Ari Peixoto

Ari Chauvet Peixoto nasceu em 26 de abril de 1956, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ). É jornalista formado pela Sociedade Unificada de Ensino Superior Augusto Motta (Suam/RJ), em 1981. Foi oficial da Marinha Mercante antes de tentar a carreira jornalística, especializado em Náutica e Navegação pela Escola de Formação de Oficiais de Marinha Mercante (Efomm/RJ).
 
Nos três últimos meses do curso de Jornalismo, conseguiu estágio no Jornal do Brasil. Passou em primeiro lugar no concurso para o 15° Curso Bloch de Jornalismo, em meados de 1981, ao fim do qual foi contratado como redator da rádio Manchete FM. Pouco depois, começou a trabalhar paralelamente como repórter no programa Cidinha Livre, apresentado por Cidinha Campos na rádio Tupi AM.
 
Em 1984, depois de cobrir uma licença-maternidade, foi contratado pela TVE, desligando-se da rádio Tupi. No ano seguinte, foi o enviado especial da emissora à Brasília (DF) para a posse de Tancredo Neves (1910-1985) na Presidência da República, que acabou não acontecendo. Participou como voluntário da campanha de Fernando Gabeira a governador do Estado do Rio de Janeiro, em 1986.
 
Com a condição de tirar a barba, foi contratado pela TV Globo em abril de 1987. Na primeira matéria que fez, sobre erros nos documentos de veículos no Rio de Janeiro, pediu ao então diretor do Detran local que lhe mostrasse o documento de seu automóvel e, por sorte, ele estava com o nome do proprietário escrito errado.
 
Embora a matéria agradasse a todos, levou oito anos para se tornar repórter de rede. Enquanto isso, cobriu carnavais, enchentes e as transformações dos morros cariocas, que acabaram por obrigar os jornalistas a trabalhar com coletes à prova de balas. A mais famosa delas, entretanto, foi a cobertura da visita dos príncipes Charles e Diana (1961-1997), do Reino Unido, quando entrou ao vivo para mostrar Lady Di nadando na piscina do Copacabana Palace, em abril de 1991.
 
Já atuando como repórter da Rede Globo, destacou-se na cobertura do caso da Clínica Santa Genoveva, para idosos, no Rio de Janeiro, em 1997, que foi fechada após a exibição de matéria mostrando idosos maltratados, parentes reclamando e funcionários denunciando as condições de atendimento. Foi chamado, inclusive, junto com o cinegrafista Carlos Trinta, como testemunha no processo movido pelas vítimas.
 
Foi correspondente da emissora em Buenos Aires de 2007 a 2008, cobrindo toda a América do Sul e a América Central. Foi, depois, para Jerusalém, em 2009, para cobrir o Oriente Médio. Registrou, no Cairo (Egito), os protestos que culminaram a derrubada do ditador Osni Mubarak. Em janeiro de 2011, ao tentar gravar uma passagem na Praça Tahrir, ocupada por milhares de pessoas, não conseguia fixar sua imagem em meio à multidão que ficava pulando enquanto protestava. Acabou por subir nos ombros de um deles para completar, com sucesso, a gravação.
 
Retornou ao Brasil ainda em 2011. Atuou como mediador em programas de debates nos dois turnos das Eleições de 2012. Continua como repórter da emissora, baseado em Brasília (DF).
 
É torcedor do América Football Club.
 
 
 
 
Atualizado em março de 2013 – Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
 

 

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