de 2011 a outubro de 2012. Dias antes de deixar o iG, conquistou Menção Honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, com a matéria Um navio estacionado na porta de casa.
 
Tornou-se free-lancer. Em fevereiro de 2013, viajou pelo Norte da África e o Oriente Médio – passando pela Tunísia, Egito, Líbano, Jordânia, Israel e Palestina – para ver os resultados da Primavera Árabe nas duas regiões, em companhia dos jornalistas Maurício Xavier e Marcelo Cabral. Com este, escreveu uma série de matérias para os jornais O Estado de S.Paulo e Valor Econômico (caderno Eu&) e a revista Marie Claire.
 
No dia 15 de outubro de 2013, foi agredido por um grupo de 13 policiais quando cobria as manifestações de alunos da Universidade de São Paulo (USP/SP) por mais democracia na instituição, realizadas na capital. 
 
Em novembro daquele ano, retornou à IstoÉ, desta vez como editor-executivo do portal da revista. Deixou o cargo em agosto de 2016.
 
Faz parte do Coletivo Carranca, uma “redação virtual, heterogênea e somente possível, talvez, por ser na amarra dessa experiência interpessoal, editorial e em rede”, que atua em “um território que  se pretende alternativo, autônomo, apartidário e livre”, conforme apresentação do grupo no site.
 
Mantém, desde 2010, um site de fotografia na web, com imagens que mostram as voltas que o jornalista deu pelo mundo. Começou a fotografar com uma Ricoh, na faculdade comprou uma Pentak K-1000, que trocou por uma Nikon de foco automático, que estragou. Depois de anos sem fotografar, teve algumas câmaras digitais, mas voltou às analógicas. Tem um laboratório em casa e agradece a quem lhe traz filmes e produtos químicos de revelação do Exterior. Também publica fotos no portal flickr desde setembro de 2004.
 
Apesar de tantos anos fora do Rio, continua flamenguista.
 
 
Atualizado em setembro de 2016
 
Fontes:
Arquivo da Jornalistas & Cia.

 

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