Folha cria fundo para estudos no exterior

A Direção de Redação da Folha de S.Paulo divulgou na semana passada a criação do programa Estude com a Folha, um fundo para financiar projetos de estudo de seus profissionais em universidades estrangeiras em 2018.

Segundo comunicado do editor executivo Sérgio Dávila, os candidatos podem escolher o tema, o período e a instituição que gostariam de frequentar: “A única exigência é que seja uma universidade ou centro de pesquisa de referência. O programa privilegiará projetos a serem desenvolvidos no ano que vem que possam ser úteis tanto para o profissional quanto para o jornal”.

O fundo financiará de 20% a 90% dos custos envolvidos (matrícula, mensalidade, passagens, moradia, transporte e alimentação) e o candidato deverá usar folgas, férias e período sabático e/ou pedir licença não-remunerada. Uma comissão formada por ele, os secretários de Redação Roberto Dias e Vinicius Mota e a editora de Treinamento Suzana Singer julgará os projetos. Não há prazos estabelecidos para inscrição; as propostas devem ser enviadas para avaliação tão logo o profissional receba sinalização positiva da instituição que deseja frequentar.

“A Folha se dispõe a financiar os programas aprovados até o limite de recursos do fundo”, prossegue o comunicado. “Caberá apenas ao candidato obter do centro de estudos o aval para o curso pretendido, mas a Editoria de Treinamento pode ajudar com a documentação necessária. Trata-se de uma experiência-piloto, para substituir no ano que vem a bolsa de Michigan, suspensa temporariamente a pedido da universidade”.

Ele cita ainda exemplos de cursos de Jornalismo, mas ressalta que o fundo poderá ser usado em outras áreas: Columbia – Mestrado em Ciência do Jornalismo e Mestrado em Arte do Jornalismo; Berkeley – Mestrado em Jornalismo; Stanford – Mestrado em Jornalismo; e City University of London (as características variam para cada curso).

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