Daniela Falcão

Daniela Falcão nasceu em Salvador (BA), morou no Rio de Janeiro (RJ) até os 17 anos e, depois, mudou-se para Brasília (DF), onde foi estudar Jornalismo na Universidade de Brasília (UnB). Trazia o jornalismo no DNA. Afinal, seu avô criou o Jornal da Bahia e ela, na infância, escrevia historinhas para os suplementos infantis do matutino.
 
Após a formatura voltou para a Bahia. Em Salvador trabalhou na Tribuna da Bahia (BA) e cobriu férias no jornal A Tarde (BA). Acabou se firmando na editoria de Domingo do A Tarde, em temas de Comportamento. Antes de chegar à editoria de Moda passou por quase todas as áreas do Jornalismo: fez Cidade, Comportamento, Cultura e Política.
 
Da Bahia partiu para São Paulo (SP), onde foi trainee no grupo Folha. Na Folha de S.Paulo começou escrevendo para a editoria de Economia, passou ao caderno Cotidiano e se inscreveu para o programa de bolsas. Conquistou a bolsa de estudos do projeto Jovens Talentos da Folha. Foi para Nova York (EUA) como correspondente e fez curso na Universidade de Columbia. De lá enviava informações gerais.  
 
De volta a São Paulo e à Folha, trabalhou no caderno Cotidiano e, depois, teve a primeira relação com a edição, começando como editora assistente. Passou dois anos no Jornal do Brasil (RJ) atuando eventualmente como subeditora da revista semanal Domingo, onde teve seus primeiros contatos com a Moda. Chegou a editar a revista.  
 
A partir de 2003, trabalhou nas revistas Tpm (SP) e Trip (SP) como editora, antes de se juntar à Vogue Brasil (SP), quando o título ainda era publicado pela Carta Editorial – a partir de novembro de 2010, passou a ser da Edições Globo Condé Nast. Trouxe para a revista um estilo comportamental que agradou as leitoras público-alvo da publicação, na faixa de 25 a 55 anos.
 
Em 2014, foi acompanhada durante sua rotina diária por Sthefany Passos, então editora-chefe da Vogue Brasil, que foi reproduzida em dois vídeos alocados no portal Tag It, intitulados Na Cola. Neles se vê a maratona das duas, que começou com visita a showroom de lojas, e depois a chegada à redação. Mostra-se o seu escritório, com paredes dedicadas a capas de Vogue, cartões de estilistas e o próximo número da revista, guardado a sete chaves.
 
Desde 2013 é considerada uma das 500 personalidades mais influentes da Moda Internacional pela Business of Fashion (BoF), um dos sites mais importantes da indústria da Moda.
 
Após dez anos de Vogue Brasil, a Edições Globo Condé Nast anunciou, em fevereiro de 2016, sua promoção a diretora editorial. Com isso, ela assumiu os quatro títulos da casa: Glamour, GQ, Casa Vogue e Vogue. Em outubro do mesmo ano, o cargo foi extinto e ela foi nomeada para ocupar a Direção-Geral da Editora Globo, respondendo a Frederic Kachar, diretor-geral de Mídia Impressa do Grupo Globo.
 
 
Atualizado em outubro de 2016
 
Fontes:

 

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