Francisco de Assis (Chico Santo)

Francisco de Assis Ripol Clemente é conhecido com o Chico Santo da Jovem Pan. Natural de São Paulo (SP), nasceu em 03 de outubro de 1979 é bacharel em Jornalismo pela Unicarioca (Rio de Janeiro/RJ). Sobre sua formação ressalta “é especializado em Reportagem com Ari Peixoto pela TV Globo-Unicarioca/RJ e formado como cronista esportivo com Flávio Prado, dedicou seu talento como parte integrante da imprensa internacional”. Em novembro de 2014 cursa a segunda Faculdade (Direito).

Iniciou sua trajetória no jornalismo com a Rede Globo de Televisão em 2002, quando ainda era estudante acadêmico e integrou a equipe de Galvão Bueno e Telmo Zanini ao lado da Seleção Brasileira de Futebol às vésperas da Copa do Mundo da Coréia e Japão.

Repórter especializado em coberturas de “alta octanagem” foi descrito pela revista italiana Riders como “exemplo de jornalista de guerra e case da profissão”, em abril de 2011.

É considerado um Cidadão do Mundo e a convite da BBC de Londres, que o colocou – por meio do seu recurso humano, em janeiro de 2012 na lista dos 20 melhores jornalistas internacionais em atividade no Brasil, visitou a Bush House, com diárias pagas pela principal rede de televisão da Europa, para discutir um contrato de 61 mil libras com apenas 32 anos.

Em 2014, já colecionava em seu passaporte mais de cinquenta países carimbados, tendo pisado em 32 das 50 cidades mais perigosas do mundo de acordo com o levantamento do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal do México.

Assinou reportagens em alguns dos principais veículos de comunicação de massa de rádio, internet, televisão e mídia impressa do Brasil, com destaque para a Rede Globo, Globo Internacional, Globo News, SporTV, Rádio Jovem Pan, CBN, Terceiro Tempo, Terra, G1, UOL, BOL, Yahho!, Jornal do Brasil, Jornal O Dia e Diários Associados de Assis Chateaubriand.

Na editoria esportiva, cobriu sua primeira Copa do Mundo aos 22 anos, na equipe de esportes da Rádio Jovem Pan, ao lado de Romário, Zagallo, Carlos Alberto Parreira, Emerson Leão, Moracy Sant'Anna, Vanderlei Luxemburgo e Candinho. Por lá estavam, também, alguns dos grandes nomes da crônica esportiva brasileira escalada no alto da Avenida Paulista por Wanderley Nogueira, Flavio Prado, Nilson César e Claudio Carsughi.

Na Jovem Pan, foi responsável pelo fechamento do relatório de esportes do Jornal da Manhã, coordenador do programa No Pique da Pan – ao lado de Felipe Motta e Fredy Júnior – e produtor do então Terceiro Tempo da Jovem Pan. Ainda pela emissora, em 25 de março de 2003, durante o Plantão de Domingo, realizou sua primeira reportagem internacional ao vivo para todo o Brasil com um flash sobre a cobertura dos bastidores da final da Libertadores da América entre Boca Juniors e Santos, direto de Buenos Aires.

Antes de deixar a Jovem Pan e retomar sua carreira televisiva, acompanhou a excurs&ampamp;atilde;o do São Paulo de Osvaldo de Oliveira pelo estado de Santa Catarina, durante o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil de 2003, participando também com passagens ao vivo para o Jornal de Esportes, Pique da Pan, Mundo da Bola e Terceiro Tempo.

De Milton Neves, que lhe apresentou o amigo Dr. Antonio Carlos Sandoval Catta-Preta, prefere lembrar, no entanto, apenas da época em que rodou o mundo ao lado da Seleção Brasileira com recursos próprios de 2003 a 2012 por toda América do Sul, parte da América Central, Europa e África em amistosos e jogos oficiais das eliminatórias Sul-Americanas, Copa das Confederações e Copa do Mundo da FIFA.

Em 2004 e 2005, como repórter do Núcleo Globo de Televisão com a RBS TV, trocou o coração de São Paulo pela Fronteira Oeste. Lá produziu a primeira reportagem televisiva em rede nacional para o Fantástico, na época, apresentado pela amiga e jornalista Glória Maria.

Durante a longa temporada na região do Cone Sul da América, atuou também como enviado especial para trabalhos na Argentina e Uruguai. Com a Globo empunhou ainda os microfones nas afiliadas RPC, TV Anhanguera e Rede Amazônica, quando assinou o contrato de repórter de rede do Jornal Nacional para desbravar a Amazônia pela Guiana e Venezuela.

Esteve presente no Portal Terra e Jornal do Brasil, cobriu os terremotos da Itália, Haiti e Chile. Foi enviado para o tsunami de Talcahuano, esteve também na gripe suína do México, guerrilha colombiana, tentativa de Golpe da Bolívia, 35 anos da ditadura de Augusto Pinochet e eleições de Barack Obama, entre outros trabalhos.

Pelo Terra, entrou em 2003 durante a implantação do Terra Esportes TV e retornou em 2007, passando pelas editorias regionais, Brasil e internacional (América do Sul, América Latina e Europa). Sob os olhares da chefe de reportagem Liana Pithan, do gerente Gustavo Poloni e do diretor de jornalismo Edson Rossi, que o enviou para o mundo como repórter especial e correspondente internacional, teve o trabalho destacado na tragédia de Santa Catarina, sendo o primeiro repórter a chegar à cidade de Blumenau e o único a participar do voo de reconhecimento das áreas afetadas ao lado do então Governador Luís Henrique da Silvera.

Cobriu, ainda, nesse período, para o Jornal O Dia, a Tragédia de Angra dos Reis e o Festival de Verão de Salvador, onde registrou os especiais com Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ivete Sangalo, Alanis Morrissete, Capital Inicial, Nando Reis, Chiclete com Banana, entre outros.

Em 13 de julho de 2012, às vésperas do embarque para os Jogos Olímpicos de Londres, recebeu o convite para integrar a equipe de editores da TV Globo-SP. De todos os projetos, em mais ¾ do mundo rodado, considera, este, “o mais importante da carreira”. Recorda-se que: “teve a honra de trabalhar e aprender na principal redação do Brasil com Marcia Correa, Paulo D’Arezzo, Lúcia Leão, Gabriel Mitani, Mauricio Rebouças e Thiago Abech. Jamais se esqueceu de Gilson Boschiero, Rogério Silva e Maria Helena Soares. Três dos seus chefes de tempos de afiliadas que lhe ensinaram que a simplicidade e competência formam o segredo para estar junto aos Mestres”.

Atuou na “principal” redação do país como editor do Bom Dia São Paulo, Globo Notícia e SPTV primeira e segunda edição. Oito meses mais tarde, depois de uma longa temporada pela Rússia e Oriente Médio, com uma visão completa sobre o telejornalismo, foi credenciado pela Globo-SP como jornalista de rede e voltou à reportagem para integrar a equipe de correspondentes do Globo Rural, Bom Dia Brasil, Bem Estar, Jornal Hoje, Jornal Nacional, Jornal da Globo e Fantástico. “Até hoje sente a adrenalina no sangue quando escuta a vinheta de abertura dos telejornais”, relata.

Em setembro de 2014, durante um projeto com o Ministério das Relações Exteriores e Organização das Nações Unidas em Genebra, recebeu do jornalista Marcos Losekann o que avalia “ser o maior prêmio de reconhecimento da carreira”: uma carta assinada em Brasília pelo repórter especial – que foi também chefe da TV Globo de Londres por mais de 10 anos – que considera “traduzir em essência a história de um vencedor”. Relatou o texto da carta: “Francisco de Assis é um rapaz de 34 anos que se preocupa muito com a construção de um mundo melhor. É sensível a questões humanitárias e muito se interessa pelas relações internacionais. Filho de um bancário e de uma técnica de enfermagem, com muito sacrifício conseguiu se formar em Jornalismo e atualmente cursa a segunda Faculdade (Direito). Ao longo de sua trajetória buscou seus objetivos e venceu obstáculos com extrema determinação e honestidade”.

Francisco de Assis confessa ter “um amor especial por São Paulo”, mas credita à cidade de Jerusalém o título de “a mais importante que visitou”. Atraído pelo Tâmisa, não nega sua admiração pelo Reino Unido, sobretudo, Londres. Gosta de Paris, da margem esquerda do Sena, considera Praga “uma das regiões mais artísticas do planeta” e sempre que pode passa o inverno em Chamonix-Mont Blanc.

Na América do Sul, aventurou-se por todo continente em uma viagem terrestre. Apesar de já ter escalado a Table Mountain da Cidade do Cabo duas vezes, aponta o Aconcagua, entre Mendoza e Santiago, como “um dos lugares mais energéticos” que já esteve.

Revela o que o repórter internacional mais gosta: “não importa o destino e tampouco a direção, no fundo, gosto de viver intensamente o momento”.

 

 

Atualizado em novembro/2014 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Informações enviadas pelo jornalista

 

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