Luiz André Alzer

Luiz André Alzer completou 25 anos de profissão em 2014. Carioca, começou a carreira no jornal O Fluminense, aos 18 anos. Passou em seguida pela Editora Bloch, onde trabalhou por três anos nas revistas Sétimo Céu e Ele Ela. Em 1993 foi para O Globo, onde trabalhou por quase dois anos como repórter do Segundo Caderno. De lá, foi convidado para trabalhar no Caderno D, de O Dia, onde foi repórter, editor-assistente e editor.

Em fevereiro de 1998 foi convidado a voltar para a Infoglobo, dessa vez para um novo projeto que a empresa estava criando: um jornal popular. No dia 5 de abril daquele ano nascia o Extra, e Alzer formava com Octavio Guedes e Bruno Thys o trio de editores-executivos do jornal que em menos de três anos se tornou o líder de venda em bancas no país.

Começou como o responsável por todos os suplementos de variedades e liderou o lançamento da primeira revista da história da Infoglobo, a Canal Extra. Em 2007, com o Extra já consolidado, comandou a redação do Diário de S. Paulo, onde promoveu uma reforma gráfica e levou o jornal paulistano a conquistar prêmios importantes de jornalismo.

Retornou ao Rio em 2009 para criar a gerência-geral de produtos da Unidade Populares, que além do Extra no impresso e no digital, inclui também o Expresso. Mesmo na área de negócios, esteve à frente do novo projeto gráfico do Extra, assinado pela empresa de designer Cases. Também foi um dos responsáveis, em conjunto com o Marketing, por posicionar a marca como popular de qualidade.

A partir de julho de 2012, com a saída de Bruno Thys para assumir a direção geral do Sistema Globo de Rádio, Alzer assumiu como diretor-executivo da Unidade Populares. Nessa posição, apostou no jornalismo hiperlocal com o lançamento dos tabloides diários do Extra que circulam na Baixada Fluminense e São Gonçalo. Também comandou, nos 15 anos do jornal, o ousado projeto da redação de vidro, que durante uma semana levou a redação a produzir todo o conteúdo do impresso e do site a partir de uma estrutura montada na Praça XV.

Em paralelo à trajetória nas redações, Luiz André Alzer escreveu quatro livros, que recuperam a memória de momentos históricos marcantes. Em 2002, em parceria com Hérica Marmo, lançou pela Record A vida até parece uma festa – Toda a história dos Titãs, biografia produzida a partir de uma profunda pesquisa e mais de 50 entrevistas. O livro, que marcou os 20 anos de carreira da banda, foi muito bem recebido pela crítica e teve quatro edições.

No fim de 2004, dessa vez ao lado de Mariana Claudino, lançou pela Ediouro o Almanaque anos 80, que resgata lembranças e curiosidades da década em temas como televisão, música, cinema, esportes e modismos. O livro foi o pioneiro da série de almanaques lançados por várias editoras brasileiras. Foi o segundo livro de não-ficção mais vendido de 2005 e, nove anos depois, já havia vendido mais de 160 mil exemplares, e estava na 19ª edição. O sucesso do “Almanaque” levou a dupla a lançar o livro O jogo do Almanaque Anos 80. Em 2008, os dois voltaram a trabalhar juntos, lançando As 10 mais, que reúne 250 listas dos mais variados temas. As capas dos livros de Alzer e fotos estão na 'Galeria' deste perfil.

Em junho de 2014, Alzer anunciou que deixaria a Infoglobo para voltar a trabalhar diretamente com conteúdo, já que seu cargo estava mais orientado aos resultados do negócio.

 

Atualizado em junho/2014 – Portal dos Jornalistas

Informações conferidas pelo jornalista

Fontes:

http://oglobo.globo.com/cultura/autores-de-almanaque-anos-80-luiz-andre-alzer-mariana-claudino-lancam-os-10-mais-que-3614274

 

 

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