Felipe Pedrosa

Felipe Souza Pedrosa nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 25 de agosto de 1988. Estudou Comunicação Social com ênfase em Jornalismo no Centro Universitário Newton Paiva e é pós-graduado em Jornalismo Cinematográfico pelo Centro Universitário Una (BH/MG).

O primeiro emprego no jornalismo foi como estagiário na Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Posteriormente, foi repórter e produtor na Rádio Comunitária Elo FM, onde também era responsável pela apresentação do programa jornalístico e edição das matérias produzidas no programa Sond Forge.

Em 2009, fez estágio na Rede Bandeirantes. Lá fazia a produção de pautas, apuração de notícias nas editorias de Cidade e Polícia, redigia notas e boletins, e ajudava no fechamento dos telejornais: MG Acontece, Minas Urgente e Band Minas. Nessa época, juntamente com a equipe do telejornal Minas Urgente, criou o quadro Bombas do Talibã, onde um aprendiz de jornalista, no caso “ele próprio”, levava mensagens curiosas para os telespectadores. Por meio desse quadro teve a oportunidade de fazer matérias com temas inusitados, como o dia mundial sem carro, dia da mentira e parada Disney.

Entre 2010 e 2011 trabalhou como repórter do Jornal Super Notícia, tabloide popular do grupo Sempre Editora, mesmo grupo do jornal mineiro O Tempo. Eventualmente, também fazia o fechamento das páginas.

Em meados de 2011, já formado, trabalhou brevemente no caderno Magazine (cultura) do jornal O Tempo, quando, então, foi chamado para compor o primeiro time de repórteres e produtores da Revista SuperTV, publicação do jornal Super Notícia sobre novelas, bastidores da TV e celebridades. Nessa época, chegou a propor a criação de colunas na revista, além de ser o criador da seção de cinema.

Em 2012, voltou para o Super Notícia, no qual assumiu o cargo de redator de cultura e variedades, além de assinar a coluna semanal Bastidores de Minas, que se tornou um blog no portal O Tempo. Paralelamente, apresenta programas e faz entrevistas para a WebTV do mesmo veículo.

Pedrosa já prestou serviços como freelancer para diversas assessorias de imprensa e revistas. Também foi repórter, produtor, assessor e pauteiro de festivais culturais, como o 20º Festival do Folclore de Jequitibá (2008) e o Iº Festival Internacional de Cultura Popular (BH/ 2008).

Desde 2008, é autor do blog Tudo Quanto É Assunto, espaço em que mostra seu lado literário. Inclusive, o livro Remetente 15, lançado em 2015, conta com um de seus textos.

É apaixonado pelo cinema e pelas produções audiovisuais, tendo produzido dois curtas metragens, o absTinência (2009) e o Liberdade (2010). Também dirigiu os documentários Rolé (2011), que narra o dia a dia da comunidade do Alto Vera Cruz, e Bênção (2012), que discorre sobre o ofício de benzedor.

Já escreveu diversos artigos, alguns publicados em livros, como o artigo intitulado Comício das Diretas Já em Belo Horizonte: uma análise da cobertura realizada pelo Diário de Minas, que faz parte de um dos capítulos do livro Imprensa e História, lançado em 2009.

Lançou em 2014 o blog Bastidores de Minas reproduzindo a coluna de mesmo nome, publicada às sextas-feiras no jornal Super Notícia. Cobre desde política, passa por economia e pelo esporte mineiro e apresenta principalmente roteiros musicais, teatrais e cinematográficos de Minas Gerais

Em julho de 2015, o conteúdo do Bastidores de Minas passou a ser reproduzido pelo portal Folia, uma das agendas culturais mais acessadas na atualidade.

Felipe Pedrosa segue como editor chefe do Bastidores acompanhado por Renato Torres, redator.

 

 

Atualizado em outubro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fonte:

Informações fornecidas pelo próprio jornalista.

http://bastidoresdeminas.com.br/

http://fspedrosa.blogspot.com.br/

http://www.otempo.com.br/blogs/celebridades-19.259342

 

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