Renata Maneschy

Em 1992, aos 16 anos, Renata Maneschy começou a trabalhar com editoração eletrônica, enquanto fazia o curso técnico de Publicidade. Já na faculdade, em setembro de 1996, trabalhava no núcleo de comunicação da Universidade Estácio de Sá quando foi informada de que havia uma vaga de diagramadora na redação de O Dia (RJ).
 
Foi seu primeiro emprego em jornal. Começou como diagramadora, virou subeditora de arte e, de 2000 a 2001, passou a editora de arte da versão online. Mudou-se para São Paulo e trabalhou um ano na Folha de S.Paulo (SP).
 
No final de 2002, retornou ao Rio para trabalhar em O Globo, lá permanecendo até julho de 2007, quando foi transferida para o Diário de S.Paulo (SP), que na época também pertencia à Infoglobo, para trabalhar como editora de arte. Desde setembro de 2010, é subeditora de arte de O Dia, para onde retornou, após ser convidada para desenvolver novos projetos para o jornal e para o grupo Ejesa.
 
Em setembro de 1999, criou um grupo de discussão no Yahoo!, denominado design2000, para tentar unir os profissionais de design editorial, principalmente os que trabalham em jornais. Como, com o tempo, os participantes foram deixando de interagir, viu no Facebook uma possibilidade de retomar a troca de informações. Construiu a página – também chamada design2000 – e, em duas semanas, mais de 200 pessoas já a tinham visitado.
 
Venceu quatro prêmios Esso de Jornalismo de Criação Gráfica, na categoria Jornal: em 1998 e 1999, ambas com André Hippertt, pelas obras Infância Perdida e O Preço da Liberdade, respectivamente, publicadas em O Dia; e em 2003 e 2004, com as obras A Barreira de Saddam e Órfãos da Violência, feitas para O Globo. Órfãos da Violência ganhou também a Medalha de Prata da Society for News Design (SND).
 
Criou os projetos gráficos da revista Lide (2005), do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro; do suplemento Diversão Extra (2005), do jornal Extra (RJ); do informativo O Átomo (2006), da Eletronuclear; do suplemento Info Etc. (2006) e da Revista O Globo (2007), do jornal O Globo, e da revista Diário Dez! (2008), do Diário de S.Paulo. Criou, também, o cartaz do 56º Prêmio Esso de Jornalismo.
 

Ficou como subeditora de arte do O Dia, no Rio, até maio de 2013. Para o jornal criou páginas, séries e cadernos, desenvolveu projeto gráfico para produtos do Grupo Ejesa e foi palestrante em seminários e workshop para editoria de arte dos jornais do grupo. Conquistou dois prêmios SND – Award of excellence. Em 2011 com Retratos do Passado e em 2013 com Beatles – O sonho não acabou?.

Entre maio de 2013 e janeiro de 2014 foi editora de arte do Brasil Econômico. Para o jornal fez a implantação do novo projeto gráfico do jornal em maio de 2013, treinamento e coordenação da equipe de designers: diagramação e infografia e criou páginas especiais e capas. Conquistou mais um SND – Award of excellence, também em 2013, com Eike.

Passou a editora-assistente na Folha de S.Paulo em janeiro de 2014. Ficou no jornal até novembro de 2015 trabalhando em São Paulo.

Em 2015 a Comissão de Premiação de Telejornalismo concedeu à distinção de Melhor Contribuição ao Telejornalismo a Renata Maneschy bem como aos demais jornalistas da equipe: Fernando Canzian, André Felipe, Leo Caldas, Mário Kanno, Lucas Zimmerman, Rubens Alencar, Carolina Daffara e Paula Reverbel; pela reportagem Boyhood Bolsa Família, transmitida pela TV Folha.

A lista de prêmios recebidos por Renata estão na Linha do Tempo deste perfil, acompanhando a evolução da trajetória dela no jornalismo.

 

 

 

Atualizado em novembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalista&Cia 1024

http://br.linkedin.com/in/rmaneschy

Arquivo da Jornalistas & Cia.
 

 

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