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Antonio Carlos

Antonio Carlos

É líder absoluto de audiência na Rádio Globo/RJ. Entrou na Rádio Nacional no final da década de 50, depois de ter sido reprovado por oito vezes.

Antonio Carlos nasceu no Rio de Janeiro e estudou no Instituto Lafayette, na Tijuca. Pouco depois da 4h da manhã, entra no ar para comandar uma “festa”, de segunda a sábado como locutor da Rádio Globo. Com bom humor, desperta os ouvintes com o quadro de entrevistas Vamos acordar. Pode ser um artista, um jogador, uma autoridade. Ele liga cedo, pouco antes das 8h, e tira o entrevistado da cama.

O programa é um show de variedades, com muita conversa, comentários e música. Uma das marcas do Show do Antonio Carlos é sua equipe. Tem Juçara Carioca, a Juju, com suas fofocas, e o Gélsio Cunha, responsável pelo noticiário. Do helicóptero da Rádio Globo, Genilson Araújo faz os boletins sobre o trânsito e Zora Yonara conhece tudo de horóscopo, faz as orientações para o dia.

Na produção, despontam Karla de Lucas, Fernando Fraga e Ricardo Campello. Dona Pudica tem a simpatia certa e o humor. No futebol, Edson Mauro, no Rio, e Maércio Ramos, em São Paulo, dão as últimas notícias dos clubes e ainda julgam uma personalidade do esporte – que pode ir para o tronco ou para o buraco, ou ser absolvida. “Aqui mau-humor não entra”, brinca o Antonio Carlos, no ar.

O radialista começou a ler textos em voz alta no banheiro, treinando para uma vaga de locutor na Rádio Nacional. Hoje, é líder absoluto de audiência em seu horário e completou, em 2009, meio século de microfone. No Rio, também empresta sua voz para comerciais de várias empresas, como o Supermercado Guanabara.

Jogava basquete no Instituto Lafayette, onde estudava e, por ter boa voz, foi convidado a entrar para um grupo de teatro amador, na mesma escola. Não para ser ator, mas como narrador das peças. Mas só conseguiu entrar no rádio depois de ter sido reprovado oito vezes nos testes. Como entendeu que estava demorando muito para entrar na Nacional, onde queria estar, iniciou a carreira em 1959, na Rádio Continental, com a função locutor-auxiliar III.

Como gostava muito de jazz, usava um estúdio para produzir um quadro musical. Quando surgiu a TV Continental, canal 9, em 1960, lá estava Antonio Carlos apresentando um programa musical. Em vez de jazz, aceitou fazer um programa de bossa nova, um pedido da direção. Depois disso, foi trabalhar na nova capital, na recém-criada TV Brasília.

De volta ao Rio, passou na TV Tupi, pela produção de Sílvio Santos, então na TV Globo, pela Rádio Roquette Pinto e pela Rádio Tupi, onde ficou até 1987, ano em que entrou na Rádio Globo, trazendo na bagagem o show que leva seu nome.

Na Roquette Pinto, uma novidade: os programas da emissora não podiam ter patrocinador. E isso valia para o Futebol de Sucesso, muito ouvido pelos passageiros do ônibus que o carioca chama de frescão. Para não viver apenas do salário, ele dava brindes aos ouvintes “com o apoio do Álvaro da Camélia”. Estava inventado o apoio, que existe até hoje.

Chamado de O despertador do Brasil, Antonio Carlos foi homenageado em 2012 pela Escola de Samba Acadêmicos de Santa Cruz.

Em 2013 acumula as funções de apresentador da Rádio Globo Rio 89, Rádio Globo Rio 1220 e é colunista Jornal Extra/Rio de Janeiro, em todos os veículos escreve e fala sobre variedades.

 

 

Atualizado em maio/2013 – Portal dos Jornalistas

Fonte:

http://radioglobo.globoradio.globo.com/antonio-carlos/ANTONIO-CARLOS.htm

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