Wenderson Cardoso

Wenderson Cardoso nasceu em Belo Horizonte, em 1967. É jornalista formado pela Faculdade Estácio de Sá, de Belo Horizonte (MG), em 2007. Também é formado em Ciências Físicas, Químicas e Biológicas e em Manutenção de Aeronaves pela Escola Politécnica de Minas Gerais (Polimig/MG). Também possui curso de aviador e brevê de piloto. Deixou inconclusa uma pós-graduação em Gestão e Educação Ambiental pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Salvador (BA).
Começou a trabalhar como auxiliar de necropsia. Foi durante oito anos professor de Matemática, Física, Química e Biologia na Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais. Atuou, também, como especialista em estrutura de aviões em elétrica, eletrônica e pneumática para aeronaves. Após a morte do pai, desistiu da carreira na aviação e dedicou-se ao jornalismo, à fotografia e ao cinema.
Criou, no ano 2000, o jornal de bairro Imprensa Global (MG), em Belo Horizonte. Em 2005, começou a trabalhar no jornal Edição do Brasil (MG), onde exerceu as funções de repórter nas editorias Cidade, Política, Economia, Cultura e Geral, além de repórter-fotográfico de Esportes. Concomitantemente, trabalhou durante dois anos como produtor, diretor e locutor na rádio comunitária Ritmus FM, da região do Barreiro, na capital mineira.
É um dos mantenedores do blog Aconteceu, Virou Notícia no portal Blogger, desde dezembro de 2008. É colunista do portal LinkMinas, onde escreve sobre meio ambiente. É diretor de comunicação da organização não-governamental Melhor Idade ? Seresteiros do Barreiro.
Como cineasta, produziu e dirigiu diversos documentários institucionais e três curtas-metragens: Acaso ? Uma história que poderia ser a sua!, sobre a terceira idade; Toalha Branca (2009), sobre a era de glória do boxe mineiro, que lhe deu o Troféu Kalunga 2009, como Documentarista Esportivo do Ano; e Benjamim e o Véio Chico (2010), sobre o único vapor em atividade no mundo, o Benjamim Guimarães. Dirigiu e produziu, também, os médias-metragens Do outro lado da ponte, sobre as belezas da Argentina, e Arlindo Sanção e os Seresteiros do Barreiro ? Os navegantes das Minas Gerais. No teatro, produziu duas peças teatrais do diretor Páris Anderson: Casa do Humor e Escolhas.
Mantém em produção um longa-metragem baseado em lendas e relatos de populações ribeirinhas de Minas Gerais e o curta-metragem Ao acender das luzes, gravado em Belo Horizonte e em Buenos Aires (Argentina). Realiza pelo País a exposição fotográfica itinerante Sons da Vida, com o objetivo de despertar o olhar crítico sobre o meio que nos rodeia e que muitas vezes passa despercebido pela agitação do cotidiano.
Atualizado em janeiro de 2012.
Fontes:

 

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