Cleide Silva

Cleide Silva Cravo é natural de Santo André (SP). É formada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), de São Bernardo do Campo (SP), em 1985.
 
Começou a carreira no Diário do Grande ABC, imersa no intenso noticiário sindical do setor automobilístico da região. Trabalhou, depois, como editora de Economia no Diário do Povo, de Campinas (SP), por três anos. Desde 1997 é repórter de Economia & Negócios de O Estado de S.Paulo, onde cobre a indústria automotiva.
 
Em entrevista que concedeu ao Jornalistas&Cia em 14 de fevereiro de 2012, falou de sua trajetória no Jornalismo, sobre o universo automobilístico e suas coberturas emocionantes, além de passagens emocionantes do trabalho. Revelou que “logo no início da profissão, não tinha carteira de habilitação e arrumava desculpas cada vez que era convidada para dirigir” (veja abaixo a íntegra da entrevista). 
 
Assina o blog Cleide Silva: Indústria Automobilística, no portal Estadão.
 
Foi eleita entre os Top 50 – em 2014 – e os Top 100  em 2015 – dos +Admirados Jornalistas Brasileiros 2014, ficou entre os Top 10 dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2015 e entre os Top 50 dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2016, segundo apuração do J&Cia e do J&Cia Imprensa Automotiva, sempre em parceria com a Maxpress. Nesta última disputa, foi também distinguida como A +Admirada Repórter da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil 2016.
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fontes:
Jornalistas&Cia – Edição 1028
 

14.02.12 – Cleide Silva, o universo automobilístico e suas coberturas emocionantes

Cleide Silva, repórter de Economia & Negócios de O Estado de S. Paulo, atua na imprensa automotiva há mais de duas décadas. Chegou a trabalhar como editora de Economia no Diário do Povo, de Campinas (SP), por três anos, mas foi exceção. 

Natural de Santo André, começou a carreira no Diário do Grande ABC, imersa no intenso noticiário sindical do setor automobilístico da região. Nesta entrevista, além de passagens emocionantes do trabalho, revela: “Logo no início da profissão eu não tinha carteira de habilitação e arrumava desculpas cada vez que era convidada para algum test drive.

Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva – Um carro inesquecível?
Cleide Silva – Um Passat 1978, “cor de burro quando foge”, como diziam na época. Foi meu primeiro carro, adquirido já velhinho. Depois ele ficou muitos anos com meu pai, até ser vendido a um vizinho e roubado pouco depois.

J&Cia Auto – Um momento automotivo que marcou sua vida?
Cleide – Prefiro trocar por “coberturas que me emocionaram”… A greve dos metalúrgicos quando a Ford demitiu trabalhadores às vésperas do Natal; os aposentados que voltaram a trabalhar na linha de montagem da Kombi; a viagem à Afuá, ilha do Pará onde é proibida a entrada de veículos e a população inventou um “carro” próprio juntando duas bicicletas; a primeira visita do Lula como presidente à fábrica da VW…

J&Cia Auto – Onde iniciou suas atividades nessa área?
Cleide – No meu primeiro emprego em jornal diário, no Diário do Grande ABC, em 1989. Cobria a área sindical e fui escalada para acompanhar o setor automobilístico. Era uma tortura inicialmente, pois eu nem tinha carteira de habilitação e arrumava desculpas cada vez que era convidada para algum test drive. Fiquei três anos fora da área e retornei ao começar a trabalhar no Estadão, em 1997, onde estou até hoje.

J&Cia Auto – O que mais a impressiona na imprensa automotiva?
Cleide – A capacidade dos profissionais em descobrir pautas criativas, mesmo quando o assunto parece ter se esgotado.

J&Cia Auto – Um profissional da imprensa automotiva para homenagear o segmento?
Cleide – Há várias pessoas que admiro, muitas delas figuras constantes nessa coluna. Mas, vou citar algumas das mulheres que atuam no setor com muito profissionalismo e competência: Alzira RodriguesHelena Coelho e Marli Olmos.

J&Cia Auto – Livro de cabeceira?
Cleide – Leio temas variados. Acabei de ler o 1808 e comecei o 1822, do Laurentino Gomes. Adoro quase tudo do Gabriel Garcia Marquez e do Fernando Morais. Fujo apenas dos de autoajuda e do Paulo Coelho.

J&Cia Auto – Time de coração?
Cleide – São Paulo.

J&Cia Auto – O que mais gosta de fazer nos momentos de descanso?
Cleide – Curtir a família, principalmente a criançada, viajar, ler, ir ao cinema, caminhar pelo sítio.

J&Cia Auto – Algum hobby especial?
Cleide – Já tive várias coleções (selos, carrinhos, pôsteres), mas larguei mão. Infelizmente, não curto a prática de nenhum esporte. 

J&Cia Auto – Tipo de música que mais aprecia?
Cleide – Música brasileira de boa qualidade.

J&Cia Auto – Na televisão, qual programa predileto?
Cleide – Jornalísticos.

J&Cia Auto – Quais os jornais e revistas de que mais gosta? E sites especializados?
Cleide – Procuro ler os cadernos de economia de todos os grandes jornais, dou uma geral nos sitesespecializados de acordo com o tempo disponível no dia a dia, assim como nas principais revistas do setor.

J&Cia Auto – Um sonho por realizar?
Cleide – Sinceramente, não tenho um específico. 

Por: Heloisa Valente
Foto: Tiago Queiroz

 

 

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