Eric Ehrmann

Eric Wayne Ehrmann nasceu no dia 13 de Agosto de 1946 em Cleveland, Ohio, nos EUA. Cursou Economia, Política e Governo na Universidade de Miami (EUA) onde se formou em 1968; depois, estudou Civilização Francesa na Université de Paris IV, La Sorbonne, em Paris, na França, concluído em 1975.

A primeira experiência na imprensa aconteceu em 1968, quando ingressou como redator do segmento de música na redação da recém-lançada revista Rolling Stone, a partir de São Francisco (CA), nos EUA, que tinha como foco criar uma nova ideia de jornalismo. No período de dois anos que permaneceu no veículo, trabalhou diretamente com o cofundador da revista mundialmente conhecida (posteriormente), Jann S. Wenner, com quem desenvolveu ideias de artigos, escreveu sobre política, noticiou a morte do escritor Jack Kerouac, padrinho da Geração Beat passando a assinar Eric Ehrmann.

Entre 1971 e 1979 morou em Heidelberg, na Alemanha Ocidental, e em Paris, na França, onde nesses países desenvolveu projetos de pesquisa sobre política, arte e cultura que acumulou com atividades realizadas para órgãos de segurança do governo americano.

Em 1980, de volta aos EUA, foi para Manhattan, em Nova York, onde passou a atuar como editor na sede da Peat Marwick-KPMG para o qual também desenvolveu pesquisas sobre a saúde pública e a situação política em campos de refugiados na Somália e na Etiópia.

Cerca de três anos após, em 1984, ingressou na EdelmanWorldwide, maior agência independente de relações públicas do mundo, na qual desenvolveu programas na área de inteligência competitiva e específicos para os governos e passou a publicar artigos freelances sobre o assunto.

Após se mudar para Buenos Aires, na Argentina, em 1986, trabalhou por cerca de três anos como colunista de Política para o jornal Herald Buenos Aires, durante o período de transição para a ditadura. Na época, também escreveu artigos sobre relações civis-militares e questões de proliferação incluindo o Tratado de Tlatelolco, e atuou ao lado dos editores Ronald Hanson, Dan Newland e Michael Soltys nas atividades de entrevistas com o ministro da Defesa, Horacio Jaunarena, o ministro Uruguai de Assuntos Nucleares, Hector Gross Espiell e o ministro dos Assuntos Estrangeiros Guido DiTella. Como enviado do jornal visitou o Chile durante a era Pinochet para o qual entrevistou e escreveu artigos sobre o ministro das Finanças Hernan Buchi e o diretor do banco central Hernán Somerville.

Ainda durante esse período também acumulou atividades de colunista freelance para jornais e revistas dos EUA como a National Review, O Jornal do Comércio,  Defesa e Diplomacia, The Boston Globe, e a Clipper, da linha aérea Pan American.

Em 1995, de volta ao país natal, foi morar na cidade de Albuquerque, no Novo México, onde passou a trabalhar no Departamento de Comunicação e Jornalismo da Universidade do Novo México; na instituição onde permaneceu por uma década exerceu as atividades de professor de escrita persuasiva para os estudantes de jornalismo e, depois, apresentador e comentarista político do KUNM FM, veículo da National Public Radio (NPR).

Em 2003 passou a publicar colunas independentes para jornais, revistas e organismos acadêmicos sobre temas científicos sob temas como tecnologia nuclear, política dos EUA na América Latina e o tratado de não proliferação nuclear (NPT). Um desses artigos foi uma análise crítica dos pontos de vista em relação ao capitalismo realizada pelo Vaticano durante o pontificado de João Paulo II e publicada no National Review. 

Como colunista também colaborou com textos de opinião, sobre temas de sua especialidade, para os jornais The New York Times, USA Today, The Toronto Star, The Baltimore Sun e The Christian Science Monitor.

Há cinco anos (2008) decidiu vir ao Brasil e radicou-se em Goiânia (GO) onde vive e, atualmente, escreve um livro autobiográfico sobre sua experiência de depressão pós-traumática por conta do câncer intestinal diagnosticado há 15 anos. .

Desde então acumula a atividade com a de colunista blogueiro dos jornais Huffington Post, Le Post-LeMonde, da França, e do Conselho de Assuntos Internacionais da Rússia (publicado eletronicamente em Moscou) para os quais escreve sobre Brasil, BRICS, Política, Economia, Cultura e Esportes, além de ser um membro votante do PEN, sigla em inglês da organização literária internacional que apoia a liberdade de imprensa e os direitos humanos. 

 

 

 

Atualizado em agosto/2013 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.huffingtonpost.com/eric-ehrmann/

http://br.linkedin.com/pub/eric-wayne-ehrmann/9/b8b/4b9

 http://russiancouncil.ru/en/blogs/eric-ehrmann/?id_4=617 

Com dados fornecidos pelo próprio jornalista em 22/8/2013.

 

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