Daniel Santini

Daniel Santini nasceu em São Paulo, em 11 de novembro de 1979. Formou-se em Jornalismo em 2001 pela PUC-SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, mesma universidade onde concluiu em 2011 uma pós-graduação em Jornalismo Internacional. Também estudou História na USP – Universidade de São Paulo, curso não concluído. É fluente em inglês, espanhol e italiano, e possui o Certificado em Inglês Avançado (CAE, do inglês Certificated in Advanced English), da Universidade de Cambridge, e o Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira (DELE), do Instituto Cervantes. Tem noções de francês e alemão básico, línguas que também estudou.

No jornalismo, começou em 1998 como estagiário na Editora Página Viva, em São Paulo/SP. No ano seguinte, transferiu-se para o portal especializado em futebol FFC. Em 2000, Santini passou para o grupo LANCE!, onde atuou como estagiário, repórter, repórter especial, chefe de reportagem e editor. Ficou por seis anos no L! e, além do jornal, também trabalhou na revista A+ e no site lancenet! Ganhou em 2005 o prêmio LANCE! de Jornalismo Investigativo com reportagem sobre o envolvimento do magnata russo Boris Berezovsky com o Corinthians.

Em 2006, foi convidado a participar da criação do portal G1 na primeira equipe de cidades do site, trabalhando da redação da Rede Globo, também em São Paulo/SP. Em 2008, foi convidado pelo departamento de jornalismo da TV Record a participar da reformulação da Folha Universal. Pelo jornal, em 2009, foi um dos vencedores da Bolsa de Jornalismo Investigativo da Fundação Avina, com proposta de reportagem sobre a primeira indústria estatal brasileira de preservativos, instalada no Acre; e, em 2010, ganhou o IV Prêmio de Visibilidade das Políticas Sociais e do Serviço Social, com reportagem sobre moradores em situação de rua nas principais capitais do país. Permaneceu na Record até 2011.

No mesmo ano, tornou-se editor da agência de notícias da Repórter Brasil, organização sem fins lucrativos considerada referência em informações sobre combate ao trabalho escravo e defesa de direitos humanos. Em 2013, conquistou o Prêmio de Jornalismo Pedro Rocha Jucá do Sindicato dos Jornalistas do Mato Grosso com reportagem sobre a Terra Indígena Marãiwatsédé. Também em 2013, fez parte da equipe finalista do Prêmio Gabriel García Márquez de Periodismo na categoria inovação, com o especial Moendo Gente, sobre violações de direitos trabalhistas em frigoríficos brasileiros. Na Repórter Brasil, além de atuar como editor na agência de jornalismo, coordenou o projeto Meia Infância, série quinzenal de reportagens especiais sobre trabalho infantil, e as publicações Tráfico de Pessoas na Imprensa Brasileira e Tráfico de Pessoas em Pauta, produzidas junto com o Ministério da Justiça e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC). Também coordenou parcerias internacionais, como a com a organização Walk Free, e o projeto Arquitetura da Gentrificação, primeira iniciativa da Repórter Brasil baseada em financiamento coletivo. Permaneceu no cargo até dezembro de 2014.

Paralelo às suas atividades diárias, em 2010, passou a escrever também para o Eco, site especializado em jornalismo ambiental mantido pela organização sem fins lucrativos de mesmo nome. No site, manteve de junho de 2010 até abril de 2013 o blog Outras Vias, sobre mobilidade urbana e uso de bicicletas em São Paulo. Em 2012, organizou e participou da expedição jornalística Cicloamazônia, travessia de bicicleta pela BR-230, a Rodovia Transamazônica. Em 2013, passou a atuar como editor de jornalismo de dados do eco, sendo o responsável pela plataforma o Eco Data. Permaneceu na organização até dezembro de 2014.

Em janeiro de 2015 passou a atuar como coordenador na Fundação Rosa Luxemburgo, tornando-se o responsável por projetos no Paraguai e Uruguai.

 

 

Atualizado em dezembro/2014 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Informações conferidas pelo jornalista

 

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