Caio Tozzi

Caio Luiz Tozzi Bernardino de Morais nasceu em São Paulo (SP), em 1984. Formou-se em Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo (Unimesp), de São Bernardo do Campo (SP), em 2006, e fez pós-graduação em Roteiro Audiovisual na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PucSP), em 2010.
 
Começou a carreira publicando contos e crônicas no jornal Tribuna das Águas, de Águas de Lindóia (SP). Teve uma crônica – São Paulo, só pra te ver – selecionada para compor o livro São Paulo, 450 Anos (BMA, 2004), através de concurso realizado pela Biblioteca Pública Municipal Mario de Andrade, de São Paulo. Repetiu a dose com um texto depoimento sobre o livro O Encontro Marcado, de Fernando Sabino, escolhido em concurso aberto para compor a edição de 50º aniversário da obra (Record, 2006)
 
Em março de 2007 começou como trainee da DM9DDB, passando por diversas áreas da agência, como Mídia, Comunicação Internacional, Cinema, Atendimento e Comunicação Corporativa. Em outubro, foi promovido a redator assistente na área de Criação, tendo como clientes o portal Terra e empresas de porte como Antarctica, Brastemp, Consul, Tok&Stok, Honda e Banco Itaú.
 
Paralelamente, tornou-se sócio-diretor da Vila Filmes, fazendo a coordenação geral de produtos audiovisuais da empresa, além de atuar como redator e roterista. Escreveu o roteiro do documentário Zoológico de São Paulo: 50 anos de história com a natureza (Vila Filmes, 2008), dirigido por João Amodio. Deixou a DM9DDB em junho de 2008.
 
Reuniu contos e crônicas para o lançamento de Postal e Outras Histórias (Scortecci, 2009). Escreveu o roteiro e a concepção do minidocumentário Mitos & Ícones (Vila Filmes, 2009), sobre o manifesto para a fundação do primeiro Museu de Arte Contemporânea Sustentável do Brasil. Fez o roteiro e codirigiu, com Pedro Ferrarini, o documentário Ele Era Um Menino Feliz: O Menino Maluquinho, 30 anos depois (Vila Filmes, 2011), em comemoração ao aniversário do famoso personagem de Ziraldo Alves Pinto. Já tinha feito o suficiente para dar depoimento a Renata Magliocca sobre a sua carreira e trajetória profissional, publicado no livro Carreira: Você está cuidando da sua? – Reflexões de profissionais de sucesso para quem está no início da carreira (Alta Books, 2011), também escrito por Danilca Galdini e Sofia Esteves.
 
Voltou a reunir contos e crônicas no livro Quando Éramos Mais (Patuá, 2013). Roteirizou e codirigiu, novamente com Pedro Ferrarini, o documentário em longa-metragem A Vida Não Basta (Vila Filmes, 2013), que reuniu nove artistas renomados para discutirem a seguinte frase do poeta e jornalista Ferreira Gullar: “A arte existe porque a vida não basta”. Vertido para o espanhol, seu conto Coração nas mãos, que tem o Parque da Luz como cenário, fez parte da coletânea Narrar San Pablo (Mackenzie, 2014), lançado na Feira do Livro de Buenos Aires (Argentina). Deixou a Vila Filmes em agosto de 2014.
 
Participou da criação, curadoria, organização e redação de textos do Museu Virtual Dr. Tozzi, que conta a história do médico italiano Francisco Antonio Tozzi (1870–1937), fundador da cidade de Águas de Lindóia, em trabalho que realiza para a Twist Comunicação desde maio de 2014. Lançou-se como autor de Literatura Infanto-Juvenil com o livro O Segredo do Disco Perdido: Uma aventura ao som do Clube da Esquina (Panda Books, 2014), em coautoria com Pedro Ferrarini e com ilustrações de Leandro Oliveira, que foi seguido pelo solo Tito Bang (Sesi-SP, 2015), que conta com ilustrações do artista plástico Sanzio Marden.
 
Lançou, em 2016, o site Caio Tozzi na web, onde resume o seu trabalho. Fez sua primeira incursão na dramaturgia em março de 2017, lançando e dirigindo a peça teatral Vic Triunfo, encenada por sua mulher, a jornalista e atriz Renata Bortoleto. O texto da peça foi publicado em livro (Giostri, 2017).
 
 
Atualizado em março de 2017
 
Fontes:

 

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