Mônica Teixeira

Mônica Teixeira é formada em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP/SP) desde 1985, com pós-graduação na área pela mesma instituição e especialização pela Fundação Reuters de Oxford, na Inglaterra. Possui, ainda, graduação em Direito pela USP, concluída em 1985, além de ser psicanalista.
 
Iniciou a carreira no Jornalismo em 1980, como foca do jornal Ex, da chamada imprensa alternativa dos anos da ditadura militar. Posteriormente, seguiu a trajetória que todo estudante de Jornalismo gostaria de fazer: trabalhou em rádio, nos principais jornais de São Paulo, fez reportagens investigativas e especiais para o Fantástico, na TV Globo, e recebeu prêmios de reconhecimento na área. Entre 1980 a 1981 trabalhou como editora na revista Doçura (SP), na época, distribuída dentro dos supermercados da rede Pão de Açúcar.
 
Em seguida foi repórter investigativa do Fantástico, na TV Globo/SP, por cerca de quatro anos, onde fez reportagens especiais sobre diversos temas, entre eles, Ciência, Saúde, Economia, Educação, Cultura e Comportamento, com ênfase no Jornalismo Científico.
 
Em 1988 recebeu uma bolsa de estudos da Fundação Reuters e foi para Oxford, na Inglaterra, onde fez uma especialização. Durante a década de 1990, trabalhou como repórter no programa Avenida Paulista, produzido pela Abril Vídeo/TV Gazeta (SP), passou pela TV Manchete (SP) e Folha de S.Paulo (SP) e lançou a produtora Ver e Ouvir, que realizou programas como Globo Ciência, na TV Globo, e Domingo 10, da TV Bandeirantes.
 
De 1995 a 1997 criou e dirigiu o SBT Repórter, um programa investigativo que mostrava fatos históricos, descobertas científicas e assuntos de curiosidade em geral. No ano seguinte, depois de fazer uma reportagem sobre o chip de DNA, recebeu o convite do gerente de Jornalismo da TV Cultura, Marco Antonio Coelho, para produzir a série Genoma: Em Busca dos Sonhos da Ciência que apresentou durante aquele ano na emissora. Antes disso, já colaborava como entrevistadora no programa Roda Viva, o qual chegou a ancorar. Há alguns anos, está à frente da equipe do Núcleo de Documentários Especiais da emissora, na qual também trabalha como consultora.
 
Nesse período também atuou como professora de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero (SP). Desde 2001 edita a seção Observando a Medicina da Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental (SP). Em 2003 criou e passou a dirigir a publicação eletrônica quinzenal Inovação Unicamp (SP) e sites associados ao veículo, além de ser colunista da revista Pesquisa Fapesp (SP) em assuntos da área científica, há mais de uma década.
 
Em 2009, se tornou coordenadora geral da Univesp TV, um canal digital idealizado pelo programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo que faz arte da multiprogramação da Fundação Padre Anchieta/TV Cultura, em operação por meio de ferramentas de tecnologia de informação. O canal é fruto de uma parceria entre as universidades públicas estaduais Unesp, USP e Unicamp, com o objetivo de ampliar o acesso da população paulista ao ensino superior público de qualidade.
 
Na TV Cultura, além de atuar como apresentadora e âncora da Univesp TV, está à frente também dos programas Cientistas do Brasil ? que a cada edição entrevista um pesquisador brasileiro reconhecido dentro e fora do País para falar sobre o trabalho que desenvolve e debater, com outros pesquisadores, convidados e jornalistas, as pesquisas mais recentes de sua área?, do Legião Estrangeira? que estreou em 2012 ?, e traz jornalistas estrangeiros que atuam no Brasil para falar como o País foi notícia no cenário mundial durante a semana; outra estreia deste mesmo ano foi o programa Complicações na Univesp TV, que trata de problemas difíceis e temas controversos da atualidade e por meio de entrevistas com pessoas que os conhecem em detalhes.
 
É autora do livro O Projeto Genoma Humano (Publifolha, 2000), que descreve em linguagem acessível as leis básicas da hereditariedade, a estrutura molecular do DNA e o genoma do Homo sapiens.
 
Foi vencedora do Prêmio Transtel do Festival Prix Futura de Berlim, pelo documentário Meninos Jesus, realizado para a Abril Vídeo-TV Gazeta, em 1985, e de um Prêmio Apca, promovido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria Melhor Programa de TV, pelo SBT Repórter, em 1995.
 
Atualizado em julho/2012 – Portal dos Jornalistas.
Fontes: 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *