Sandro Villar

Oswaldo Pereira Sobrinho, que assina como Sandro Villar, nasceu em 29 de março de 1947, na cidade de Mirandópolis (SP).
 
Jornalista e radialista, autodidata desde 1964, quando aos 17 anos, começou a trabalhar na rádio Flórida Paulista, em Flórida Paulista (SP). No ano seguinte, transferiu-se para a rádio Brasil, de Adamantina (SP), onde permaneceu até junho de 1966, ano em que rumou para São Paulo (SP).
 
Na capital paulista, trabalhou inicialmente na rádio Nove de Julho até o final de 1966, quando foi atuar na rádio Piratininga, permanecendo na emissora até 1968 e para onde retornou em 1970. Em sua segunda passagem pela Piratininga, prestou serviços até 1974, e só saiu porque a emissora foi declarada perempta pela ditadura militar.
 
Como é de praxe entre os profissionais de comunicação, mantinha dois empregos para sobreviver e, após atuar na Nove de Julho e na Piratininga, ingressou na rádio Clube, de Santo André (SP), onde permaneceu de 1969 até 1970. De 1970 a 1972 foi apresentador da rádio Gazeta e, entre os anos de 1973 e 1974, foi redator de Internacional da Rádio Mulher. Em seguida, trabalhou na rádio América entre os anos de 1975 e 1976. Trabalhou na rádio Jovem Pan em dois períodos: de 1968 a 1969 e de 1974 a 1975. Esteve na rádio Tupi de 1978 a 1979. Já na rádio Record trabalhou três vezes: de 1968 a 1969, de 1979 a 1980 e em 1985.
 
Atuou na rádio Bandeirantes entre os anos de 1979 e 1981, transferindo-se em seguida para a rádio Capital, onde permaneceu até 1982. Depois, foi para o Sistema Globo de Rádio (rádios Globo e Excelsior, hoje CBN), onde trabalhou em duas épocas: de 1982 a 1983 e de 1985 a 1986. Também nas décadas de 80 e 90 passou pelas rádios Difusora, de Osasco (SP), e Líder, de Guarulhos (SP). Em 1995, trabalhou na rádio Trianon (nome fantasia da rádio Clube de Santo André). Nessas emissoras, exerceu as funções de locutor, locutor-noticiarista, redator, repórter, editor, pauteiro, apresentador, discotecário, comentarista político, produtor e diretor.
 
Durante 14 anos, de 1974 a 1988, trabalhou na Rádio e TV Cultura, onde foi redator da rádio, editor do telejornal Hora da Notícia, editor de local do noticiário TV 2 Notícia e editor do telejornal Informação. Também por quase 14 anos foi assessor de imprensa da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), empresa da Prefeitura de São Paulo. Desligou-se da CET em 1999 para morar em Presidente Prudente (SP).
 
Na imprensa escrita, foi articulista do Jornal da Semana e da Gazeta Mercantil, e repórter do jornal Movimento. Cronista de humor, publicou crônicas nos jornais O Estado de S. Paulo, Diário Popular (1997/98), Diário do Oeste (Adamantina), Oeste Notícias (Presidente Prudente) e Folha do Ônibus (São Paulo).
 
Além de crônicas e reportagens, escreve artigos e editoriais para a mídia impressa. Também é mestre-de-cerimônias, função que exerceu durante três anos na Prefeitura de São Paulo, entre 1990 e 1992, além de ter apresentado inúmeros eventos, como formaturas, simpósios e congressos.  Participou de inúmeras campanhas políticas, gravando programas de rádio e televisão para vários partidos. É locutor e narrador de comerciais de rádio e TV, e de vídeos institucionais e de treinamento.
 
Desde 2005 é redator da coluna O Espadachim no jornal Oeste Notícias, de Presidente Prudente, que também é publicada no jornal online Repórter Diário, de Santo André. É repórter colaborador, freelance do jornal O Estado de S.Paulo desde 2007, atuando como correspondente na região Oeste Paulista, que abrange Presidente Prudente, Araçatuba, Bauru, São José do Rio Preto e Marília.
 
É autor do livro As 100 Melhores Crônicas de Humor de Sandro Vilar (Alta Books, 2004). Em 2007, publicou a coluna Só Rindo no semanário paulistano SP-Semana Popular. Afirma que só escreve crônicas quando baixa o santo e, com tantas baixadas de santo, foi autor do livro citado, recomendado pelo site Listas Literárias como um dos 10 melhores livros de humor. Acha que “o site exagerou”, mas agradece por estar ao lado de Millôr (1923-2012), Luís Pimentel e outros cobras do humor. Ele se define como “um homem realizado que não quer mudar o mundo até porque acha que a Terra está muito bem situada entre Vênus e Marte”.
 
 
Atualizado em outubro/2014 – Portal dos Jornalistas
Fontes:
Dados conferidos pelo jornalista
 

 

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